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Afrodite

por: Roberto Lazaro Silveira

Na mitologia grega Afrodite – Αφροδίτη – era a deusa do amor, da beleza corporal e do sexo. Para os gregos, ela tinha uma forte influência no desenvolvimento e prazer sexual das pessoas. Era considerada também a deusa protetora das prostitutas na Grécia Antiga. Foi cultuada nas cidades de Esparta, Atenas e Corinto.

Nascimento e relacionamentos

De acordo com a mitologia, Afrodite nasceu na ilha de Chipre. Filha de Zeus (deus dos deuses) e Dione (deusa das ninfas), casou-se com Hefesto (deus do fogo). Porém, em função de suas vontades e desejos, possuiu vários amantes (homens mortais e outros deuses). Chegou a ter um filho, Enéias (importante herói da Guerra de Tróia) com o amante Anquises.

Principais filhos de Afrodite:

– Com Hermes (deus mensageiro) teve o filho Hermafrodito.
– Com Ares (deus da guerra) teve os filhos Eros (deus da paixão e do amor) e Anteros (deus da ordem).
– Com Apolo (deus da luz, da cura e das doenças) teve o filho Himeneu (deus do casamento).
– Com Dionísio (deus do prazer, das festas e do vinho) teve o filho Príapo (deus da fertilidade).

Na mitologia romana, Afrodite era chamada de Vênus.

Esta deusa inspirou vários artistas (pintores e escultores), principalmente, na época do Renascimento Cultural. Uma das obras mais conhecidas é “O nascimento de Vênus” do pintor renascentista italiano Sandro Botticelli (figura no topo do artigo).

Acima uma manifestação de Afrodite. Observe que “transmite o recado”, pois, como não há nada de novo abaixo do sol, então a condição arquetípica manifesta-se de forma complexa – não observamos arquétipos e sim complexos com núcleos arquetípicos – e este complexo veste-se com as roupas fornecidas pelo momento sócio-histórioco-cultural, observe “Afrodite” no paradigma Afro – Afro-Afrodite!

 

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