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A alma não cabe em um tubo de ensaio! Psicólogo = Estudante da alma; Psicoterapêuta = Terapêuta da alma!

por: Roberto Lazaro Silveira

Não é novidade que psicologia é o estudo da alma, ou seja, psi vem de psiquê que significa alma e logia de logos que significa estudo. Psicoterapêuta significa Terapêuta da Alma.

Freud notando que seus métodos médicos positivistas eram impotentes em relação às doenças mentais psicossomáticas e com alternâncias entre corpo e mente desistiu das ciências positivas tornando-se psicólogo, ou seja, deixou de lado experimentos em laboratório, pois, a alma não pode ser medida nem mesmo tornar-se um experimento científico.

O ser humano, por possuir uma alma, é maior do que isto! Por isto Freud – ao filiar-se à psicanálise – deixou de explicar e passou a acreditar.

Então é inútil retroceder, ou seja, é impossível e inútil ser psicólogo científico positivista. Quando alguém diz: Isto não é positivamente científico, poderá com certeza referir-se á psiquê e aos seus estudiosos: os psicólogos.

Entretanto o benefício da psicoterapia, ou seja, terapia da alma (psiquê) é comprovado através do testemunho e da grande procura por psicoterapia no mundo assim como a valorização e reconhecimento da psicologia em diversos setores como direito, educação, etc.

Após algumas sessões a pessoa geralmente retoma o controle de sua vida, melhora, através do autoconhecimento proporcionada pela análise fica mais fácil resolver seus problemas cotidianos.

Pense nisto: uma pessoa melhorou bastante e está satisfeita com os efeitos da terapia da alma (psicoterapia) Como? Perguntaram para ela.

Ela responde: Através do diálogo com o terapêuta e de exercícios de bioenergética, técnicas de respiração, hipnose: Terapia de Memórias Profundas etc… Reiki em conjunto com psicoterapia. Outra pessoa também melhora com outro terapêuta da alma (psicoterapêuta) Como?

Ela responde: O psicoterapêuta correlacionou minha psiquê a quatro deuses mitológicos e desta forma pôde me fornecer o autoconhecimento necessário para que eu conseguisse vencer os psicotrópicos e tomar posse de uma vida saudável através do autoconhecimento proporcionado pela brilhante psicóloga Junguiana.

===ciência negativa com efeitos positivos===

Jung alertava seus discípulos: “Diante de outro ser Humano esqueça tudo que aprendeu sobre terapia e seja somente outro ser Humano”. Então esta é a chave para o sucesso, ninguém será capaz de explicar como, muito menos científicamente, mas, todos podem ouvir os testemunhos de pessoas beneficiadas pelos terapêutas da Alma Humana.

Houve tentativas de demonstrar, explicar ou comprovar por parte de alguns “”psicólogos””. Esta característica – positivista – é comum aos Behaveurista ou Comportamentalistas os quais se dizem científicos. Veja algumas das mais desastrosas tentativas de colocar a alma em tubo de ensaio:

DAVID REIMER
Em 1965 um menino nasceu no Canadá com o nome de David Reimer. Com oito meses de idade ele recebeu um procedimento comum, uma circuncisão. Infelizmente, durante o processo o seu pênis foi severamente queimado por casa do cauterizador que foi utilizado no lugar de um bisturi.

Quando seus pais visitaram o psicólogo John Money, ele sugeriu uma solução simples para um problema complicado: uma mudança de sexo. Seus pais estavam perturbados pela situação, mas finalmente concordaram com o procedimento. Eles não sabiam que a intenção verdadeira do terapeuta era provar que a criação e não a natureza determinava a identidade sexual. Para o seu próprio ganho pessoal ele decidiu usar David como o seu estudo de caso privado.

David, agora com o nome Brenda, teve uma vagina construída e recebia suplementos hormonais. John disse que seu experimento foi um sucesso, ignorando os efeitos negativos da cirurgia de Brenda. Ela agia como um menino e tinha sentimentos confusos e conflitantes sobre uma série de tópicos. O pior é que seus pais não o informaram do acidente de infância. Isso causou um tremor na família. A mãe de Brenda era suicida, o pai alcoólatra e seu irmão era extremamente depressivo.

Finalmente os pais de Brenda contaram sobre seu verdadeiro sexo quando ela tinha 14 anos de idade. Ela decidiu então tornar-se David novamente e parou de tomar estrogênio, e fez uma reconstrução peniana. John não reportou outro resultado insistindo que seu experimento havia sido um sucesso, deixando de fora muitos fatos sobre a luta de David sobre sua identidade sexual. Em 2004, então com 38 anos, David tirou a própria vida.

ESTUDO MONSTRUOSO
Em 1939, 22 crianças órfãs foram submetidas a experimentos por Wendell Johnson, da Universidade do Iowa, EUA. Ele escolheu Mary Tudor, sua estudante de graduação, para conduzir os experimentos e apenas supervisionou a pesquisa.

Depois de separar as crianças em grupos um grupo experimental e outro de controle, Mary falou para um grupo de crianças sobre a boa fluência de suas maneiras de falar as elogiando, isso é chamado de terapia da fala positiva, em tradução literal. Em seguida ela fez o oposto com as outras crianças, depreciando-as por cada imperfeição da sua fala e dizendo que elas eram gagas.

Muitas das crianças que receberam o tratamento negativo no experimento sofreram de efeitos psicológicos negativos e outras tiveram problemas de fala durante toda a vida.

Apelidado de “Estudo Monstruoso” por alguns dos colegas de Wendell, que ficaram horrorizados com o fato de que ele havia feito experimentos em crianças para provar uma teoria. O experimento foi ocultado por medo de que ferisse a reputação de Wendell se fosse ligado aos experimentos realizados em humanos durante a Segunda Guerra Mundial. A Universidade de Iowa se desculpou publicamente pelo estudo em 2001.

PEQUENO ALBERT

Em 1920, quando começaram os experimentos, o pequeno Albert era um bebê de nove meses. O doutor John B. Watson (comportamentalista) e sua ajudante Rosalie Rayner pegaram o filho de uma das enfermeiras de sua universidade sem seu consentimento e submeteram-no a todo tipo de teste para condicionar sua conduta da maneira que Pavlov (outro comportamentalista) tinha condicionado seus cães.

Em uma primeira fase dos experimentos, cujas gravações ainda existem até hoje, o doutor ensinava o bebê uma série de animais e objetos para demonstrar que não causariam nenhum temor. Depois, enquanto o garoto se familiarizava com um pequeno rato branco, a assistente produzia um ruído estrondoso com uma barra metálica atrás de sua cabeça, de modo que o menino associasse a presença do animal com o terrível susto.

Nas seguintes sessões, os experimentadores descobriram que o menino não só chorava ante a simples visão do ratinho, senão que reagia com o mesmo medo ante os outros animais como coelhos, cães e macacos que antes não lhe assustavam. E Watson chegou ao resultado como parte da demonstração de que o condicionamento de Pavlov também funcionava em humanos.

Os experimentos daquele comportamentalista, no entanto, foram interrompidos quando a mãe de Albert levou a criança do hospital e desapareceu sem deixar rastro.

Então vou afirmar: “Existe uma alma entre o ambiente e o sujeito”. Roberto Lázaro Silveira.

 

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