RSS
 

O vício e a emergência espiritual

por: Roberto Lazaro Silveira

Este é um capítulo do livro entitulado A Busca do Ser, escrito por Grof e esposa, que vou apresentar-lhes na íntegra. Vale a pena ler e reler com muita atenção!

Há duas conexões entre a emergência espiritual e a dependência química que são baseadas em nossas observações informais; esperamos que elas ajudem para uma maior compreensão dos problemas do vício e da emergência espiritual.

Algumas pessoas apelam para o alcoolismo tornando-se dependentes de drogas ou de outros vícios durante uma emergência espiritual. Estamos encontrando cada vez mais pessoas em processo de transformação que apelaram para substâncias que causam dependência, numa tentativa de suavizar o desgaste desse período intenso.

O álcool, assim como as demais drogas, proporcionam uma fuga temporária das pressões, da dor, do caos do mundo interior e da alienação que uma pessoa pode sofrer em relação ao mundo exterior. Isso pode ser complicado se, num estado de perturbação, a pessoa buscar a ajuda de um psiquiatra solidário, mas desinformado, que prescreva tranqüilizantes que causem dependência.

Embora o uso moderado de tranqüilizantes possa ser indicado em algumas situações, seu uso freqüente para suprimir o processo é contrário à expressão máxima exigida durante uma emergência espiritual.

E para muitas pessoas — especialmente para aquelas com tendência para o vício — é fácil fazer uso desses medicamentos de maneira abusiva. Além disso, uma das manifestações primárias de experiências como o despertar da Kundalini é uma tremenda energia.

Em especial durante os estados altamente estimulantes, uma grande quantidade dessa energia é expressa através de movimentos físicos e exaltação emocional, em geral exaurindo os recursos físicos da pessoa.

Como conseqüência, ela se vê sonhando com doces, precisando substituir os carboidratos que foram consumidos. E dos doces às bebidas alcoólicas, como o vinho do Porto, que tem um elevado teor de açúcar, a distância é muito pequena.

Muitos viciados e alcoólatras têm uma sensibilidade, intuição ou natureza mística altamente desenvolvida que, embora buscadas em outras culturas, causam-lhes problemas no mundo moderno e contribuem para o seu comportamento de viciados.

Isso fica patente quando percebemos que uma das afirmações mais freqüentes feitas por pessoas em recuperação é “Sempre me senti diferente, como um pária. Mas quando tomei o primeiro drinque ou outro tipo de droga, a dor da separação desapareceu e senti como se eu tivesse o meu espaço”.

Como já mencionamos, para muitas pessoas essa sensação de ter um espaço pode ser a triste caricatura de um estado místico de união, a pseudo-satisfação de um desejo intenso por uma grande sensação de si mesmas.

Mas pode haver uma outra razão para esse comportamento, que também está ligado ao impulso inato do homem para a emergência espiritual. Um grande número de pessoas que se tornam viciadas em alcool ou outras drogas cresceu em famílias desorganizadas, muitas vezes em situações de abuso emocional, físico e sexual, em geral com pais quimicamente dependentes, seja de alcool ou outras drogas.

A médium Anne Armstrong descreve em suas palestras a violência emocional na sua família, o que a motivou a desenvolver e contar com sua aguçada natureza intuitiva como um modo de sobrevivência. Onde os mecanismos comuns de combate falhavam, ela se tornou capaz, através de uma forte intuição crescente, de passar a perna e superar as pessoas que a ameaçavam.

Este parece ser o caso de muitas pessoas que se desenvolveram nessa atmosfera: incapazes de progredir com êxito aproximando-se diretamente dos membros da família, elas aperfeiçoam suas inclinações psíquicas sensitivas e naturais.

Os filhos de pais embriagados e irritadiços aprendem rapidamente caminhos instintivos para cuidar de si mesmos; talvez ensinem a si próprios a compreender o humor e os gestos dos pais ou a prever suas ações através de impressões precognitivas.

Essas crianças em geral se voltam para o seu mundo interior em busca de proteção, conforto e sensação de ter um espaço; elas podem fugir sonhando acordadas, criando amigos e aventuras imaginárias ou lendo durante horas.

Sao capazes de passar grande parte do tempo junto à natureza ou praticando esportes, ou podem encontrar seu caminho na igreja local. Podem desenvolver um forte relacionamento com sua índole mística ou criativa e ter verdadeiras experiências espirituais ao longo do caminho.

Para essas pessoas, a emergência espiritual pode começar na infância — iniciada, como são muitos outros processos a transformação, por um desgaste físico ou emocional extremo. Então, depois de anos aprimorando sua intuição, elas ingressam na nossa cultura – vão à escola, formam o seu grupo e, depois, arranjam um emprego. Então são forçadas a viver diariamente numa sociedade em que a racionalidade é a maneira de agir aceita e a intuição é vista como debilidade ou fraqueza.

Elas passam a sofrer uma dor terrível e uma rejeição constante como se quisessem se enquadrar num mundo construído em torno da lógica e da razão. Podem também sentir um desejo estranho de voltar aos domínios interiores que lhes dão consolo, segurança e um relacionamento com algo além dos seus sofrimentos pessoais. Quando o primeiro gole ou droga acontecem, seus problemas parecem estar resolvidos.

Seu sofrimento diminui e suas diferenças se difundem à medida que seus limites individuais parecem dissolver-se e ingressar num estado de pseudo-unidade. Elas ficam mais à vontade socialmente quando participam de uma atividade altamente aceitável. Se têm predisposição para o alcoolismo ou para a dependência de outros tipo de drogas, como seus pais devem ter tido, podem tornar-se viciados num curto espaço de tempo.

Estas observações a respeito da relação complexa do vício do alcool e outras dependências químicas com a emergência espiritual são apenas um começo; com o tempo, muitas outras observações surgirão e também poderão ser o assunto de uma pesquisa séria.

Sentimos que isso é essencial tanto no tratamento da dependência química como no da emergência espiritual para a pessoa em crise, assim como para seus familiares, para que tenham consciência da ligação entre os dois tratamentos.

Se a pessoa estiver numa emergência espiritual, é preciso tomar cuidado com o abuso de drogas, (em especial quanto às permitidas por lei como alcool e tabaco); se tiver problemas com dependência química, poderá ser-lhe útil procurar por outros indícios de uma emergência espiritual.

É importante para os profissionais que trabalham na área do vício reconhecer e encorajar as dimensões intuitivas, criativas e espirituais dos seus clientes e oferecer-lhes programas nos quais esses aspectos possam ser desenvolvidos.

O fato de o alcoolismo e de a dependência de drogas, assim como de outros vícios, serem em muitos casos uma forma de emergência espiritual, tem implicações de longo alcance. Por exemplo, há milhões de pessoas nos Estados Unidos, na União Soviética, no Japão, na Europa e na Austrália, assim como em outras regiões do mundo, que estão sofrendo a destruição causada pelo vício que leva ao alcoolismo e outras drogas.

Um dos nossos sonhos é que, com uma orientação dedicada e com compreensão, cada um dos incontáveis viciados e alcoólatras que estão oscilando à margem do renascimento dêem o passo em direção a um estilo de vida espiritual; talvez, se essas pessoas encontrarem um grau de serenidade interior, terão um impacto positivo na comunidade mundial enquanto ela luta pela paz.

 

Vigorexia – Entrevista ao Câmera 11 da Record

por: Roberto Lazaro Silveira

A entrevista acima foi realizada pela TV Candelária, a Rede Record de Rondônia. Os entrevistadores foram os apresentadores Emerson Lopes e Everton Leoni.

O Câmera 11 é a revista eletrônica de maior sucesso na televisão de Rondônia. Apresentado por Emerson Lopes, Léo Ladeia e Luana Najara o programa leva notícias, opiniões, entrevistas e reportagens, tudo isso recheado de muita irreverência e bom humor. No ar de segunda a sexta , animando o horário do almoço do telespectador, o Câmera 11 inovou o jeito de se fazer televisão no Estado, unindo muita informação com alto astral e os comentários inteligentes de Léo Ladeia.

 

Psicodiagnóstico Infantil – Anamnese

por: Roberto Lazaro Silveira

Dicas de questionamentos durante anamnese para elaboração do psicodiagóstico infantil. Quem tiver  mais dicas faça um comentário (será moderado e publicado).

Deve-se obter o máximo de informações e detalhadamente sobre a queixa para os pais ou responsáveis pela criança. Houve queixa antiga diferente da atual? Caso positivo perguntar o que mudou, ou seja, comparar a queixa atual com a antiga. Observe abaixo algumas questões que podem ser úteis:

  • Quando iniciou-se o problema?
  • Qual foi a atitude da  criança? (comportamento frente o problema)
  • Qual foi a atitude dos pais ou demais pessoas que residem na casa? (comportamento frente ao problema)
  • Como os  pais reagem? (batem, reclamam, gritam)
  • Como foi a  concepção? (desejado, sentimento dos pais quando souberam, tempo de casados, antes de casar)
  • Houve irmãos abortados ou natimortos? (motivo)
  • Quantos irmão? (meninos, meninas) Qual posição cronológica ocupa? (mais novo, do meio)
  • O que a  mãe lembra do período de gestação?
  • Qual expectativa quanto ao sexo do bebê? (esperava menino ou menina)
  • Ocorreu hemorragias, acidentes, agressões, brigas ou discussões na fase pré-natal?
  • A mãe ingeriu drogas durante a gestãção? (cigarro, álcool, cocaína, psicotrópicos)
  • A mãe teve depressão na fase pré-natal  ou pós parto? (o que acontecia)
  • Qual foi o tempo de gestação  e tipo de parto? (assisténcia médica, parteira)
  • Qual a atitude da família antes e depois do  parto?
  • Ocorreram problemas de pele no primeiro ano de vida? (qual o tratamento)
  • Quem cuidou da  criança quando a mesma começou a diferenciar as pessoas?
  • Quais ocorrências frequentes durante primeiro ano de vida 0 – 1 ano? (gases, problemas alimentares, refluxo)
  • Mamou até quanto tempo de vida? (mãe fala: “nossa detestava” ou adorava amamentar)
  • Quem determinou a alimentação fornecida ao bebê? (nutricionista, sogra)
  • Porque e como parou de ser amamentado?
  • O que a mãe ou cuidadoras fazia quando a criança chorava? E o pai?  (dava chupeta, mamadeira, batia)

 

Sobre o desenvolvimento psicomotor:

  • Quando sentou sem  apoio?
  • Quando andou?
  • Quando falou?
  • Já gaguejou ou está gago?
  • Quem ensinou a  criança durante as estapas motoras acima?
  • Ocorreu algo durante esta fase que chamou atenção dos pais? (fase motora)
  • Durante o ato de urinar a criança segura, faz na roupa ou não é  notado nada de anormal?
  • Destrou ou canhoto? Foi forçado a  usar a direita?
  • Se for uma criança agitada: Tem noção de perigo? Alimenta-se corretamente? Consegue brincar de pular corda ou outras que exigem equilíbrio?
  • Veste-se, escova os dentes, toma banho, penteia o cabelo  sozinho?
  • Como é o  sono?
  • Até quando  dormiu com os pais? Como separou de quarto?
  • Houve perdas de entes queridos como avós?
  • Quais doenças a criança teve? Houve internação?
  • A criança é preocupada com  a saúde? Quando sabe que está doente aceita, resiste ou é indiferente?

 

Interação com outras crianças:

  • É sociável ou retraído? Possui muitos amigos?
  • Se é lider – decide as brincadeiras?
  • A criança presenciou algum  desastre ou incêncio? (fatos traumatizantes)

 

Sexualidade

  • A criança já é curiosa? (masturbação)
  • O menino segura muito no órgão genital?
  • A menina coloca os dedinhos?
  • A criança  alguma vez viu ou ouviu os pais durante o  ato sexual?
  • Qual atitude dos pais quando isto ocorre?

 

Escolaridade

  • Criança chora ou chorava ao  ser  deixada na escola?
  • Faz tarefas sozinha? Tira boas notas?
  • Sabe fazer contas?
  • Houve mudança de escola?
 

Identifique o Gyodai

por: Roberto Lazaro Silveira

Gyodai era um personagem inimigo dos Changemans, seriado apresentado em 1988 pela rede Manchete. Os Changemans era composto por cinco integrantes do exército dos Defensores da Terra banhados pela Força Terrestre (Earth Force) e adquirem cada um os poderes de um densetsu-ju (animal lendário): Dragão (Change Dragon), Grifo (Change Griphon), Pégaso (Change Pegasus), Sereia (Change Mermaid) e Fênix (Change Phoenix).

Suas missões era lutar contra monstros espaciais. Então quando venciam o mostro, entrava em cena o famoso Gyodai que tornava gigantes os monstros vencidos.

Este personagem foi escolhido para ilustrar alguns casos clínicos que tenho tratado e estão relacionados aos conflitos que temos com outros no dia a dia e depois levamos a pessoa para casa em nossa mente e ficamos imaginando algumas possíveis respostas ou até mesmos agressões físicas e premeditando um possível reencontro para vingança.

Talvez nem veremos mais a pessoa com quem tivemos o contratempo que durou apenas minutos e ampliamos para dias meses… Então inclua este conhecimento tornando-o capaz de gerar um autoconhecimento sobre ti mesmo. Procure identificar o Gyodai dentro de você e conhecer as razões que o fazem aparecer, desta maneira será possível vencê-lo. Ja ouviu falar em fazer tempestade em copo d’agua ou tornar um probleminha um problemão? ….. são complexos identificáveis ao redor do mesmo núcleo arquetípico. Ajuda muito à derrotar o Gyodai quando assumimos a seguinte linha de pensamento: “Eu tenho valor, sou único no mundo….” Ninguém é inferior ou superior em tudo ou nada. Pense nisto!

 

Inflamação Causada por Câncer Diminui com Psicoterapia

por: Roberto Lazaro Silveira

Terapia psicológica diminui o nível de inflamação em pessoas com câncer de mama, segundo pesquisa realizada na Universidade de Ohio, EUA, e publicada pelo jornal Psychosomatic Medicine, citado na revista eletrônica Science Daily. ”Antes sabíamos que a inflação estava associada aos sintomas de depressão mas não sabíamos que ao tratar a depressão afetaria a inflamação”.

Foram feitos exames de sangue e avaliações psicológicas individuais por um ano. “Este estudo mostra que ajudando o paciente de câncer a combater a depressão ele também terá menos inflamação”, diz o Dr. William Carson, professor da Divisão de Oncologia do James Cancer Hospital e do Instituto de Pesquisas Solace.

A pesquisa foi feita juntamente com o Departamento de Psicologia da Universidade de Ohia, EUA. “Quem partipou da pesquisa apresentou diminuição nos sintomas de depressão (fadiga e dor) e nos marcadores de inflamação”. Parece que a solidão dos pesquisadores faz com que eles desconheçam inúmeros trabalhos que afirmam que a doença nasce nasce no espírito (emoção) e não ao contrário, isto é, no corpo fisico para depois ir para o emoção-espiritual.

Clique aqui para ler o artigo completo em Inglês.

Fonte: José Joacir dos Santos.

 

Vaidade

por: Roberto Lazaro Silveira

Uma pessoa vaidosa idealiza uma imagem pessoal para transmitir aos outros, com o objetivo de ser admirada. Mostra com extravagância seus pontos positivos e esconde seus pontos negativos.

A vaidade é mais utilizada também hoje para estética, visual e aparência da própria pessoa. A imagem de uma pessoa vaidosa estará geralmente em frente a um espelho.

 

CLIQUE AQUI PARA VISITAR O UOL NAMORO E CONHECER ALGUÉM ESPECIAL PRA VOCÊ!

 

Para a psicanálise de Freud a vaidade está ligada ao narcisismo, assim, atribuímos à feminilidade maior quantidade de narcisismo, que também afeta a escolha objetal da mulher, de modo que, para ela, ser amada é uma necessidade mais forte que amar.

A inveja do pênis tem em parte, como efeito, também a vaidade física das mulheres, de vez que elas não podem fugir à necessidade de valorizar seus encantos, do modo mais evidente, como uma tardia compensação por sua inferioridade sexual original.

Eis o “enigma da natureza feminina”: “anatomia é destino”. Para Freud, passividade, masoquismo, frigidez, vaidade, são atributos da constituição feminina, resultado da consciência de nossa castração e conseqüente inveja do pênis; esta inveja será substituída pelo desejo de ter um bebê – preferencialmente masculino, para quem a mãe transfere a ambição que ela foi obrigada a suprimir. A maternidade, esse complexo e insubstituível motor da vida, teria então sua origem em um sentimento menor, o da inveja.

Também para Freud a vaidade, quando bem administrada, é o motor das realizações.

A vaidade é o ponto fraco do herói Sansão na mitologia.

A vaidade é considerada o mais grave dos pecados capitais.

 

Plano de saúde que não permite acesso direto ao psicólogo é plano de doença!

por: Roberto Lazaro Silveira

Fico surpreso em saber que existe plano de saúde obrigando seus associados a passar pelo psiquiátra antes de procurar o psicólogo e depois de algumas consultas com o psicólogo obriga ainda a passar por uma avaliação do psiquiátra para saber se precisa de novas sessões de terapia.

Isto é um conto do vigário, pois, psicologia não é nem mesmo área médica, logo, médico algum possui competência para avaliar o trabalho de psicólogo e isto consiste em falta de ética do lado do psicólogo que aceita e do psiquiátra que experimenta este ridículo caso de narcisísmo. Observe abaixo o princípio de número 6 que fundamenta a existência da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), observe,

“6 – A diferença entre a saúde e a enfermidade psiquiátrica é antes de tudo uma questão da qualidade das manifestações mentais e comportamentais apresentadas pelos indivíduos e pelos seres humanos grupalmente, que definem sua clara patologia.”

Nota-se claramente que a pessoa além de pagar altos impostos e ainda o plano de saúde medíocre, é obrigada a estar doente mental (quando as qualidades das manifestações mentais e comportamentais são intensas) para usufruir do plano pago a duras penas. Não tem direito a procurar o psicólogo enquanto ainda está saudável evitando a enfermidade e necessidade de psiquiátra e o que é mais terrível: ficar dependente de remédios psicotrópicos que matam por ano mais do que os acidente de trânsito.

Para promoção de saúde o contratante do plano de saúde, ou seja, você! deve exigir de seu plano o livre acesso ao psicólogo antes que necessite da psiquiatria  – doutrina das doenças mentais e do respetivo tratamento. Se a psiquiatria consta no dicionário como tal doutrina das doenças, então o plano de saúde necessita de doentes. Pense nisto:

Você passa por um constrangimento e isto fica perturbando seu dia-a-dia. Seu plano de saúde não permite o acesso ao psicólogo para sanar este pequeno incomodo e com o passar do tempo outro acontecimento não resolvido soma energia ao primeiro.

Após determinado tempo ocorre algo muito grave e somado aos pequenos fatos anteriores surge a doença mental e em decorrência a psicossomática – ex. hipertensão arterial, logo, uma doença pré-exitente irá aumentar  o valor do plano de “saúde” (seguradora)!,  o lucro da  indústria farmacêuta e dos psiquiátras inescrupulosos que submetem-se ao terror em questão. Observe o pronunciamento do PHD. Gary Null e outros no vídeo abaixo denominado “PSIQUIATRIA, UMA INDÚSTRIA DE MORTE” e tire suas próprias conclusões!

http://www.youtube.com/watch?v=Q3mIlvg4vQ0

PARA RECEBER ESTE VÍDEO DE GRAÇA EM SUA RESIDÊNCIA BASTA CLICAR AQUI E PREENCHER O FORMULÁRIO. PARA VIR LEGENDADO EM PORTUGUÊS SELECIONE BRASIL NO CAMPO “Country” DO FORMULÁRIO.

 

Psicologia Clínica

por: Roberto Lazaro Silveira

A palavra psicologia clínica foi aplicada de forma publicamente notada pela primeira vez em 1896, naquela ocasião dizia respeito a processos diagnósticos empregados na clinica médica, destinados a crianças deficientes físicas e mentais. Isto significa que a psicologia clínica não passou a existir a partir de 1896, pois, se notarmos algumas de suas definições podemos fazer uma correlação com ações exercidas na antiguidade pelos filósofos, muitas vezes aplicadas em seus discípulos da mesma forma que ocorre hodiernamente.

Os trabalhos realizados em clínicas psicológicas no período em que a expressão psicologia clínica inicia seu reconhecimento não se configuravam como a prática clínica da atualidade, mas eram direcionados para a avaliação e para o tratamento de problemas de comportamento e de aprendizagem de crianças em idade escolar, desse modo, abrangia o campo do que hoje é a psicologia escolar.

Pode-se definir psicologia clinica como sendo uma das subáreas de atuação da psicologia que destina-se a investigar e intervir no âmbito da saúde mental. O psicólogo clínico possui a especificidade de aperfeiçoar aspectos interpessoais e intrapessoais, além dos aspectos relacionados à história de vida do paciente. A ação desse profissional é requerida em situações de crise individual ou grupal, ou quando sucedem perturbações de comportamento ou personalidade.

Em seu trabalho com os pacientes o psicólogo clínico deverá utilizar uma abordagem psicológica para desenvolver suas atividades. Dentre elas podem-se citar as abordagens comportamental, a psicanálise, a gestalt, dentre outras, estando as técnicas e os métodos vinculados a essas abordagens.

Na psicologia clínica pode-se desenvolver atividades de psicoterapia individual ou coletiva, atendendo um público que compreende desde bebês até idosos.

Além disso também é possível realizar aconselhamento, psicológico, orientação familiar, orientação vocacional e psicodiagnóstico. As atribuições do psicólogo clínico não se limitam à uma perspectiva curativa (aspectos psicopatológicos) mas também relacionam-se a prevenção, redução das situações de risco e a melhoria da qualidade de vida.

 

Gagueira Infantil

por: Roberto Lazaro Silveira

A disfemia, conhecida popularmente como gagueira ou gaguez, é a mais comum desordem de fluência da fala, atingindo cerca de 2 milhões de pessoas no Brasil e mais de 60 milhões de pessoas em todo o mundo.

Os sintomas mais evidentes da gagueira são a repetição de sílabas, os prolongamentos de sons e os bloqueios dos movimentos da fala, sobretudo na primeira sílaba, no momento em que o fluxo suave de movimentos da fala precisa ser iniciado.

Também usam-se os termos tartamudez, disfemismo ou disfluência. Além de gago, o indivíduo que apresenta disfemia recebe o nome de disfêmico, tartamudo, balbo (de balbuciar) ou tardíloquo. Tal desordem além de dificultar a comunicação da pessoa faz com essa se sinta diferente das outras, diminuindo seus diálogos dentro e fora de casa.

Na mairia dos casos inicia-se entre 2 e 5 anos de idade com uma gagueira normal, já que falam há pouco tempo e não se sentem seguros ao pronunciar frases montadas. Nessa fase é que a gagueira pode ser fixada (caso seja psicológica).

Normalmente, este distúrbio é transitório, apenas uma minoria das crianças que apresentam disfemia em tenra idade, cerca de 1% ou 2%, necessitará de tratamento especializado. Estes poucos casos que persistem por mais tempo do que o habitual podem estar associados a uma história familiar de gagueira, sugerindo uma predisposição hereditária.

Uma característica que pode estar relacionada com a tendência de a gagueira tornar-se um problema persistente é o surgimento de sintomas adicionais, como: fazer caretas, contrair os olhos ou bater o pé. Nestes casos em que a criança já tem plena consciência do problema e também percebe que sua fala pode ser julgada como fora do padrão normal, ela tende a adotar comportamentos de evitação, muitas vezes preferindo ficar em silêncio a interagir verbalmente.

Neste estágio, na falta de tratamento especializado, a maioria das crianças com gagueira começa a se retrair e ter sua auto-estima prejudicada. O bullying escolar é uma possível complicação à qual pais e professores devem estar muito atentos.

Não se sabe ao certo as causas para este distúrbio que pode ter ligações a fatores genéticos, psicológicos e neurológicos. A gagueira genética é provocada por uma disfunção de áreas cerebrais responsáveis pela fala ou por alterações estruturais nestas áreas.

A gagueira neurológica é mais rara, porém pode ser detectada facilmente, pois esta é a única forma de gagueira que não melhora ao cantar, ao interpretar ou ao mudar a tonalidade de voz. A gagueira classificada como psicológica deve ser tratada com um psicanalista que estudará o caso e aplicará o tratamento adequado. Já a gagueira genética e neurológica deve ser tratada com um fonoaudiólogo que deverá fazer uma avaliação e logo após iniciar terapias planejadas.

A gagueira psicológica é adquirida, ou seja, desenvolve quando a pessoa tem pais ansiosos, exigentes e agressivos, quando a pessoa passa por momentos traumáticos como acidentes, assalto, estupro, etc., problemas insuportáveis que geram conflitos interiores e outros que são liberados na hora de falar.

O tratamento da gagueira psicológica sendo a mais comum, consiste em tratar a família de forma em que todos estejam envolvidos no processo. Os pais devem procurar o psicoterapêuta para fazer um provável diagnóstico através de uma entrevista detalhada. Caso fique comprovado que a atitude dos pais em relação á criança contribui para a cagueira, os mesmo devem manter-se em terapia visando o autoconhecimento a fim de identificar quais suas ações agravam o quadro da criança.

Geralmente a criança torna-se disfêmica ou gaga em determinado momento de sua vida, ou seja, não nasce gaga, este momento pode ser em resposta a atitudes punitivas dos pais. Vejamos o seguinte caso clínico: Os pais de Joãozinho (5 anos) eram considerados ausentes, pois, trabalhavam em período integral saindo de casa de manhã e retornando somente á noite.

Por chegarem em casa estressados qualquer pergunta do menino, típica da idade onde aflora a curiosidade, era respondida de forma ríspida pelos pais que estavam cansados e cheios de problemas para resolver, haviam recebido do chefe grosserias e automaticamente por falta de autoconhecimento devolvia as mesmas para o filho.

Certo dia Joãozinho estava aguardando o pai junto com a mãe que estava de folga e quando o pai de Joãozinho chegou percebeu que o menino estava na janela do quarto e poderia cair e ferir-se, então o menino espera que o pai que estava o dia fora de casa, o pegasse no colo e desse algum carinho, no entanto, levou a maior bronca por estar na janela antes de qualquer outro gesto.

O pai agiu daquela forma porque não queria que o filho se machucasse, no entanto, colocou muita energia que estava reprimida em seu inconsciente devido ao estresse daquele dia, então “descontou” no Joãozinho que a partir daquele dia passou a gaguejar.

Os pais de Joãozinho me ligara após 6 meses do acontecimento, pois, o menino não parou de gaguejar e estava sendo vítima de colegas de escola que zombavam do menino, logo, não queria ir mais a escola. Em entrevista detectei os problemas.

O pai se comprometeu a entrar em terapia onde discutimos formas de descarregar as energias negativas, entre elas a redução da carga de trabalho e prática de exercícios físicos. Através do autoconhecimento adquirido pelo pai, o mesmo pode fornecer as informações para a mãe de Joãozinho e ambos comprometeram-se a negociar sua carga de trabalho de froma que pudessem passar algumas horas com Joãozinho de corpo e alma, ou seja, seria para ele mesmo toda a atenção e paciência necessária.

Após 4 meses de terapia e mudança de rotina o menino havia parado totalmente de gaguejar ao mesmo tempo em que melhorava seu desenpenho na escola. Observem que não foi necessário neste caso o auxílio do fonoaudiólogo nem mesmo a criança estar em terapia ou ser medicada com psicotrópicos o que poderia causar sequelas irreversíveis. Através da colaboração do pai e autoconhecimento proporcionado pela psicoterapia foi possível melhorar o dia a dia assim como a comunicação na família e curar a gagueira do menino de 5 anos de idade.

 

Modelo de Atestado Psicológico

por: Roberto Lazaro Silveira

Supervisão online psicologo – laudo psicológico – casos psicológicos – psicólogo

É DIREITO POR LEI A ACEITAÇÃO DE ATESTADOS EMITIDOS POR PSICÓLOGOS POR PARTE DAS EMPRESAS.

Você é um profissional de área e gostaria que supervisione seu laudo? Fale comigo através do número (16) 99311.0888.

Modelo I

ATESTADO

Atesto, para os devidos fins, que o Sr. (Nome do solicitante) encontra-se em acompanhamento psicológico para tratar de sintomas compatíveis com CID V.6281. (CID ou DSM não são obrigatórios para psicólogo) ——-

Nome da cidade, dia, mês, ano,

Nome do Profissional

Nº de inscrição no CRP

 

Modelo II

ATESTADO

Atesto, para fins de comprovação junto a (nome a quem se destina), que o Sr. (Nome do Solicitante), apresenta sintomas relativos a angústia, insônia, ansiedade e irritabilidade, necessitando, no momento, de 3 (três) dias de afastamento de suas atividades laborais para acompanhamento …* (ou para repouso, ou indicar a razão). —————————–

Cidade, dia, mês, ano

Nome do psicólogo

Nº de inscrição no CRP

Obs.: A finalidade indicará a informação a ser prestada e/ou pedido. Entretanto, a estruturação obedecerá sempre esta configuração de simplicidade, clareza e concisão.

É de direito por lei a aceitação de atestados emitidos por psicólogos por parte das empresas.

Fonte: Resolução CFP 007/2003

 

Atestado Psicológico

por: Roberto Lazaro Silveira

É DIREITO POR LEI A ACEITAÇÃO DE ATESTADOS EMITIDOS POR PSICÓLOGOS POR PARTE DAS EMPRESAS.

Desde 1996, o Conselho Federal de Psicologia criou a resolução 015 composta de 7 artigos onde regulamenta a emissão de atestado psicológico.

Portanto, o psicólogo tem o poder de emiti-lo caso avalie que o paciente não se encontre em razoável condição físico-comportamental ou psicológica para exercer sua função onde atua, como por exemplo: empresas, lojas, escolas entre outros.

RESOLUÇÃO CFP nº 015/1996

Ementa: Institui e regulamenta a concessão de ATESTADO PSICOLÓGICO para tratamento de saúde por problemas psicológicos.

O Conselho Federal de Psicologia, no uso de suas atribuições legais e regimentais:
Considerando que o psicólogo é um profissional que atua também na área da saúde, com fundamento, inclusive, na caracterização efetuada pela OIT, OMS e CBO;

Considerando que o parágrafo 1º. artigo 13º da Lei nº. 4.119 de 27 de agosto de 1962 estabelece que é função do psicólogo a elaboração de diagnóstico psicológico;

Considerando que o psicólogo pode diagnosticar condições mentais que incapacitem o paciente para o trabalho e/ou estudos; Considerando que o psicólogo pode diagnosticar condições mentais que ofereçam riscos para o paciente e para o próprio meio ambiente onde se insere;
Considerando que para o devido restabelecimento do equilíbrio mental do paciente é muitas vezes necessário seu afastamento das atividades laborais ou de estudos;

Considerando que tal medida visa, sobretudo, a promover a saúde mental, garantir as condições de trabalho necessárias ao bem estar individual e social, valorizando os direitos do cidadão;
Considerando, ainda a ampla repercussão da resolução nº. 07/94, as discussões ocorridas em várias instâncias e o deliberado no II Congresso Nacional de Psicologia.

Resolve:
Art. 1º É atribuição do psicólogo a emissão de atestado psicológico circunscrito às suas atribuições profissionais e com fundamento no diagnóstico psicológico produzido.

Parágrafo Único – Fica facultado ao psicólogo o uso do Código Internacional de Doenças – CID, ou outros Códigos de diagnóstico, científica e socialmente reconhecidos, como fonte para enquadramento de diagnóstico.

Art. 2º Quando emitir atestado com a finalidade de afastamento para tratamento de saúde, fica o psicólogo obrigado a manter em seus arquivos a documentação técnica que fundamente o atestado por ele concebido e a registrar as situações decorrentes da emissão do mesmo.

Parágrafo Único – Os Conselho Regionais poderão a qualquer tempo suscitar o psicólogo a apresentar a documentação que se refere o caput para comprovação da fundamentação científica do atestado.

Art. 3º No caso de o afastamento para tratamento de saúde ultrapassar a 15 (quinze) dias o paciente deverá ser encaminhado pela empresa à Perícia da Previdência Social, para efeito de concessão de auxílio-doença.
Art. 4º O atestado emitido pelo psicólogo deverá ser fornecido ao paciente, que por sua vez se incumbirá de apresentá-lo a quem de direito para efeito de justificativa de falta, por motivo de tratamento de saúde.

Art. 5º O psicólogo será profissionalmente responsável pelos termos contidos no atestado emitido, devendo cumprir seu mister com zelo e competência sob pena de violação, dentre outros, do art. 2º, alínea “m” do Código de Ética Profissional do Psicólogo.

Art. 6º Os casos omissos serão resolvidos pelos Conselhos Regionais.

Art. 7º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.


Clique aqui para acessar modelos de Atestados Psicológicos.

Clique aqui para acessar a Resolução CFP 007/2003.

 

Terapia de Casal

por: Roberto Lazaro Silveira

O primeiro passo para melhorar o relacionamento é a decisão, ou seja, quando o casal decide procurar ajuda está caminhando rumo á solução para os seus problemas no relacionamento. No momento em que inicia-se o processo de apoio terapêutico o psicólogo caminhará junto com o casal rumo ao objetivo.

No momento de crise o casal acaba se distanciando e deixando de lado o diálogo que é fundamental para um bom relacionamento, a comunicação torna-se tensa e difícil de ser conduzida.

Momentos difíceis não sinalizam o fim do amor, da admiração ou o término do relacionamento. Eles têm a função de sinalizar para o casal que algo está precisando ser reformulado, é necessário mudar, abrir mão, renunciar a algo menor para manter o relacionamento.

A distância entre os pares pode ser cinalizada com a elevação da voz durante as discussões, pois, geralmente se grita para quem está longe…. O silêncio indica uma distância ainda maior, pois, estão tão longe que nem mesmo a voz alcança, mesmo que no máximo de sua potência.

Deve-se perdoar e esquecer…. diante de uma crise uma das partes fica com medo das conseqüências futuras e procura fazer as pazes com o outro sem tocar no motivo da discórdia, ou sem chegar a um entendimento sobre o ocorrido, o problema não é resolvido, ele apenas é deixado de lado.

Caso não ocorra o perdão e o exclarecimento sobre os motivos do desentendimento assim como o arrependimento – mudança das ações – o fato continuará sendo prejudicial ao casal, porque quando houver um novo desentendimento, as questões antigas serão trazidas a tona e a situação poderá agravar-se.

Se nas primeiras crises ou desentendimentos o casal procurar alguém para auxiliá-los, os problemas de convivência ou o fim do relacionamento poderão ser evitados.

A função do terapeuta de casal não é dar palpites ou conselhos na vida das pessoas, mas sim identificar qual é o tipo de comunicação que prevalece no relaciomento, o que une o casal e principalmente como é a forma que ambos utilizam para expressar o afeto.

A terapia de casal tem como objetivos melhorar a comunicação, desenvolver habilidades para solucionar problemas, mudar padrões de comportamento destrutivos, aliviar as dificuldades na cama e, principalmente, reavaliar as crenças sobre o relacionamento.

Infelizmente, apesar da divulgação e da comprovada eficácia da técnica, muitos casais mostram-se resistentes na hora de procurar esse tipo de tratamento. O primeiro motivo de resistência, é ter que admitir que algo está errado, depois há a dificuldade de aceitar a interferência de uma terceira pessoa na relação, o receio do que os colegas e familiares irão falar, a resistência dos homens em falar sobre a sua intimidade e a insegurança com relação ao destino do relacionamento após o processo.

Se o seu parceiro é muito resistente e jamais irá aceitar a terapia como forma de reformular o relacionamento, o fato de somente uma das partes do casal procurar um profissional é capaz de surtir efeitos positivos no relacionamento.

Converse com o seu parceiro sobre a terapia e procure o auxílio de um profissional para evitar que as questões cotidianas, o acúmulo de mágoas, a falta de diálogo e o excesso de rotina levem a um desgaste irreversível do relacionamento.

 

Catarse

por: Roberto Lazaro Silveira

catarse

terapia holistica

psicologia simbólica

Para Jung existem quatro momentos na psicoterapia. O primeiro deles corresponde à catarse, análogo á confissão, prática ancestral associada a rituais de iniciação. Este exercício deve propiciar à pessoa demolir suas defesas internas ao compartilhar com alguém o que está sobrecarregando seu self. Assim, ao concretizar este mecanismo catártico, ela ingressa em uma nova fase de amadurecimento, é como se enxergasse o inimigo e agora pudesse focar sua mira. A catarse é um arquétipo, pois, desencadeia um complexo reconhecível independentemente do período histórico.

De acordo com Aristóteles, na “Poética”, catarse é o sentimento de terror e piedade que a tragédia – gênero poético – deve provocar nos expectadores, quando o herói, ou seja, o herói trágico, passa da ventura para a desventura por ter cometido algum “ato falho”. A catarse, então, seria a purificação dessas emoções.

A catarse é um símbolo, logo, possue uma amplitude que abrange variados âmbitos e acepções mas que sempre traduz a idéia de purificação, limpeza, libertação, superação feliz, consciente, no ato, de alguma forma de opressão, estranha à essência do ser, que influindo na expressão da sua verdade interior, corrompe e faz sofrer. Reconhecido o sofrimento ele terá começo meio e fim – “O choro pode durar uma noite; pela manhã, porém, vem o cântico de júbilo” (Salmos. 30: 5b).

Sigmund Freud utilizou-se deste conceito como um fundamento para sua teoria. Enquanto a poesia dramática inspira-se em moldes religiosos ancestrais, o modelo seguido pela psicanálise é o da simbolização poética. Freud descreve como estados catárticos o que Breuer induzia nos pacientes através da hipnose. Um meio de contornar as censuras estabelecidas pelo superego, e propiciar aos enfermos da mente a possibilidade de reviver seus traumas e, assim, superá-los. Com o tempo, porém, Freud substituiu este método pelo da associação livre de idéias, a ‘cura pela palavra’.

 

As Drogas são Todas Ilícitas

por: Roberto Lazaro Silveira

Não acredito que exista drogas lícitas, pois, o significado de ilícito não permite, observe: "Contrário à lei, à moral ou à consciência" – Dicionário Michaellis. Existem drogas proibídas e permitidas. Vejamos o cigarro, a grande maioria que fuma sabe que faz mal e ninguém em sã consciencia desejaria ser auto-maltratado. A pessoa não consegue parar de fumar devido á forte ação da nicotina que causa dependência física, a dependência emocional do cigarro dentre outros fatores, mas, sabe no fundo da consciência que não é lícito e sim permitido por lei.

As drogas não permitidas por lei são substâncias proibidas de serem produzidas, comercializadas e consumidas. Em alguns países, determinadas drogas são permitidas sendo que seu uso é considerado normal e integrante da cultura. Estas dorgas podem ser estimulantes, depressivas ou perturbadoras do sistema nervoso central, o que perceptivelmente altera em grande escala o organismo.

São drogas proibídas: maconha, cocaína, crack, ecstasy, LSD, heroína, morfina, skank, ópio dentre outras. Por serem proibidas, estas drogas entram no país ou são produzidas de forma ilegal através do tráfico e de laboratórios clandestinos que promovem a comercialização no mercado negro.

As drogas causam destruição da família, arritmia cardíaca, trombose, AVC, necrose cerebral, insuficiência renal e cardíaca, depressão, disforia, alterações nas funções motoras, perda de memória, disfunções no sistema reprodutor e respiratório, câncer, espinhas, convulsões, desidratação, náuseas e exaustão.

É importante esclarecer que a dependência das drogas é tratável através da psicoterapia e de medicamentos similares aos princípios ativos das drogas que causam dependência física juntamente com o tratamento psicoterápico da família em prol de melhorar o auxílio ao drogadicto a dependência poderá ser vencida a vida voltará ao normal – a pessoa retornará á viver livre da auto-destruição.

 

Timidez

por: Roberto Lazaro Silveira

A Timidez pode surgir como um desconforto e a inibição em situações de interação pessoal que interferem na realização dos objetivos pessoais e profissionais de quem a sofre.

Caracteriza-se pela obsessiva preocupação com as atitudes, reações e pensamentos dos outros. A timidez aflora geralmente, mas não exclusivamente, em situações de confronto com a autoridade, interação com algumas pessoas: contato com estranhos e ao falar diante de grupos – e até mesmo em ambiente familiar.

A timidez é um padrão de comportamento em que a pessoa não exprime (ou exprime pouco) seus pensamentos e sentimentos e não interage ativamente. Embora não comprometa de forma significativa a realização pessoal, constitui-se em fator de empobrecimento da qualidade de vida.

Deste ponto de vista, a timidez não pode ser considerada um transtorno mental. Aliás, quando em grau moderado, todos os seres humanos são, em algum momento de suas vidas, afetados pela timidez, que funciona como uma espécie de regulador social, inibidor dos excessos condenados pela sociedade como um todo, ou micro-sociedades.

A timidez funciona ainda como um mecanismo de defesa que permite à pessoa avaliar situações novas através de uma atitude de cautela e buscar a resposta adequada para a situação.

Timidez situacional: a inibição se manifesta em ocasiões específicas, e portanto o prejuízo é localizado. Por exemplo, a pessoa não experimenta dificuldades no amor, mas morre de medo de falar em público. A timidez situacional é a mais fácil de ser vencida, pois neste caso o indivíduo já possui mais habilidades sociais do que o tímido crônico, e grande parte do tratamento consistirá no aprimoramento das habilidades já existentes.

Timidez crônica: a pessoa experimenta dificuldades em praticamente todas as áreas do convívio social. Ela não consegue falar com estranhos, fazer amigos, paquerar, falar em público, enfim, o prejuízo é generalizado. Nesse caso é necessário um desenvolvimento completo dos recursos necessários para a interação com o mundo.

O tratamento para a timidez é a psicoterapia, durante o processo psicoterápico o paciente possivelmente tomará conhecimento das verdadeiras causas da sua timidez, ou seja, situações que foram vivenciadas e esquecidas apenas em parte e agora prejudicam a conquista de novos parceiros, falar em público, negociar de forma positiva e com maiores lucros, tocar um instrumento musical em público e muitas outras questões que exigem autoconfiança e autoestima.

A psicoterapia proporcionará através do autoconhecimento um aumento da autoestima e consequentemente aumentará também a autoconfiança da pessoa para que ela possa em pouco tempo romper esta barreira e facilitar o seu dia-a-dia.

Observe este caso : Ana é uma pessoa tipo capa de revista, linda e atraente por unanimidade, no entanto, ao interessar-se por rapazez Ana não consegue manter um olhar que transmita este interesse e que teria muita chance de sucesso, neste caso, bastaria um olhar. Por outro lado, sem a iniciativa de Ana a maioria dos pretendentes sentem-se acuados e não tem suficiente autoestima para tomar iniciativa além de não encontrar sinais verdes oriundos de Ana que mesmo estando com muita vontade fica inibida.

O que Ana descobriu durante a psicoterapia que mudou sua vida: Ana durante algum tempo de psicoterapia demonstrou ao psicoterapêuta fatos onde seus irmãos sempre diziam que ela era feia. Seu pai era um militar aposentado do tipo linha dura e castrador além de ser dependente de alcool e quando bebia ficava muito machista e repressor. Ana era a filha caçula em meio á 8 irmãos mais velhos sendo 10 anos de diferença para o mais novo dos irmão de Ana. A mãe de Ana era uma mulher muito respeitada na sociedade, uma socialite que frequentava salões de beleza famosos, academias e “vivia arrumada”, parecia competir com a filha.

Em contra partida o psicoterapêuta pode demonstar para Ana ressaltando algumas passagens contadas por ela sobre momentos onde ela teve sua beleza reforçada por várias pessoas de seu convívio. Ana contava ao terapêuta que ela recebia convites para desfilar e fotografar, a maioria dos homens elogiava Ana. E até mesmo ela se achava bonita.

Estes aspéctos mesmo relatados por Ana não tomavam conta de sua consciência em momentos onde ela expressava a timidez, neste caso, a timidez era despertada pelas lembranças dos acontecimentos no lar, e devido á carga afetiva por ser pai e irmãos Ana ficava tímida e reagia de forma hostil ás cantadas, não conseguia aceitar os convites para ser modelo nem mesmo conseguia bons empregos.

Então Ana teve seu momento, o momento de enxergar-se ou de desembaçar o espelho que seus entes queridos faziam questão de embaçar para que a imagem de Ana não fosse revelada á ela, e deste maneira preservariam o machismo hereditário. Hoje ela é casada e possue três filhas, consegue ter um excelênte diálogo com suas filhas e com seu marido. Quanto aos irmãos e pai Ana vive um relacionamento de amizade e respeito, também entendeu na psicoterapia que eles foram moldados por uma época machista em uma sociedade machista da década de 50 e pode perdoar conscientemente.

A beleza é questão de gosto e como todos sabem gosto não se discute, pois, cada um tem o seu. Talvez você ache que não tem beleza alguma, no entando, a pessoa que você acharia linda pode não compartilhar do mesmo gosto que você tem e te achar uma pessoa linda também, pois, a beleza está nos olhos de quem olha e no caso das mulheres as mesmas costumam enxergar pelos ouvidos. Seja gentil e cordial e surpreenda-se.

No caso da mulheres, saibam que alguns cuidados com a aparência são necessários, no entanto, não precisa ter um padrão de beleza exigido pela mídia para ser bela, invista em você mesma, apresente ao mundo boas maneiras e bom humor.

Cuide-se frequentando o salão de beleza pelo menos uma vez por semana, fica atenta ao seu sorriso, ele é um ótimo sinal de simpatia, por isto tenha confiança ao sorrir, se necessário procure um dentista regularmente, faça clareamento que hoje está muito barato, troque as amalgamas por resina. Consulte um dermatologista se não estiver satisfeita com a pele…. Estas últimas recomendações servem para elas e para eles. Cuidar de si causa autoestima que espanta a timidez.

 

Transtorno Obsessivo Compulsivo

por: Roberto Lazaro Silveira

Não é doença mental. Trata-se de um momento de desequilíbrio emocional onde a pessoa apresenta obsessões e compulsões, ou seja, possue idéias e promovem ações as quais a maioria das pessoas consideram anormais.

O indivíduo é dominada por pensamentos desagradáveis de natureza sexual, religiosa, agressiva entre outros, que são difíceis de afastar de sua mente, parecem sem sentido e são aliviados temporariamente por determinados comportamentos ritualísticos compensatórios.

Os rituais assim como as repetições são pensamentos recorrentes caracterizados por serem desagradáveis, repulsivos e contrários à índole da pessoa portadora de TOC.

Tais pensamentos não são controláveis pelos próprios pacientes e causam significativa perda de tempo, sofrimento pessoal e prejuízo aos afazeres cotidianos.

Ocorre o descontrole referente aos pensamentos, e às vezes surgem atitudes ou comportamentos que visam neutralizar a ansiedade causada por tais pensamentos. Assim, compulsões podem ocorrer secundariamente às obsessões.

As compulsões são comportamentos, gestos, rituais ou atitudes muitas vezes iguais e repetitivas, conscientes e quase sempre incontroláveis. Os pacientes mantêm a crítica sobre suas atitudes, percebem o fato como absurdo e não sabem ou não entendem o que está acontecendo.

Para melhorar o quadro e livrar-se de tais sentimentos é necessário a ajuda de um psicoterapêuta que promova o autoconhecimento para a pessoa em tratamento, este autoconhecimento irá sanar os sintomas produzidos assim como livrar a pessoa de algo devastador: Os medicamentos psicotrópicos. Vejam no vídeo abaixo como as doenças mentais são inventadas para a Indústria Farmacêutica.

 

Ansiedade

por: Roberto Lazaro Silveira


Geralmente pessoas ansiosas demais possuem em seu inconsciente grandes acontecimentos que foram parcialmente esquecidos e estes casos podem ser melhorados através do autoconhecimento proporcionda pela psicoterapia.

Observe acima o quadro ansiedade do Edvard Munch que a mãe morreu quando ele tinha 5 anos, a irmã mais velha faleceu aos 15 anos, a irmã mais nova sofria de doença mental e uma outra irmã morreu meses depois de casar; o próprio Edvard estava constantemente doente.

As manifestações físicas incluem inquietação motora, falta de ar, boca seca, sudorese, mal estar abdominal, aperto no coração, tensão muscular, dores, dificuldade para engolir.

A alternância psico-somática, ou seja, um mecanismo que temos para manter a lucidez o qual funciona enviando parte da dor mental para o corpo é notada em casos de ansiedade generalizada ou não. Pessoas ansiosas geralmente possuem alguma doença crônica, engordam – por comer demais e usam drogas – fumam demais, dentre outros mecanismos de fuga.

Possuem dificuldade de largar o vício do cigarro pois é um suporte ás emoções reprimidas, não conseguem seguir um plano saudável de vida embora estejam conscientes que certas ações são prejudiciais ás suas metas.

Se você percebe que algum transtorno como os citados acima te afetam, não os agrave com psicotrópicos para emagrecer ou largar o cigarro, procure pelo autoconhecimento através da psicoterapia.

Ansiedade, ânsia ou nervosismo é uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax e transpiração dentre outros sintomas particulares para cada indivíduo.

Geralmente a ansiedade surge frente ás adaptações, ou seja, ao mudar de cidade, de emprego… frente ao desconhecido, desafios como vestibular, concursos e entrevistas de empreto. Onde há ameaça ocorre comumento a ansiedade.

Juntamente com a ansiedade o corpo libera neuro-transmissores como a adrenalina que prepara para luta ou fuga.

Vejamos este parágrafo do companheiro Mário Rodrigues Louzã Neto: “Ansiedade é um sentimento humano normal, imprescindível para a vida cotidiana. Até uma certa intensidade ela é útil pois permite que a pessoa possa levar adiante seus projetos e anseios, impulsionando-a para a frente. A asniedade se torna uma doença quando sua intensidade é tal que começa a prejudicar o desempenho da pessoa em suas atividades.” (Neto, Mário R. Louzã, Psiquiatria Básica).

Freud em 1895 escreve sobre a “neurose de ansiedade” identificando duas categorias a saber:

1ª era um sentimento difuso de medo que surgia a partir de um desejo ou pensamento, tratável através da psicoterapia;

2ª um sentimento aterrorizante de pânico, acompanhado de descargas orgânicas e sentimento subjetivo de um terror tão intenso que muitas vezes chegava a sensação de morte. (Freud, S. _-Vol.II – Estudos Sobre a Histeria (1893-1895)). Dentro dos quadros de ansiedade, ele classificou essa última de “Neurose Atual”, que hoje é conhecida como “Síndrome de Pânico”.

Para controlar a ansiedade existem diversas técnicas como praticar exercícios físicos, meditação e psicoterapia. Desta maneira, através dos exercícios físicos estamos drenando o excesso de energia que agrava o quadro ansioso, meditação através da Youga, Tai-Chi dentre outros passamos a relaxar a mente e através da psicotapia garantiremos o autoconhecimento para que a fonte deste mal seja cessada e possamos atingir nossos objetivos de vida!

 

A Psicoterapia Promove Saúde Através do Autoconhecimento

por: Roberto Lazaro Silveira

O autoconhecimento promove saúde e a psicoterapia promove autoconhecimento. Assista ao trecho do vídeo acima! (esta primeira frase da legenda diz respeito aos artigos escritos pela indústria farmacêuta que paga á médicos para assinaram). Receba o vídeo original em casa sem custo algum, maiores informações sobre o vídeo no final deste artigo – não esqueça de mudar o idioma para português no campo language do formulário: Clique aqui para preencher o formulário.

Após assistir ao vídeo sobre psicotrópicos, o qual a comissão dos direitos humanos envia gratuitamente para qualquer residência do Brasil, e somar as informações fornecida aos meus conhecimentos sobre o sistema médico tradicional do oriente, chequei a conclusão que os lucros com a produção de doenças estende-se aos planos de saúde.

O médico na Medicina Oriental Chinesa, atendia pessoas como o imperador por toda a vida, e ganhavam um gordo salário, no entanto, se o seu paciente ficasse doente o salário do médico era cortado até o mesmo voltar á gozar de plena saúde – devemos lembrar que para a Organização Mundial de Saúde – OMS, não existe doenças e sim doentes.

No ocidente alguns médicos assim como alguns planos de saúde lucram com as doenças, ou seja, necessitam de doentes para engordar seus cofres e os da indústria farmacêutica.

PLANOUNIMERD – Plano de Saúde ou de Doença? – Alguns planos, no caso da saúde mental são ineficientes, pois, tratam seus afiliados como doentes e não preocupam-se em provover saúde porque lucram com a doença, logo, obrigam as pessoas que usufluem do mesmo, quando com alguma perturbação mental, á procurar um psiquiátra (são raros os psiquiatras que tornaram-se psicólogos como Freud, Jung e Nise da Silveira) e se necessário o mesmo indica para um psicólogo. Os planos estão pagando um valor ridículo se comparado á tabela de consultas proposta pelo Conselho Federal de Psicologia. Desta forma fere o direito á autonomia e promoção de saúde do cidadão conveniado, pois, antes mesmo do transtorno psiquiátrico surgir a pessoa poderia ter evitado através do autoconhecimento promovido pelo tratamento psicológico e consequentemente os lucros com as doenças deixariam de existir.

Qual seria então um plano de saúde?

Saúde para a Organização Mundial de Saúde é o bem-estar físico, mental e social. Talvez você compartilhe com outros cidadãos que o melhor plano de saúde é comer bem e de acordo com seu biotipo, dormir bem, praticar esportes, ter uma vida sexual de boa qualidade e frequentar locais agradáveis para você dentre outros aspéctos que podem ser acrescentados por cada querido leitor…

Bem-estar físico: Para comer bem e descobrir o que comer com qualidade procure um nutricionista, o mesmo irá aferir sua massa corporal, medir, verificar seu nível de gordura e montar um cardápio personalizado para você e sua família. Procure um academia, que traduzido do inglês significa clube de saúde – Health Club.

Não faça exercícios de forma a prejudicar-se, você merece um bom Personal-Trainner pelo menos por algum período, para adaptar-se aos exercícios de forma correta, no entando, antes do Personal, se você for sedentário principalmente, procure um Fisioterapêuta e faça uma avaliação postural e se necessário contrate o mesmo para programas como RPG dentre outros para corrigir problemas posturais. Mesmo para praticar algum esporte, como voltar á  jogar bola por exemplo, ás vezes é necessário algum programa anterior de preparação.

Bem-estar mental: O tipo de promoção de saúde que facilitará alcaçar seu bem estar físico e social. Todos temos algum aspectos em nossa vida que precisa ser conhecido através da psicoterapia, durante algum tempo, pois, algo pode ter acontecido em algum momento que nos fez guardar o fato em nosso inconsciente e isto tem nos empedido de seguir um verdadeiro PLANO DE SAÚDE, de sermos amados e agir de maneiras saudáveis, por exemplo, um indivíduo sabe que fumar faz mal e gostaria de parar mas não para, ja procurou comportamentalistas, terapêutas ocupacionais, médicos que receitaram remédios controlados com vastos efeitos colaterais como a impotência sexual. Fizeram quase todo o esforço possível, no entando, não conseguiram largar o vício…

A função do psicoterapêuta é fazer com que a pessoa conheça os motivos que levaram-na á dependência química e que agem no inconsciente boicotando seu tratamento, ou seja, os inimigos invisíveis…

Desta forma, entrando em contato com o material inconsciente e conhecendo a si mesmo e ao inimigo ás chances de vencê-lo é muito maior, pois, se você não se conhece e não conhece o inimigo as chances de vencer são poucas, se você se e não conhece o inimigo mais chance de vencer. Conhecendo a você mesmo e ao inimigo, a vitória está em suas mãos e este é o objetivo da psicoterapia para promoção de saúde.

Saiba ser linda como você é... Nasceu gordinha... Linda... Vale procurar um psicoterapêuta para descobrir os inimigos invisíveis que estão dizendo para você ser outra pessoa...

Bem-estar social:  “É o bem comum, o bem da maioria, expresso sob todas as formas de satisfação das necessidades coletivas. Nele se incluem as exigências naturais e espirituais dos indivíduos coletivamente considerados; são as necessidades vitais da comunidade, dos grupos e das classes que compõem a sociedade”. (Meireles, 1976).

Procure frequêntar locais agradáveis e conviver com grupos sociais que possa contribuir para sua saúde. Talvez aquele amigo beberrão possa também adequar-se e manter seu fígado saudável, praticar exercícios físicos e ajudar você no seu objetivo, caso contrário passe a conviver com alguém determinado a seguir seu plano de saúde. “Diga com quem andas que te direi quem tu és” – Sócrates.

Estamos todos doentes… Existe livros chamados – DSM – Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders e CID10… neles qualquer pessoa da face da terra pode ser enquadrado em alguma doença mental, hoje a moda é Bí Polar. Se você não se conhece poderá cair nesse conto do vigário. Quando próximos á eventos agradáveis como nascimento de um filho ficamos eufóricos, por outro lado, quando falece algum ente querido ficamos em luto. São mecanismos naturais da humanidade que a indústria farmacêuta está disposta á lucrar com isto através de seus rótulos.

DSM, CID10 e outros rotuladores – São cada vez mais notáveis os indícios que levam a crer que foram patrocinados pela indústria farmacêuta por necessitar de doentes para vender remédios controlados sem base científica alguma ou quando existe é na maioria das vezes forjada em benefício das empresas que engordam os cofres de alguns psiquiatras quando são desonestos ou sociopatas. – Receba gratuitamente (no formulário mude o espaço language para Português) em sua residência o vídeo que compra estes fatos clicando no seguinte link: http://www.cchr.org/freeinfo.html?&locale=pt_BR#/free-information. Neste vídeo contém o seguinte:

As drogas psicotrópicas formam uma história de muito dinheiro. São drogas que alimentam uma indústria de 330 bilhões de dólares, sem uma única cura. Estas drogas matam agora ao redor de 42.000 pessoas anualmente. E o número de mortes continua aumentando.

Mais de 175 entrevistas com advogados, peritos de saúde mental, as famílias das vítimas e os próprios sobreviventes, este chocante documentário retira a máscara das drogas psiquiátricas e expõe a brutal máquina de fazer dinheiro.

Ao documentar o impacto de uma indústria de multibilhões de dólares em drogas psiquiátricas, este vídeo revela a chocante verdade atrás da atual onda de violência que devasta nossos lares, escolas e comunidades.

Vale a pena investir em um Plano de Saúde Verdadeiro?