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Cannabis, de bandida á mocinha!

por: Roberto Lazaro Silveira

Flor de Cannabis

“Para os pesquisadores de cannabis, o resultado reforça o potencial do THC como tratamento para o alcoolismo e outras dependências químicas, como as causadas por crack e cocaína.”

Diante da tendência mundial da legalização desta planta, gostaria de compartilhar uma reportagem que li na Folha de São Paulo® pra reflexão sobre o tema.

“Um estudo com roedores realizado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) descobriu que o THC, princípio ativo da maconha, pode reduzir ou eliminar o efeito de fissura –a vontade extrema de repetição da dose– causado pelo álcool.

No estudo pré-clínico, verificou-se que os ratos tratados com THC não experimentaram um sintoma neurológico chamado de sensibilização, que é provocado pelo uso repetido de etanol em roedores e seres humanos.

Em ratos, a sensibilização é caracterizada por um aumento na atividade locomotora, enquanto em seres humanos, ela é uma das responsáveis pela busca da repetição da dose.

No experimento, um grupo de ratos foi submetido a injeções de etanol por 11 dias, e depois tratado com THC por quatro dias. Esses animais apresentaram a mesma atividade locomotora que os pertencentes ao grupo de controle, os quais não haviam sido expostos ao etanol.

Já os ratos submetidos a injeções de etanol, mas que não foram tratados com THC, apresentaram atividade locomotora cerca de cinco vezes maior do que os do grupo controle, sinal de que desenvolveram a sensibilização causada pelo álcool.

Para os pesquisadores, o resultado reforça o potencial do THC como tratamento para o alcoolismo e outras dependências químicas, como as causadas por crack e cocaína.

A sensibilização pode ser a transição entre o uso abusivo e a dependência disse Renato Filev, neurocientista responsável pelo estudo. Ela pode ser o gatilho que vai fazer com que o indivíduo retorne ao consumo. Se o THC pode neutralizar esse efeito, então talvez possamos usá-lo para evitar o desenvolvimento da dependência, completou o pesquisador da Unifesp.

OUTROS TESTES

No ano que vem, os pesquisadores pretendem realizar um estudo com seres humanos, para avaliar a eficácia de um extrato padronizado da cânabis no controle da dependência química.

Serão selecionados cem homens diagnosticados com dependência leve, moderada ou pesada em crack. Eles serão orientados a vaporizar o medicamento canábico ou o placebo, no caso do grupo controle nos momentos em que sentirem a necessidade de consumir crack.

Acreditamos que existe uma possibilidade do medicamento reduzir a fissura e, por conseguinte, o consumo em usuários problemáticos, avalia Filev.

A expectativa tem respaldo em outros experimentos. Um estudo realizado em 1999, também na Unifesp, acompanhou 25 usuários de crack durante nove meses. Os pacientes usavam cannabis para aliviar os sintomas da síndrome de abstinência e receberam tratamento psicoterápico.

Ao fim desse período, 68% dos usuários deixaram de usar crack e atribuíram à maconha um papel decisivo em sua abstinência.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2017/11/1934634-thc-pode-cortar-fissura-causada-por-alcool-diz-estudo-da-unifesp.shtml – acesso em: 09/01/2018.”

 

Vida Serena – Clínica de Reabilitação

por: Roberto Lazaro Silveira

A INTERNAÇÃO:
Atendemos os 3 modelos de internação: Voluntária (A pedido do próprio paciente), Involuntária (Com pedido da família e por indicação medica) e Compulsória (Por solicitação judicial) de acordo com a lei federal 10.216

UNIDADES CLINICAS DE INTERNAÇÃO:
Nossas unidades estão preparadas com estruturas combinadas para acolher todos os perfis de paciente, em ambientes seguros e saudáveis, com serviços de: hospedagem, Médicos, terapêuticos e alimentação adequados para cada forma de tratamento.

ACOLHIMENTO OU REMOÇÃO:
Quando se trata de indicação medica para internação involuntária ou compulsória, todo o cuidado, respeito e segurança no acolhimento são necessários para garantir o bem estar do paciente e dos familiares até sua internação.

A Clinica Vida Serena possui equipe própria, que é treinada para realizar o trabalho com toda a discrição e agilidade.
Ainda há opções através de parceiros em empresas especializadas de veículos especiais como ambulância ou veículos da própria clinica discretos sem qualquer identificação, que preserva o sigilo e garante a segurança no transporte do paciente até a unidade de internação.

COMO FUNCIONA O TRATAMENTO?
Quando as drogas ultrapassam a fronteira do lar, tornando um membro da família dependente químico, muitas vezes não sabemos o que fazer. Neste caso a escolha correta muda tudo.
Para garantir nosso principal compromisso, a doença é tratada a partir das causas biológicas, psíquicas e sociais que levaram a pessoa a desenvolvê-la.

O paciente é acolhido por uma equipe de médico, psicólogo, terapeutas dos 12 passos, professor de educação física, assistente social, enfermeiras, nutricionista, coordenadores, conselheiros e monitores, que atuam de forma interdisciplinar, cuidando individualmente do ser humano como um todo.

Intervenção Orientada: Técnica de Assessoramento familiar, Terapeuta especializada em Dependência Química e Família ajuda, com o auxílio da família a mostrar ao Dependente que não aceita ajuda que o melhor caminho e o tratamento.

Tudo isso está inserido em um projeto terapêutico, uma metodologia de trabalho exclusiva, que determina como cada profissional deve atuar no processo de recuperação.

VISITE NOSSO SITE E SEJA BEM-VINDO!

 

O vício e a emergência espiritual

por: Roberto Lazaro Silveira

Este é um capítulo do livro entitulado A Busca do Ser, escrito por Grof e esposa, que vou apresentar-lhes na íntegra. Vale a pena ler e reler com muita atenção!

Há duas conexões entre a emergência espiritual e a dependência química que são baseadas em nossas observações informais; esperamos que elas ajudem para uma maior compreensão dos problemas do vício e da emergência espiritual.

Algumas pessoas apelam para o alcoolismo tornando-se dependentes de drogas ou de outros vícios durante uma emergência espiritual. Estamos encontrando cada vez mais pessoas em processo de transformação que apelaram para substâncias que causam dependência, numa tentativa de suavizar o desgaste desse período intenso.

O álcool, assim como as demais drogas, proporcionam uma fuga temporária das pressões, da dor, do caos do mundo interior e da alienação que uma pessoa pode sofrer em relação ao mundo exterior. Isso pode ser complicado se, num estado de perturbação, a pessoa buscar a ajuda de um psiquiatra solidário, mas desinformado, que prescreva tranqüilizantes que causem dependência.

Embora o uso moderado de tranqüilizantes possa ser indicado em algumas situações, seu uso freqüente para suprimir o processo é contrário à expressão máxima exigida durante uma emergência espiritual.

E para muitas pessoas — especialmente para aquelas com tendência para o vício — é fácil fazer uso desses medicamentos de maneira abusiva. Além disso, uma das manifestações primárias de experiências como o despertar da Kundalini é uma tremenda energia.

Em especial durante os estados altamente estimulantes, uma grande quantidade dessa energia é expressa através de movimentos físicos e exaltação emocional, em geral exaurindo os recursos físicos da pessoa.

Como conseqüência, ela se vê sonhando com doces, precisando substituir os carboidratos que foram consumidos. E dos doces às bebidas alcoólicas, como o vinho do Porto, que tem um elevado teor de açúcar, a distância é muito pequena.

Muitos viciados e alcoólatras têm uma sensibilidade, intuição ou natureza mística altamente desenvolvida que, embora buscadas em outras culturas, causam-lhes problemas no mundo moderno e contribuem para o seu comportamento de viciados.

Isso fica patente quando percebemos que uma das afirmações mais freqüentes feitas por pessoas em recuperação é “Sempre me senti diferente, como um pária. Mas quando tomei o primeiro drinque ou outro tipo de droga, a dor da separação desapareceu e senti como se eu tivesse o meu espaço”.

Como já mencionamos, para muitas pessoas essa sensação de ter um espaço pode ser a triste caricatura de um estado místico de união, a pseudo-satisfação de um desejo intenso por uma grande sensação de si mesmas.

Mas pode haver uma outra razão para esse comportamento, que também está ligado ao impulso inato do homem para a emergência espiritual. Um grande número de pessoas que se tornam viciadas em alcool ou outras drogas cresceu em famílias desorganizadas, muitas vezes em situações de abuso emocional, físico e sexual, em geral com pais quimicamente dependentes, seja de alcool ou outras drogas.

A médium Anne Armstrong descreve em suas palestras a violência emocional na sua família, o que a motivou a desenvolver e contar com sua aguçada natureza intuitiva como um modo de sobrevivência. Onde os mecanismos comuns de combate falhavam, ela se tornou capaz, através de uma forte intuição crescente, de passar a perna e superar as pessoas que a ameaçavam.

Este parece ser o caso de muitas pessoas que se desenvolveram nessa atmosfera: incapazes de progredir com êxito aproximando-se diretamente dos membros da família, elas aperfeiçoam suas inclinações psíquicas sensitivas e naturais.

Os filhos de pais embriagados e irritadiços aprendem rapidamente caminhos instintivos para cuidar de si mesmos; talvez ensinem a si próprios a compreender o humor e os gestos dos pais ou a prever suas ações através de impressões precognitivas.

Essas crianças em geral se voltam para o seu mundo interior em busca de proteção, conforto e sensação de ter um espaço; elas podem fugir sonhando acordadas, criando amigos e aventuras imaginárias ou lendo durante horas.

Sao capazes de passar grande parte do tempo junto à natureza ou praticando esportes, ou podem encontrar seu caminho na igreja local. Podem desenvolver um forte relacionamento com sua índole mística ou criativa e ter verdadeiras experiências espirituais ao longo do caminho.

Para essas pessoas, a emergência espiritual pode começar na infância — iniciada, como são muitos outros processos a transformação, por um desgaste físico ou emocional extremo. Então, depois de anos aprimorando sua intuição, elas ingressam na nossa cultura – vão à escola, formam o seu grupo e, depois, arranjam um emprego. Então são forçadas a viver diariamente numa sociedade em que a racionalidade é a maneira de agir aceita e a intuição é vista como debilidade ou fraqueza.

Elas passam a sofrer uma dor terrível e uma rejeição constante como se quisessem se enquadrar num mundo construído em torno da lógica e da razão. Podem também sentir um desejo estranho de voltar aos domínios interiores que lhes dão consolo, segurança e um relacionamento com algo além dos seus sofrimentos pessoais. Quando o primeiro gole ou droga acontecem, seus problemas parecem estar resolvidos.

Seu sofrimento diminui e suas diferenças se difundem à medida que seus limites individuais parecem dissolver-se e ingressar num estado de pseudo-unidade. Elas ficam mais à vontade socialmente quando participam de uma atividade altamente aceitável. Se têm predisposição para o alcoolismo ou para a dependência de outros tipo de drogas, como seus pais devem ter tido, podem tornar-se viciados num curto espaço de tempo.

Estas observações a respeito da relação complexa do vício do alcool e outras dependências químicas com a emergência espiritual são apenas um começo; com o tempo, muitas outras observações surgirão e também poderão ser o assunto de uma pesquisa séria.

Sentimos que isso é essencial tanto no tratamento da dependência química como no da emergência espiritual para a pessoa em crise, assim como para seus familiares, para que tenham consciência da ligação entre os dois tratamentos.

Se a pessoa estiver numa emergência espiritual, é preciso tomar cuidado com o abuso de drogas, (em especial quanto às permitidas por lei como alcool e tabaco); se tiver problemas com dependência química, poderá ser-lhe útil procurar por outros indícios de uma emergência espiritual.

É importante para os profissionais que trabalham na área do vício reconhecer e encorajar as dimensões intuitivas, criativas e espirituais dos seus clientes e oferecer-lhes programas nos quais esses aspectos possam ser desenvolvidos.

O fato de o alcoolismo e de a dependência de drogas, assim como de outros vícios, serem em muitos casos uma forma de emergência espiritual, tem implicações de longo alcance. Por exemplo, há milhões de pessoas nos Estados Unidos, na União Soviética, no Japão, na Europa e na Austrália, assim como em outras regiões do mundo, que estão sofrendo a destruição causada pelo vício que leva ao alcoolismo e outras drogas.

Um dos nossos sonhos é que, com uma orientação dedicada e com compreensão, cada um dos incontáveis viciados e alcoólatras que estão oscilando à margem do renascimento dêem o passo em direção a um estilo de vida espiritual; talvez, se essas pessoas encontrarem um grau de serenidade interior, terão um impacto positivo na comunidade mundial enquanto ela luta pela paz.

 

Documentários sobre Psiquiatria

por: Roberto Lazaro Silveira

A Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos conta com a colaboração de Médicos Psiquiátras do mundo todo (muitos deles são Phds, Doutores e Especialistas na matéria discutida) para publicar alguns Documentários em vídeos e livros. São realmente impressionantes por serem fundamentados em provas como filmagens. Entrevistam alguns charlatões em seguida Psiquiátras sérios e dignos. Também trazem julgamentos e condenações – Trata-se realmente de fatos reais. Também apresentam processos contra médicos envolvidos com fraudes da indústria farmacêutica e muito mais!

Geralmente os vídeos estão presentes no Youtube. Os documentários contam com a participação de médicos Phds do mundo todo. Clique aqui para visitar o site! – Veja uma amostra abaixo retirada do Youtube: “Psiquiatria: Sem ciência sem cura”

http://youtu.be/AK6IoE2WT0g

 

Não é possível à luz da ciência atual estimar tempo de consumo para medicamentos psicotrópicos

por: Roberto Lazaro Silveira

Aproveitando a resposta que elaborei para um Juíz Federal do Trabalho resolvi postar este artigo para ajudar nesta compreesão. Observem a pergunta do Juíz: Qual o tempo estimado em que o reclamante necessitará dos medicamentos psicotrópicos?
Resposta: Tratando-se de doença mental não é possível estimar o período de utilização para medicamentos, pois, pode ocorrer a troca de princípio ativo (mesmo que a literatura especializada recomenda determinado tempo de uso para certo princípio ativo, existe a possibilidade de troca do princípio ativo e a renovação do prazo de utilização de acordo com o novo medicamento que a psiquiatra do Reclamante achar ou não necessário).

Nota-se que as investigações científicas atuais indicam o aumento no tempo e uso de psicotrópicos nos últimos anos: “É notado quanto ao uso e prescrição dos psicotrópicos, que têm aumentado, não apenas em quantidade, mas também em duração do uso, por períodos às vezes maiores do que os preconizados na literatura especializada (Hull SA, 2006). Ribeiro et al, 2007 identificou que o tempo médio do uso de benzodiazepínicos é de 10 anos” (Ribeiro, 2007).

A retirada gradual e progressiva dos psicotrópicos ocorrerá conforme avaliação da médica psiquiatra responsável pelo Reclamante á qual possui a formação e competência necessária para avaliar as possíveis melhoras, pioras ou estabilização do quadro sintomático do Reclamante frente à redução ou troca de princípio ativo dos medicamentos.

Geralmente este processo é feito da seguinte forma: reduz-se a dosagem ou modifica o princípio ativo do medicamento e após determinado período avalia-se o Reclamante para verificar se é possível ou não progredir com o processo de retirada gradual dos medicamentos, o qual é conhecido por desmame medicamentoso ou Weaning Period, observe,

“O profissional é o responsável por ter ministrado o medicamento e também responsável pelo “desmame”, ou seja, o período em que o indivíduo deve parar de tomar esse tranqüilizante. O médico deve estar lado a lado neste momento” (ABP, 2009).

Ocorre também o fato de haver necessidade do Reclamante voltar a ingerir psicotrópicos – mesmo após aparentemente estar curado – devido aos sintomas recorrentes característicos das neuroses que são desencadeados por Flash-Backs (retorno de memórias passadas) que são imprevisíveis e trazem de volta os sintomas e conseqüentemente sujeitará o Reclamante ao uso de psicotrópicos e sofrimento por seus efeitos colaterais.

É importante ressaltar que o Reclamante ainda sofrerá com os efeitos colaterais ao desmame medicamentoso – retirada gradual dos princípios ativos. São sintomas típicos do pós desmame: Desmaios, dores de cabeça, tontura e vertigem dentre outros de ordem idiossincrática.

Desta forma, embora ocorra uma tendência à retirada gradual dos fármacos em questão, percebe-se que qualquer estimativa relativa ao intervalo temporal será imprecisa e imprudente, logo, não é possível estimar o tempo em que o Reclamante necessitará dos medicamentos psicotrópicos. Veja um trecho da sentença:

Referências
ABP – Associação Brasileira de Psiquiatria. Acessado em 11 de abril de 2011. Disponível em: http://www.abpbrasil.org.br/medicos/clipping/exibClipping/ ?clipping =10578.

RIBEIRO CS, Azevedo, RCS, Franco VS, Botega NJ. Uso crônico de diazepam em unidades básicas de saúde: perfil de usuários e padrões de uso, São Paulo Medical Journal, 2007.

 

Concausa entre doença psicológica ou psiquiátrica e acidente de trabalho

por: Roberto Lazaro Silveira

Após alguns Juízes do Trabalho de Porto Velho condenarem algumas empresas fundamentados em laudos psicológicos que elaborei, percebi que os Laudos Psicológicos são seres autônomos, ou seja, o Perito, isento, não elucida, mas a Ciência Psicológica Forense se encarrega como teor espiritual da verdade para a  Justiça proporcionando o vizir que guia o martelo daquele que diz o Direito. Após esta reflexão decidi compartilhar algumas respostas minhas sobre Concausa Laboral e/ou Acidente de Trabalho  – O FIM DO TAYLORISMO!

Lembro-me de uma discussão entre uma psicóloga assistente técnica e um psiquiátra arcáico Perito Oficial que defensor de estresse pós traumático somente em tempos de guerra favoreceu uma das partes ex ignorantia!

As coisas evoluíram e foram ainda mais aprofundadas, pois, conforme Aubert (1993), o conceito de Neurose Profissional – decorrente do estresse pós traumático – foi proposto para explicar certos casos de patologias graves já instaladas, relacionadas de forma direta às condições de trabalho e que o conceito de stress parecia insuficiente para explicar.

Para o autor, a neurose profissional é definida como “uma afecção psicogênica persistente, na qual os sintomas são expressão simbólica de um conflito psíquico, cujo desenvolvimento se encontra vinculado a uma situação organizacional ou profissional determinada” (p. 87).

Este conceito – Neurose Profissional (compatível com CID 10 F 48.8) – data do século XIX, onde se relacionou aos acidentes das estradas de ferro, posteriormente relacionou-se às guerras, e modernamente associa-se a diversas situações traumáticas, tanto físicas como principalmente psíquicas (Fukujima, 2010).

Então foi respondido ao Juíz que existe nexo causal às doenças decorrentes de Acidente de Trabalho. Observem a questão: Pode-se afirmar, com certeza, que há nexo causal específico entre as doenças alegadas e o trabalho desenvolvido pelo Reclamante?
Resposta: Sim. Ocorreu devido à seqüência de eventos traumatizantes durante expediente de trabalho e em decorrência da função exercida, veja,

“o art. 21,I, da Lei 8.213/91, estabelece que se equipara ao acidente do trabalho o acidente ligado ao trabalho embora não tenha sido a causa única, haja contribuído diretamente para a morte do segurado, para a redução ou perda de sua capacidade para o trabalho, ou produzido lesão que exija atenção médica para a sua recuperação.” (OLIVEIRA, 2001, p.234).

Então, os acontecimentos estressantes são determinantes para o surgimento da Neurose Profissional (compatível com CID-10 F.48.8), cujos sintomas são entendidos como a expressão simbólica de um conflito psíquico que se desenvolve a partir de uma situação organizacional ou profissional determinada.

De acordo com a Portaria MS (Ministério da Saúde) n°. 1.339/1999, a neurose profissional/ocupacional faz parte da lista de transtornos mentais e do comportamento relacionados ao trabalho, e, segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), está incluída em “outros transtornos neuróticos especificados”.

No caso acima os psiquiátras um pouco mais atualizados haviam diagnosticado Estresse Pós Traumático. No entanto, pude verificar que tratava-se de Neurose Profissional devido a persistência dos sintomas dentre outros fatores detectados durante a Entrevista Psicológica.

Primeiro Ato: Sendo assim os advogados da empresa questionaram ao Juíz sobre meu diagnóstico compatível com (CID 10 F48.8) decorrente do Laudo Psicológico e diferente dos diagnósticos anotados nos Laudos Médicos realizados anteriormente. O Juíz respondeu-les dignamente que a Neurose Profissional é decorrente do Estresse Pós Traumático, veja um trecho da sentença,

E mais um Ato Psicólogo: Percebam agora que no caso abaixo o psiquiátra havia diagnosticado Depressão compatível com (CID 10 F32.0). Desta vez mudei o diagnóstico para Depressão compatível com (CID 10 F32.3), vejam o porquê destacado em negrito no final das questões abaixo. O Meritissímo acatou dignamente devido à fundamentação científica e proferiu a sentença.

Observem agora como elaborei a justificativa caracterizando o Acidente de Trabalho como concausa. Atenção às duas questões elaboradas pelo advogado da empresa reclamada e minhas respostas, veja,

Diga o Senhor Perito se na gênese das doenças de ordem psiquiátrica, encontram-se envolvidos elementos outros que não exclusivamente os ocupacionais.
Resposta: Existem diversos elementos subjetivos de ordem psíquica, hereditários de ordem biológica assim como os mais variados elementos de ordem social dentre eles os ocupacionais.

Qualquer um desses elementos pode predispor ou desencadear uma anormalidade considerada como doença psíquica. Como exemplo podemos citar os quadros depressivos (psicológicos) que foram desencadeados por concausa laboral (social) em determinado indivíduo predisposto geneticamente (biológico), pois, estes mecanismos confirmam-nos como seres Bio-Psico-Sociais.

Diga o Senhor Perito, se situações outras que não exclusivamente o trabalho desenvolvido pelo autor na empresa ora Reclamada, poderia produzir a alegada moléstia?
Resposta: A alegada moléstia por ser uma doença psíquica é, à luz da ciência, produzida por questões sinergéticas, ou seja, questões conjuntas cujos vetores puxam na mesma direção.

Então podemos notar que situações outras que não exclusivamente o trabalho desenvolvido pelo autor na empresa ora Reclamada, poderia produzir a alegada moléstia.

No entanto, como o Reclamante foi submetido ao trauma decorrente de seu trabalho na Reclamada coincidentemente no período em que a moléstia se instalou, caracteriza-se então a perfeita concausa, ou seja, a referida situação vivenciada na Reclamada uniu forças com fatores extra laborais desencadeando a moléstia, veja,

“o autoritarismo do chefe, a desconfiança, as pressões e cobranças, o cumprimento do horário de trabalho, a monotonia e a rotina de certas tarefas, a falta de perspectiva e de progresso profissional e a insatisfação pessoal como um todo são os principais provocadores de estresse no trabalho” (CHIAVENATO, 1999, p.377).

Então o desentendimento alegado pelo Reclamante: “O descumprimento da promessa para promoção e melhor salário realizado pela Reclamada” é suficiente para estrangular a perspectiva de progresso profissional gerando insatisfação pessoal e como conseqüência o estresse como precursor da moléstia alegada pelo reclamante: Depressão acompanhada de sintomas psicóticos compatível com (CID 10 F 32.3), pois, foi declarado pelo reclamante durante entrevista psicológica: “via um homem, ouvia vozes e acreditava estar sendo perseguido quando vestia a roupa de trabalho para exercer a função” – na empresa Reclamada – o que caracteriza delírio de perseguição acompanhado de alucinação auditiva e visual características de quadro psicótico presente na depressão compatível com (CID 10 F 32.3).

LEIA ESTE ARTIGO COMPLEMENTAR – CLIQUE AQUI!

Referências

Aubert, N. A. (1993, janeiro/fevereiro). Neurose profissional. Revista Administração de Empresas, 33(1), 84-105, 1993.

CHIAVENATO,I. Gestão de Pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1999. 377p.

FUKUJIMA*, Marcia Maiumi. A neurose profissional: um antigo problema atual. Trabalho realizado no Departamento de Medicina da UNIFESP, São
Paulo-SP, Brasil. * Neurologista, Doutora em ciências, Gerente da qualidade no Hospital Estadual de Diadema, Disciplina de Medicina de Urgência e Medicina baseada em Evidência – UNIFESP, São Paulo-SP, Brasil, 2010.

 

Do Paraíso ao Inferno das Substâncias Psicoativas

por: Roberto Lazaro Silveira

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Listas de Substâncias Entorpecentes, Psicotrópicas, Precursoras e Outras sob Controle Especial

por: Roberto Lazaro Silveira

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
RESOLUÇÃO-RDC Nº 137, DE 26 DE MAIO DE 2004

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 11 inciso IV do Regulamento da ANVISA aprovado pelo Decreto nº 3.029, de 16 de abril de 1999, c/c o art. 111, inciso I, alínea b, § 1º do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, republicada no DOU de 22 de dezembro de 2000, em reunião realizada em 24 de maio de 2004,

Considerando as atualizações das Listas “AMARELA” (Entorpecentes de Controle Internacional), “VERDE” (Psicotrópicos de Controle Internacional) e “VERMELHA” (Precursores e Insumos Químicos de Controle Internacional) das Convenções da Organização das Nações Unidas, das quais o Brasil é signatário;

Considerando a recomendação da Gerência Geral de Medicamentos Novos, Pesquisas e Ensaios Clínicos – GEPEC, de inclusão da substância ENFUVIRTIDA na Lista “C4” (Lista das Substâncias Anti-Retrovirais) e da exclusão da substância LEVODOPA da Lista “C1” (Lista de Outras Substâncias Sujeitas ao Controle Especial) da Portaria SVS/MS n.º 344, de 12 de maio de 1998;

considerando os artigos 6º e 36 da Lei nº 6.368, de 21 de outubro de 1976; e

considerando o art. 101 da Portaria SVS/MS n.º 344, de 12 de maio de 1998.

Adota a seguinte Resolução da Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino sua publicação:

Art. 1º – Publicar a atualização do Anexo I, Listas de Substâncias Entorpecentes, Psicotrópicas, Precursoras e Outras sob Controle Especial, da Portaria SVS/MS n.º 344, de 12 de maio de 1998, republicada no Diário Oficial da União de 1º de fevereiro de 1999.

Art. 2º – Estabelecer as seguintes modificações:
I. INCLUSÃO:
1.1. Lista “C4”: Enfuvirtida
II. EXCLUSÃO:
2.1. Lista “C1”: Levodopa

Art. 3º – Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação.

CLÁUDIO MAIEROVITCH PEÇANHA HENRIQUES

ANEXO I
MINISTÉRIO DA SAÚDE
AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
GERÊNCIA GERAL DE MEDICAMENTOS

ATUALIZAÇÃO N.º 16

LISTAS DA PORTARIA SVS/MS Nº 344 DE 12 DE MAIO DE 1998 (DOU DE 1/2/99)

LISTA – A1
LISTA DAS SUBSTÂNCIAS ENTORPECENTES
(Sujeitas a Notificação de Receita “A”)

1. ACETILMETADOL 2. ALFACETILMETADOL 3. ALFAMEPRODINA 4. ALFAMETADOL 5. ALFAPRODINA 6.  ALFENTANILA 7. ALILPRODINA 8. ANILERIDINA 9. BEZITRAMIDA 10. BENZETIDINA 11. BENZILMORFINA 12.  BENZOILMORFINA 13. BETACETILMETADOL 14. BETAMEPRODINA 15. BETAMETADOL 16. BETAPRODINA 17.  BUPRENORFINA 18. BUTORFANOL 19. CLONITAZENO 20. CODOXIMA 21. CONCENTRADO DE PALHA DE  DORMIDEIRA 22. DEXTROMORAMIDA 23. DIAMPROMIDA 24. DIETILTIAMBUTENO 25. DIFENOXILATO 26.  DIFENOXINA 27. DIIDROMORFINA 28. DIMEFEPTANOL (METADOL) 29. DIMENOXADOL 30. DIMETILTIAMBUTENO 31. DIOXAFETILA 32. DIPIPANONA 33. DROTEBANOL 34. ETILMETILTIAMBUTENO 35. ETONITAZENO 36.  ETOXERIDINA 37. FENADOXONA  38. FENAMPROMIDA 39. FENAZOCINA 40. FENOMORFANO 41. FENOPERIDINA 2. FENTANILA 43. FURETIDINA 44. HIDROCODONA 45. HIDROMORFINOL 46. HIDROMORFONA 47.  HIDROXIPETIDINA 48. INTERMEDIÁRIO DA METADONA (4-CIANO-2-DIMETILAMINA-4,4-DIFENILBUTA-NO) 49.INTERMEDIÁRIO DA MORAMIDA (ÁCIDO 2-METIL-3-MORFOLINA-1,1-DIFENILPROPANO CARBOXÍLICO) 50.  INTERMEDIÁRIO “A” DA PETIDINA (4 CIANO-1-METIL-4-FENILPIPERIDINA) 51.INTERMEDIÁRIO “B” DA PETIDINA  (ÉSTER ETÍLICO DO ÁCIDO 4-FENILPIPERIDINA4-CARBOXILÍCO) 52. INTERMEDIÁRIO “C” DA PETIDINA (ÁCIDO- 1-METIL-4-FENILPIPERIDINA-4-CARBOXÍLICO) 53. ISOMETADONA 54. LEVOFENACILMORFANO 55.  LEVOMETORFANO 56. LEVOMORAMIDA 57. LEVORFANOL 58. METADONA 59. METAZOCINA 60. METILDESORFINA 61. METILDIIDROMORFINA 62. METOPONA 63. MIROFINA 64. MORFERIDINA 65. MORFINA 66. MORINAMIDA 67.    NICOMORFINA 68. NORACIMETADOL 69. NORLEVORFANOL 70. NORMETADONA 71. NORMORFINA 72.       NORPIPANONA 73. N-OXICODEÍNA 44. N-OXIMORFINA 75. ÓPIO 76. OXICODONA 77. OXIMORFONA 78. PETIDINA 79. PIMINODINA 80. PIRITRAMIDA  81. PROEPTAZINA 82. PROPERIDINA 83. RACEMETORFANO 84.  RACEMORAMIDA 85. RACEMORFANO 86. REMIFENTANILA 87. SUFENTANILA 88. TEBACONA 89. TEBAÍNA  90. TILIDINA 91. TRIMEPERIDINA.

ADENDO:
1) ficam também sob controle:
1.1. os sais, éteres, ésteres e isômeros (exceto os isômeros dextrometorfano, (+)3-metoxi-N-metilmorfinan, e o Dextrorfano, (+) 3-hidroxi-N-metilmorfinan), das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência;
1.2. os sais de éteres, ésteres e isômeros (exceto os isômeros dextrometorfano, (+)3-metoxi-Nmetilmorfinan, e o Dextrorfano, (+) 3-hidroxi-N-metilmorfinan), das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência.
2) preparações à base de DIFENOXILATO, contendo por unidade posológica, não mais que 2,5 miligramas de DIFENOXILATO calculado como base, e uma quantidade de Sulfato de Atropina equivalente a, pelo menos, 1,0% da quantidade de DIFENOXILATO, ficam sujeitas a prescrição da Receita de Controle Especial, em 2 (duas) vias e os dizeres de rotulagem e bula devem apresentar a seguinte frase: “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA”.
3) preparações à base de ÓPIO, contendo até 5 miligramas de morfina anidra por mililitros, ou seja, até 50 miligramas de ÓPIO, ficam sujeitas a prescrição da RECEITA DE CONTROLE ESPECIAL, em 2 (duas) vias e os dizeres de rotulagem e bula devem apresentar a seguinte frase: “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA”.
4) fica proibida a comercialização e manipulação de todos os medicamentos que contenham ÓPIO e seus derivados sintéticos e CLORIDRATO DE DIFENOXILATO e suas associações, nas formas farmacêuticas líquidas ou em xarope para uso pediátrico (Portaria SVS/MS n.º 106 de 14 de setembro de 1994 – DOU 19/9/94).
5) preparações medicamentosas na forma farmacêutica de comprimidos de liberação controlada à base de OXICODONA, contendo não mais que 40 miligramas dessa substância, por unidade posológica, ficam sujeitas a prescrição da RECEITA DE CONTROLE ESPECIAL, em 2 (duas) vias e os dizeres de rotulagem e bula devem apresentar a seguinte frase: “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA”.

LISTA – A2
LISTA DAS SUBSTÂNCIAS ENTORPECENTES
DE USO PERMITIDO SOMENTE EM CONCENTRAÇÕES ESPECIAIS
(Sujeitas a Notificação de Receita “A”)

1. ACETILDIIDROCODEINA 2. CODEÍNA 3. DEXTROPROPOXIFENO 4. DIIDROCODEÍNA 5. ETILMORFINA 6.  FOLCODINA 7. NALBUFINA 8. NALORFINA 9. NICOCODINA 10. NICODICODINA 11. NORCODEÍNA 12. PROPIRAM 13. TRAMADOL
ADENDO:
1)ficam também sob controle:
1.1. os sais, éteres, ésteres e isômeros das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência;
1.2. os sais de éteres, ésteres e isômeros das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência.
2) preparações à base de ACETILDIIDROCODEÍNA, CODEÍNA, DIIDROCODEÍNA, ETILMORFINA, FOLCODINA, NICODICODINA, NORCODEÍNA, misturadas a um ou mais componentes, em que a quantidade de entorpecentes não exceda 100 miligramas por unidade posológica, e em que a concentração não ultrapasse a 2,5% nas preparações de formas indivisíveis ficam sujeitas prescrição da Receita de Controle Especial, em 2 (duas) vias e os dizeres de rotulagem e bula devem apresentar a seguinte frase: “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA -SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA “.
3) preparações à base de TRAMADOL, misturadas a um ou mais componentes, em que a quantidade não exceda 100 miligramas de TRAMADOL por unidade posológica ficam sujeitas a prescrição da Receita de Controle Especial, em 2 (duas) vias e os dizeres de rotulagem e bula devem apresentar a seguinte frase: “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA “.
4) preparações à base de DEXTROPROPOXIFENO, misturadas a um ou mais componentes, em que a quantidade de entorpecente não exceda 100 miligramas por unidade posológica e em que a concentração não ultrapasse 2,5% nas preparações indivisíveis, ficam sujeitas a prescrição da Receita de Controle Especial, em 2 (duas) vias e os dizeres de rotulagem e bula devem apresentar a seguinte frase: “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA “.
5) preparações à base de NALBUFINA, misturadas a um ou mais componentes, em que a quantidade não exceda 10 miligramas de CLORIDRATO DE NALBUFINA por unidade posológica ficam sujeitas a prescrição da Receita de Controle Especial, em 2 (duas) vias e os dizeres de rotulagem e bula devem apresentar a seguinte frase: “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA “.
6) preparações à base de PROPIRAM, misturadas a um ou mais componentes, contendo não mais que 100 miligramas de PROPIRAM por unidade posológica e associados, no mínimo, a igual quantidade de metilcelulose, ficam sujeitas a prescrição da Receita de Controle Especial, em 2 (duas) vias e os dizeres de rotulagem e bula deverão apresentar a seguinte frase: “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA “.

LISTA – A3
LISTA DAS SUBSTÂNCIAS PSICOTRÓPICAS
(Sujeita a Notificação de Receita “A”)

1. ANFETAMINA
2. CATINA
3. 2CB – ( 4- BROMO-2,5-DIMETOXIFENILETILAMINA)
4. CLOBENZOREX
5. CLORFENTERMINA
6. DEXANFETAMINA
7. DRONABINOL
8. FENCICLIDINA
9. FENETILINA
10. FEMETRAZINA
11. LEVANFETAMINA
12. LEVOMETANFETAMINA
13. METANFETAMINA
14. METILFENIDATO
15. TANFETAMINA
ADENDO:
1) ficam também sob controle:
1.1 os sais, éteres, ésteres e isômeros das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência;
1.2 os sais de éteres, ésteres e isômeros das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência.

LISTA – B1
LISTA DAS SUBSTÂNCIAS PSICOTRÓPICAS
(Sujeitas a Notificação de Receita “B”)

1. ALOBARBITAL
2. ALPRAZOLAM
3. AMINEPTINA
4. AMOBARBITAL
5. APROBARBITAL
6. BARBEXACLONA
7. BARBITAL
8. BROMAZEPAM
9. BROTIZOLAM
10. BUTALBITAL
11. BUTABARBITAL
12. CAMAZEPAM
13. CETAZOLAM
14. CICLOBARBITAL
15. CLOBAZAM
16. CLONAZEPAM
17. CLORAZEPAM
18. CLORAZEPATO
19. CLORDIAZEPÓXIDO
20. CLORETO DE ETILA
21. CLOTIAZEPAM
22. CLOXAZOLAM
23. DELORAZEPAM
24. DEXMEDETOMIDINA
25. DIAZEPAM
26. ESTAZOLAM
27. ETCLORVINOL
28. ETILANFETAMINA (N-ETILANFETAMINA)
29. ETINAMATO
30. FENOBARBITAL
31. FLUDIAZEPAM
32. FLUNITRAZEPAM
33. FLURAZEPAM
34. GHB – (ÁCIDO GAMA – HIDROXIBUTíRICO)
35. GLUTETIMIDA
36. HALAZEPAM
37. HALOXAZOLAM
38. LEFETAMINA
39. LOFLAZEPATO DE ETILA
40. LOPRAZOLAM
41. LORAZEPAM
42. LORMETAZEPAM
43. MEDAZEPAM
44. MEPROBAMATO
45. MESOCARBO
46. METILFENOBARBITAL (PROMINAL)
47. METIPRILONA
48. MIDAZOLAM
49. NIMETAZEPAM
50. NITRAZEPAM
51. NORCANFANO (FENCANFAMINA)
52. NORDAZEPAM
53. OXAZEPAM
54. OXAZOLAM
55. PEMOLINA
56. PENTAZOCINA
57. PENTOBARBITAL
58. PINAZEPAM
59. PIPRADROL
60. PIROVARELONA
61. PRAZEPAM
62. PROLINTANO
63. PROPILEXEDRINA
64. SECBUTABARBITAL
65. SECOBARBITAL
66. TEMAZEPAM
67. TETRAZEPAM
68. TIAMILAL
69. TIOPENTAL
70. TRIAZOLAM
71. TRIEXIFENIDIL
72. VINILBITAL
73. ZALEPLONA
74. ZOLPIDEM
75. ZOPICLONA

ADENDO:
1) ficam também sob controle:
1.1. os sais, éteres, ésteres e isômeros das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência;
1.2. os sais de éteres, ésteres e isômeros das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência.
2) os medicamentos que contenham FENOBARBITAL, METILFENOBARBITAL (PROMINAL), BARBITAL e BARBEXACLONA, ficam sujeitos a prescrição da Receita de Controle Especial, em 2 (duas) vias e os dizeres de rotulagem e bula devem apresentar a seguinte frase: “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA”.
3) Em conformidade com a Resolução RDC n.º 104, de 6 de dezembro de 2000 (republicada em 15/12/2000):
3.1. fica proibido o uso do CLORETO DE ETILA para fins médicos, bem como a sua utilização sob a forma de aerosol, aromatizador de ambiente ou de qualquer outra forma que possibilite o seu uso indevido.
3.2. o controle e a fiscalização da substância CLORETO DE ETILA, ficam submetidos ao Órgão competente do Ministério da Justiça, de acordo com a Lei nº 10.357, de 27 de dezembro de 2001, Lei n.º 9.017, de 30 de março de 1995, Decreto n.º 1.646, de 26 de setembro de 1995 e Decreto n.º 2.036, de 14 de outubro de 1996.
4) preparações a base de ZOLPIDEM, misturadas a um ou mais componentes, em que a quantidade não exceda 10 miligramas de ZOLPIDEM por unidade posológica ficam sujeitas a prescrição da Receita de Controle Especial, em 2 (duas) vias e os dizeres de rotulagem e bula devem apresentar a seguinte frase: “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA”.

LISTA – B2
LISTA DAS SUBSTÂNCIAS PSICOTRÓPICAS ANOREXÍGENAS
(Sujeitas a Notificação de Receita “B”)

1. AMINOREX 2. ANFEPRAMONA 3. FEMPROPOREX 4. FENDIMETRAZINA 5. FENTERMINA 6. MAZINDOL
7. MEFENOREX

ADENDO:
1) ficam também sob controle:
1.1. os sais, éteres, ésteres e isômeros das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência;
1.2. os sais de éteres, ésteres e isômeros das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência.

LISTA – C1
LISTA DAS OUTRAS SUBSTÂNCIAS SUJEITAS A CONTROLE ESPECIAL
(Sujeitas a Receita de Controle Especial em duas vias)

1. ACEPROMAZINA
2. ÁCIDO VALPRÓICO
3. AMANTADINA
4. AMISSULPRIDA
5. AMITRIPTILINA
6. AMOXAPINA
7. APOMORFINA
8. ARIPIPRAZOL
9. AZACICLONOL
10. BECLAMIDA
11. BENACTIZINA
12. BENFLUOREX
13. BENZOCTAMINA
14. BENZOQUINAMIDA
15. BIPERIDENO
16. BUPROPIONA
17. BUSPIRONA
18. BUTAPERAZINA
19. BUTRIPTILINA
20. CAPTODIAMO
21. CARBAMAZEPINA
22. CAROXAZONA
23. CETAMINA
24. CICLARBAMATO
25. CICLEXEDRINA
26. CICLOPENTOLATO
27. CISAPRIDA
28. CITALOPRAM
29. CLOMACRANO
30. CLOMETIAZOL
31. CLOMIPRAMINA
32. CLOREXADOL
33. CLORPROMAZINA
34. CLORPROTIXENO
35. CLOTIAPINA
36. CLOZAPINA
37. DESFLURANO
38. DESIPRAMINA
39. DEXETIMIDA
40. DIBENZEPINA
41. DIMETRACRINA
42. DISOPIRAMIDA
43. DISSULFIRAM
44. DIVALPROATO DE SÓDIO
45. DIXIRAZINA
46. DONEPEZILA
47. DOXEPINA
48. DROPERIDOL
49. ECTILURÉIA
50. EMILCAMATO
51. ENFLURANO
52. ESCITALOPRAM
53. ENTACAPONA
54. ETOMIDATO
55. ETOSSUXIMIDA
56. FACETOPERANO
57. FEMPROBAMATO
58. FENAGLICODOL
59. FENELZINA
60. FENIPRAZINA
62. FENITOINA
61. FLUFENAZINA
62. FLUMAZENIL
63. FLUOXETINA
64. FLUPENTIXOL
65. FLUVOXAMINA
66. GABAPENTINA
67. GALANTAMINA
68. HALOPERIDOL
69. HALOTANO
70. HIDRATO DE CLORAL
71. HIDROCLORBEZETILAMINA
72. HIDROXIDIONA
73. HOMOFENAZINA
74. IMICLOPRAZINA
75. IMIPRAMINA
76. IMIPRAMINÓXIDO
77. IPROCLOZIDA
78. ISOCARBOXAZIDA
79. ISOFLURANO
80. ISOPROPIL-CROTONIL-URÉIA
81. LAMOTRIGINA
82. LEFLUNOMIDA
83. LEVOMEPROMAZINA
84. LISURIDA
85. LITIO
86. LOPERAMIDA
87. LOXAPINA
88. MAPROTILINA
89. MECLOFENOXATO
90. MEFENOXALONA
91. MEFEXAMIDA
92. MEMANTINA
93. MEPAZINA
94. MESORIDAZINA
95. METILPENTINOL
96. METISERGIDA
97. METIXENO
98. METOPROMAZINA
99. METOXIFLURANO
100. MIANSERINA
101. MILNACIPRANO
102. MINAPRINA
103. MIRTAZAPINA
104. MISOPROSTOL
105. MOCLOBEMIDA
106. MOPERONA
107. NALOXONA
108. NALTREXONA
109. NEFAZODONA
110. NIALAMIDA
111. NOMIFENSINA
112. NORTRIPTILINA
113. NOXIPTILINA
114. OLANZAPINA
115. OPIPRAMOL
116. OXCARBAZEPINA
117. OXIBUPROCAÍNA (BENOXINATO)
118. OXIFENAMATO
119. OXIPERTINA
120. PAROXETINA
121. PENFLURIDOL
122. PERFENAZINA
123. PERGOLIDA
124. PERICIAZINA (PROPERICIAZINA)
125. PIMOZIDA
126. PIOGLITAZONA
127. PIPAMPERONA
128. PIPOTIAZINA
129. PRAMIPEXOL
130. PRIMIDONA
131. PROCLORPERAZINA
132. PROMAZINA
133. PROPANIDINA
134. PROPIOMAZINA
135. PROPOFOL
136. PROTIPENDIL
137. PROTRIPTILINA
138. PROXIMETACAINA
139. QUETIAPINA
140. REBOXETINA
141. RIBAVIRINA
142. RISPERIDONA
143. RIVASTIGMINA
144. ROPINIROL
145. SELEGILINA
146. SERTRALINA
147. SEVOFLURANO
148. SIBUTRAMINA
149. SULPIRIDA
150. SULTOPRIDA
151. TACRINA
152. TOLCAPONA
153. TETRACAÍNA
154. TIANEPTINA
155. TIAPRIDA
156. TIOPROPERAZINA
157. TIORIDAZINA
158. TIOTIXENO
159. TOPIRAMATO
160. TRANILCIPROMINA
161. TRAZODONA
162. TRICLOFÓS
163. TRICLOROETILENO
164. TRIFLUOPERAZINA
165. TRIFLUPERIDOL
166. TRIMIPRAMINA
167. TROGLITAZONA
168. VALPROATO SÓDICO
169. VENLAFAXINA
170. VERALIPRIDA
171. VIGABATRINA
172. ZANAMIVIR
173. ZIPRAZIDONA
174 ZOTEPINA
175. ZUCLOPENTIXOL

ADENDO:
1) ficam também sob controle, todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência.
2) os medicamentos à base da substância LOPERAMIDA ficam sujeitos a VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SEM RETENÇÃO DE RECEITA.
3) fica proibido a comercialização e manipulação de todos os medicamentos que contenham LOPERAMIDA ou em associações, nas formas farmacêuticas líquidas ou em xarope para uso pediátrico (Portaria SVS/MS n.º 106 de 14 de setembro de 1994 – DOU 19/9/94).
4) só será permitida a compra e uso do medicamento contendo a substância MISOPROSTOL em estabelecimentos hospitalares devidamente cadastrados junto a Autoridade Sanitária para este fim;
5) os medicamentos à base da substância TETRACAÍNA ficam sujeitos a: (a) VENDA SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA – quando tratar-se de preparações farmacêuticas de uso tópico odontológico, não associadas a qualquer outro princípio ativo; (b) VENDA COM PRESCRIÇÃO MÉDICA SEM A RETENÇÃO DE RECEITA – quando tratar-se de preparações farmacêuticas de uso tópico ortorrinolaringológico, especificamente para Colutórios e Soluções utilizadas no tratamento de Otite Externa e (c) VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA COM RETENÇÃO DE RECEITA – quando tratar-se de preparações farmacêuticas de uso tópico oftalmológico.
6) excetuam-se das disposições legais deste Regulamento Técnico as substâncias TRICLOROETILENO, DISSULFIRAM e LÍTIO (metálico e seus sais), quando, comprovadamente, forem utilizadas para outros fins que não os de efeito à área de saúde, e portanto não estão sujeitos ao controle e fiscalização previstos nas Portarias SVS/MS n.º 344/98 e 6/99.
7) as empresas detentoras de registro de medicamentos a base da substância TROGLITAZONA e PIOGLITAZONA ficam obrigadas a proceder o monitoramento clínico e bioquímico dos pacientes que utilizam os referidos medicamentos.

LISTA – C2
LISTA DE SUBSTÂNCIAS RETINÓICAS
(Sujeitas a Notificação de Receita Especial)

1. ACITRETINA
2. ADAPALENO
3. ISOTRETINOÍNA
4. TRETINOÍNA
ADENDO:
1) ficam também sob controle, todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência.
2) os medicamentos de uso tópico contendo as substâncias desta lista ficam sujeitos a VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SEM RETENÇÃO DE RECEITA.

LISTA – C3
LISTA DE SUBSTÂNCIAS IMUNOSSUPRESSORAS
(Sujeita a Notificação de Receita Especial)

1. FTALIMIDOGLUTARIMIDA (TALIDOMIDA)
ADENDO:
1) ficam também sob controle, todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência.

LISTA – C4
LISTA DAS SUBSTÂNCIAS ANTI-RETROVIRAIS
(Sujeitas a Receituário do Programa
da DST/AIDS ou Sujeitas a Receita de Controle Especial em duas vias)

1. ABACAVIR
2. AMPRENAVIR
3. ATAZANAVIR
4. DELAVIRDINA
5. DIDANOSINA (ddI)
6. EFAVIRENZ
7. ENFUVIRTIDA
8. ESTAVUDINA (d4T)
9. INDINAVIR
10. LAMIVUDINA (3TC)
11. LOPINAVIR
12. NELFINAVIR
13. NEVIRAPINA
14. RITONAVIR
15. SAQUINAVIR
16. TENOFOVIR
17. ZALCITABINA (ddc)
18. ZIDOVUDINA (AZT)
ADENDO:
1) ficam também sob controle, todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência.
2) os medicamentos à base de substâncias anti-retrovirais acima elencadas, devem ser prescritos em receituário próprio estabelecido pelo Programa de DST/AIDS do Ministério da Saúde, para dispensação nas farmácias hospitalares/ambulatoriais do Sistema Público de Saúde.
3) os medicamentos à base de substâncias anti-retrovirais acima elencadas, quando dispensados em farmácias e drogarias, ficam sujeitos a venda sob Receita de Controle Especial em 2 (duas) vias.

LISTA – C5
LISTA DAS SUBSTÂNCIAS ANABOLIZANTES
(Sujeitas a Receita de Controle Especial em duas vias)

1. ANDROSTANOLONA
2. BOLASTERONA
3. BOLDENONA
4. CLOROXOMESTERONA
5. CLOSTEBOL
6. DEIDROCLORMETILTESTOSTERONA
7. DROSTANOLONA
8. ESTANOLONA
9. ESTANOZOLOL
10. ETILESTRENOL
11. FLUOXIMESTERONA OU FLUOXIMETILTESTOSTERONA
12. FORMEBOLONA
13. MESTEROLONA
14. METANDIENONA
15. METANDRANONA
16. METANDRIOL
17. METENOLONA
18. METILTESTOSTERONA
19. MIBOLERONA
20. NANDROLONA
21. NORETANDROLONA
22. OXANDROLONA
23. OXIMESTERONA
24. OXIMETOLONA
25. PRASTERONA (DEIDROPIANDROSTERONA – DHEA)
26. SOMATROPINA (HORMÔNIO DO CRESCIMENTO HUMANO)
27. TESTOSTERONA
28. TREMBOLONA
ADENDO:
1) ficam também sob controle:
1.1 os sais, éteres, ésteres e isômeros das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência;
1.2 os sais de éteres, ésteres e isômeros das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência.
2) os medicamentos de uso tópico contendo as substâncias desta lista, ficam sujeitos a VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SEM RETENÇÃO DE RECEITA.

LISTA – D1
LISTA DE SUBSTÂNCIAS PRECURSORAS DE ENTORPECENTES E/OU PSICOTRÓPICOS
(Sujeitas a Receita Médica sem Retenção)

1. 1-FENIL-2-PROPANONA
2. 3,4 – METILENDIOXIFENIL-2-PROPANONA
3. ACIDO ANTRANÍLICO
4. ÁCIDO FENILACETICO
5. ÁCIDO LISÉRGICO
6. ÁCIDO N-ACETILANTRANÍLICO
7. DIIDROERGOTAMINA
8. DIIDROERGOMETRINA
9. EFEDRINA
10. ERGOMETRINA
11. ERGOTAMINA
12. ETAFEDRINA
13. ISOSAFROL
14. ÓLEO DE SASSAFRÁS
15. ÓLEO DA PIMENTA LONGA
16. PIPERIDINA
17. PIPERONAL
18. PSEUDOEFEDRINA
19. SAFROL
ADENDO:
1) ficam também sob controle, todos os sais das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência.
2) excetua-se do controle estabelecido nas Portarias SVS/MS n.º 344/98 e 6/99, as formulações não medicamentosas, que contém as substâncias desta lista quando se destinarem a outros seguimentos industriais.
3) óleo de pimenta longa é obtido da extração das folhas e dos talos finos da Piper hispidinervum C.DC., planta nativa da Região Norte do Brasil.

LISTA – D2
LISTA DE INSUMOS QUÍMICOS UTILIZADOS
PARA FABRICAÇÃO E SÍNTESE DE ENTORPECENTES E/OU PSICOTRÓPICOS
(Sujeitos a Controle do Ministério da Justiça)

1. ACETONA
2. ÁCIDO CLORÍDRICO
3. ÁCIDO SULFÚRICO
4. ANIDRIDO ACÉTICO
5. CLORETO DE ETILA
6. CLORETO DE METILENO
7. CLOROFÓRMIO
8. ÉTER ETÍLICO
9. METIL ETIL CETONA
10. PERMANGANATO DE POTÁSSIO
11. SULFATO DE SÓDIO
12. TOLUENO
ADENDO:
1) produtos e insumos químicos, sujeitos a controle da Polícia Federal, de acordo com a Lei nº 10.357 de 27/12/2001, Lei n.º 9.017 de 30/03/1995, Decreto n.º 1.646 de 26/09/1995, Decreto n.º 2.036 de 14/10/1996, Resolução n.º 01/95 de 07/11/1995 e Instrução Normativa n.º 06 de 25/09/1997;
2) o insumo químico ou substância CLOROFÓRMIO está proibido para uso em medicamentos.
3) o CLORETO DE ETILA, por meio da Resolução n.º 1, de 5 de fevereiro de 2001, foi incluido na relação de substâncias constatntes do artigo 1º da Resolução n.º 1-MJ, de 7 de novembro de 1995.
4) quando os insumos desta lista, forem utilizados para fins de fabricação de produtos sujeitos a vigilância sanitária, as empresas devem atender a legislação sanitária específica.

LISTA – E
LISTA DE PLANTAS QUE PODEM ORIGINAR SUBSTÂNCIAS
ENTORPECENTES E/OU PSICOTRÓPICAS

1. Cannabis sativa L..
2. Claviceps paspali Stevens & Hall.
3. Datura suaveolens Willd.
4. Erythroxylum coca Lam.
5. Lophophora williamsii Coult.
6. Papaver Somniferum L..
7. Prestonia amazonica J. F. Macbr.
ADENDO:
1) ficam também sob controle, todos os sais e isômeros das substâncias obtidas a partir das plantas elencadas acima.
2) a planta Lophophora williamsii Coult. é comumente conhecida como cacto peyote.

LISTA – F
LISTA DAS SUBSTÂNCIAS DE USO PROSCRITO NO BRASIL

LISTA F1 – SUBSTÂNCIAS ENTORPECENTES
1. 3-METILFENTANILA ou N-(3-METIL-1-(FENETIL-4-PIPERIDIL)PROPIONANILIDA 2. 3-METILTIOFENTANILA ou N-[3-METIL-1-[2-(2-TIENIL)ETIL]-4-PIPERIDIL]PROPIONANILIDA
3. ACETILALFA -METILFENTANILA ou N -[1-( ALFA -METILFENETIL)-4-PIPERIDIL]ACETANILIDA
4. ACETORFINA ou 3 O-ACETILTETRAHIDRO-7-ALFA -(1-HIDROXI-1-METILBUTIL)-6,14-ENDOETENO-ORIPAVINA
5. ALFA-METILFENTANILA ou N-[1-(ALFA -METILFENETIL)-4-PIPERIDIL]PROPIONANILIDA
6. ALFA -METILTIOFENTA-NILA ou N-[1-[1-METIL-2-(2-TIENIl)ETIL]-4-PIPERIDIL]PROPIONANILIDA
7. BETA -HIDROXI-3-METILFENTANILA ou N-[1-(BETA-HIDROXIFENETIL)-3-METIL-4-PIPERIDIL]PROPIONANILIDA
8. BETA-HIDROXIFENTA-NILA ou N-[1-(BETA-HIDROXIFENETIL)-4-PIPERIDIL]PROPIONANILIDA
9. CETOBEMIDONA ou 4-META-HIDROXIFENIL-1-METIL-4-PROPIONILPIPERIDINA
10. COCAÍNA ou ÉSTER METÍLICO DA BENZOILECGONINA
11. DESOMORFINA ou DIIDRODEOXIMORFINA
12. DIIDROETORFINA ou 7,8-DIIDRO-7-ALFA -[1-(R)-HIDROXI-1-METILBUTIL]-6,14ENDO-ETANOTERTAHIDROORIPAVINA
13. ECGONINA ou (-)-3-HIDROXITROPANO-2-CARBOXILATO
14. ETORFINA ou TETRAHIDRO-7-ALFA -(1-HIDROXI-1-METILBUTIL)-6,14ENDOETENO-ORIPAVINA
15. HEROÍNA ou DIACETILMORFINA
16. MPPP ou 1-METIL-4-FENIL-4-PROPIONATO DE PIPERIDINA (ÉSTER)
17. PARA -FLUOROFENTANILA ou 4′-FLUORON -(1-FENETIL-4-PIPERIDIL])PROPIONANILIDA
18. PEPAP ou 1-FENETIL-4-FENIL-4-ACETATO DE PIPERIDINA (ÉSTER)
19. TIOFENTANILA ou N-[1-[2-(TIENIL)ETIL]-4-PIPERIDIL]PROPIONANILIDA
ADENDO:
1)ficam também sob controle:
1.1.todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência.
1.2.todos os ésteres e derivados da substância ECGONINA que sejam transformáveis em ECGONINA E COCAÍNA.

LISTA F2 – SUBSTÂNCIAS PSICOTRÓPICAS
1. (+) – LISÉRGIDA ou LSD; LSD-25; 9,10-DIDEHIDRO-N,N -DIETIL-6-METILERGOLINA-8BETA-CARBOXAMIDA
2. 4-METILAMINOREX ou (+ -)-CIS-2-AMINO-4-METIL-5-FENIL-2-OXAZOLINA
3. 4-MTA ou 4-METILTIOANFETAMINA
4. BENZOFETAMINA ou N-BENZIL-N, ALFA-DIMETILFENETILAMINA
5. BROLANFETAMINA ou DOB; (+ -) – 4-BROMO-2,5-DIMETOXI-ALFA-METILFENETILAMINA
6. CATINONA ou (-)-(S)-2-AMINOPROPIOFENONA
7. DET ou 3-[2-(DIETILAMINO)ETIL]INDOL
8. DMA ou (+ – )-2,5-DIMETOXI-ALFA-METILFENETILAMINA
9. DMHP ou 3-(1,2-DIMETILHEPTIL)-7,8,9,10-TETRAHIDRO-6,6,9-TRIMETIL-6H-DIBENZO[B,D]PIRANO-1-OL
10. DMT ou 3-[2-(DIMETILAMINO)ETIL] INDOL; N,N-DIMETILTRIPTAMINA
11. DOET ou (+ – )-4-ETIL-2,5-DIMETOXI-ALFA-FENETILAMINA 12. ETICICLIDINA ou PCE ; N -ETIL-1-FENILCICLOHEXILAMINA
13. ETRIPTAMINA ou 3-(2-AMINOBUTIL)INDOL
14. MDE ou N-ETIL MDA; (+ -)N-ETIL-ALFA-METIL-3,4-(METILENEDIOXI)FENETILAMINA
15. MDMA ou (+ – )N, ALFA -DIMETIL-3,4-(METILENODIOXI)FENETILAMINA; 3,4 METILENODIOXIMETANFETAMINA
16. MECLOQUALONA ou 3-(O-CLOROFENIL)-2-METIL-4(3H)-QUINAZOLINONA 17. MESCALINA ou 3,4,5-TRIMETOXIFENETILAMINA
18. METAQUALONA ou 2-METIL-3-O-TOLIL-4(3H)-QUINAZOLINONA
19. METCATINONA ou 2-(METILAMINO)-1-FENILPROPAN-L-ONA
20. MMDA ou 2-METOXI-ALFA-METIL-4,5-(METILENODIOXI)FENETILAMINA
21. PARAHEXILA ou 3-HEXIL-7,8,9,10-TETRAHIDRO-6,6,9-TRIMETIL-6H-DIBENZO[B,D]PIRANO-1-OL
22. PMA ou P-METOXI-ALFA-METILFENETILAMINA
23. PSILOCIBINA ou FOSFATO DIIDROGENADO DE 3-[2-(DIMETILAMINOETIL)]INDOL-4-ILO
24. PSILOCINA ou PSILOTSINA ; 3-[2-(DIMETILAMINO)ETIL]INDOL-4-OL
25. ROLICICLIDINA ou PHP; PCPY ; 1-(1-FENILCICLOHEXIL)PIRROLIDINA
26. STP ou DOM ; 2,5-DIMET OXIALFA ,4-DIMETILFENETILAMINA
27. TENAMFETAMINA ou MDA; ALFA-METIL-3,4-(METILENODIOXI)FENETILAMINA
28. TENOCICLIDINA ou TCP ; 1-[1-(2-TIENIL)CICLOHEXIL]PIPERIDINA
29. TETRAHIDROCANNABINOL ou THC
30. TMA ou (+ -)-3,4,5-TRIMETOXI-ALFA -METILFENETILAMINA
31. ZIPEPROL ou ALFA-(ALFA-METOXIBENZIL)-4-(BETA-METOXIFENETIL)-1-PIPERAZINAETANOL
ADENDO:
1) ficam também sob controle:
1.1.todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência.
1.2. os seguintes isômeros e suas variantes estereoquímicas da substância TETRAHIDROCANNABINOL:
7,8,9,10-tetrahidro-6,6,9-trimetil-3-pentil-6H-dibenzo[b,d]pirano-1-ol
(9R,10aR)-8,9,10,10a-tetrahidro-6,6,9-trimetil-3-pentil-6H-dibenzo[b,d]pirano-1-ol
(6aR,9R,10aR)-6a,9,10,10a-tetrahidro-6,6,9-trimetil-3-pentil-6H-dibenzo[b,d]pirano-1-ol
(6aR,10aR)-6a,7,10,10a-tetrahidro-6,6,9-trimetil-3-pentil-6H-dibenzo[b,d]pirano-1-ol
6a,7,8,9-tetrahidro-6,6,9-trimetil-3-pentil-6H-dibenzo[b,d]pirano-1-ol
(6aR,10aR)-6a,7,8,9,10,10a-hexahidro-6,6-dimetil-9-metileno-3-pentil-6H-dibenzo[b,d]pirano-1ol

LISTA F3 – SUBSTÂNCIAS PRECURSORAS

1. FENILPROPANOLAMINA
ADENDO:
1) ficam também sob controle todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência.

LISTA F4 – OUTRAS SUBSTÂNCIAS

1. ESTRICNINA
2. ETRETINATO
3. DEXFENFLURAMINA
4. FENFLURAMINA
5. LINDANO
6. TERFENADINA
ADENDO:
1) ficam também sob controle todos os sais e isômeros das substâncias enumeradas acima, sempre que seja possível a sua existência.
2) fica autorizado o uso de LINDANO como preservativo de madeira, sob o controle do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA.

Fonte: Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, n.º 101, 27 maio 2004. Seção 1, p. 33-6

 

Plano de saúde que não permite acesso direto ao psicólogo é plano de doença!

por: Roberto Lazaro Silveira

Fico surpreso em saber que existe plano de saúde obrigando seus associados a passar pelo psiquiátra antes de procurar o psicólogo e depois de algumas consultas com o psicólogo obriga ainda a passar por uma avaliação do psiquiátra para saber se precisa de novas sessões de terapia.

Isto é um conto do vigário, pois, psicologia não é nem mesmo área médica, logo, médico algum possui competência para avaliar o trabalho de psicólogo e isto consiste em falta de ética do lado do psicólogo que aceita e do psiquiátra que experimenta este ridículo caso de narcisísmo. Observe abaixo o princípio de número 6 que fundamenta a existência da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), observe,

“6 – A diferença entre a saúde e a enfermidade psiquiátrica é antes de tudo uma questão da qualidade das manifestações mentais e comportamentais apresentadas pelos indivíduos e pelos seres humanos grupalmente, que definem sua clara patologia.”

Nota-se claramente que a pessoa além de pagar altos impostos e ainda o plano de saúde medíocre, é obrigada a estar doente mental (quando as qualidades das manifestações mentais e comportamentais são intensas) para usufruir do plano pago a duras penas. Não tem direito a procurar o psicólogo enquanto ainda está saudável evitando a enfermidade e necessidade de psiquiátra e o que é mais terrível: ficar dependente de remédios psicotrópicos que matam por ano mais do que os acidente de trânsito.

Para promoção de saúde o contratante do plano de saúde, ou seja, você! deve exigir de seu plano o livre acesso ao psicólogo antes que necessite da psiquiatria  – doutrina das doenças mentais e do respetivo tratamento. Se a psiquiatria consta no dicionário como tal doutrina das doenças, então o plano de saúde necessita de doentes. Pense nisto:

Você passa por um constrangimento e isto fica perturbando seu dia-a-dia. Seu plano de saúde não permite o acesso ao psicólogo para sanar este pequeno incomodo e com o passar do tempo outro acontecimento não resolvido soma energia ao primeiro.

Após determinado tempo ocorre algo muito grave e somado aos pequenos fatos anteriores surge a doença mental e em decorrência a psicossomática – ex. hipertensão arterial, logo, uma doença pré-exitente irá aumentar  o valor do plano de “saúde” (seguradora)!,  o lucro da  indústria farmacêuta e dos psiquiátras inescrupulosos que submetem-se ao terror em questão. Observe o pronunciamento do PHD. Gary Null e outros no vídeo abaixo denominado “PSIQUIATRIA, UMA INDÚSTRIA DE MORTE” e tire suas próprias conclusões!

http://www.youtube.com/watch?v=Q3mIlvg4vQ0

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Princípio Ativo – Ayahuasca, Mariri, Santo Daime, etc…

por: Roberto Lazaro Silveira

Este artigo descreve de forma aproximada o modo de preparo, reações adversas e efeitos colaterais assim como elucida os princípios ativos encontrados nos ingredientes de um chá alucinógeno utilizado em algumas ceitas religiosas como União do Vegetal, Mariri, Céu de Maria, Santo Daime, etc…

O chá, é preparado a partir de dois vegetais nativos da região amazônica, um conhecido como Chacrona Psycotria Viridis, família das rubiáceas, e o outro, a Ayahuasca Banisteriopsis caapi, família das malpigiáceas. Essas plantas contêm alcalóides e outras substâncias químicas com propriedades alucinógenas e psicotrópicas.

As principais substâncias encontradas na ayahuasca, resultante da decocção dos dois vegetais, são a harmina , também conhecida como banisterina, dihidroharmina, hermalol, harmalina, dimetiltriptamina (DMT), 5-metoxi-triptamina, cafeína, teobromina e outros.

A harmina é estimulante do sistema nervoso central, onde exerce a ação alucinógena. No passado, foi usada como remédio no tratamento do mal de Parkinson, como anti-helmíntico e para combater certas doenças nervosas. Seu uso constante, porém, pode provocar vômitos e causar sofrimento.

Sua dose letal (DL) para ratos, via subcutânea, é de 200mg/kg de peso. Os alcalóides beta-carbalina, existentes no cipó, inibem a enzima monoaminaoxidase (MAO), que degrada a dimetiltriptamina (DMT), o princípio ativo da folha que provoca alucinações visuais.

Desse modo, não sendo destruída, a DMT continua exercendo a sua atividade alucinógena, caracterizada por fortes sensações luminosas.

Sob o efeito dos componentes químicos do chá, o usuário entra em transe, quando, então, se sente robustecido na crença e na fé, manifestando-se nele a presença do espírito. Logo após manifesta-se a sonolência. Sob o efeito do Daime, a pessoa sente como se estivesse viajando dentro de si mesma e a conseqüência se manifesta em modificações na percepção.

Os sentidos tornam-se mais aguçados, podendo ocorrer estranhas visões luminosas, até mesmo causando a sensação de estar mantendo contato com pessoas distantes.

Essa sensação pode ser tão forte que faz a pessoa sentir-se flutuando no espaço e se aproximando de Deus, para com Ele conversar. Finalmente, ela perde a noção de tempo, que pode variar para mais ou para menos, de acordo com as emoções mais íntimas de cada um. Garantem alguns usuários, que o Santo Daime é reverenciado porque representa, para os praticantes da seita, disciplina, conselho, repreensão, vigor e conforto.

Qualquer análise da composição química desses dois vegetais, mesmo que superficial, leva a um questionamento que torna difícil, para qualquer um, emitir parecer favorável aos usuários do chá, atestando que o hábito de utilizá-lo não faz nenhum mal, como, também, afirmar o contrário, isto é, que o seu uso pode provocar dependência e, portanto, tornar-se altamente perigoso para a saúde.

De um lado existem aqueles que fazem do uso do Santo Daime verdadeiro ritual místico, que deve ser praticado com veneração e respeito, e, por isso, não ultrapassam o limite de segurança na dose usada, existem, também, aqueles que usam o chá, simplesmente, por modismo, por espírito grupal, ou porque alguns membros da alta sociedade já o estão usando regularmente e, quase sempre, tomam a bebida repetidas vezes, introduzindo no organismo quantidades de substâncias psicotrópicas e alucinógenas em concentrações acima das consideradas normais.

É de extrema importância mencionar que já existem milhares desses grupos espalhados pelo Brasil, funcionando regularmente. Espiritual ou não, a propriedade psicoativa da Ayahuasca se deve à presença, nas folhas da chacrona, de uma substância enteógena (alucinogéna, para outros autores) denominada N,N-dimetiltriptamina (DMT), produzido naturalmente (em doses menores) no organismo humano. O DMT é metabolizado pelo organismo por meio da enzima monoamina oxidase (MAO), e não tem efeitos psicoativos quando administrado por via oral. No entanto, o caapi possui alcalóides capazes de inibir os efeitos da MAO: harmina e harmalina, principalmente.

Desse modo, o DMT fica ativo administrado por via oral e tem sua ação intensificada e prolongada. A ayahuasca provoca “expanção da consciência” sem causar danos físicos, inclusive atribuindo à substância propriedades curativas, como reativar órgãos danificados.

De fato, não há dependência física conhecida, ainda que a dependência do uso da planta em todos os ritos para se atingir estados alterados seja visto como manifestação de uma dependência psíquica bastante estimulada pelo contexto religioso e social.

É provavel que ocorra o desequilíbrio do organismo, pois, quando recebemos substâncias exógenas o corpo humano para a sua produção natural para causas a homeostasia, desta forma, quando a pessoa parar de utilizar a substância provavelmente irá desencadear sintomas para readaptção do organismo.

Riscos para a saúde: Não há dados científicos que indiquem riscos em relação à saúde física. Há, contudo, constantes relatos de vômitos, diarréias e sudorese em alto percentual dos que a experimentam, o que sugere tentativas do corpo em expelir a substância.

O uso contínuo, entretanto, parece favorecer uma tolerância química ao princípio ativo, com os sintomas diminuindo de intensidade. Em alguns casos, a ingestão pode levar a sensação de medo e perda do controle, levando a reações de pânico. Na maior parte das vezes tais reações passam junto com o efeito da bebida, sem necessidade de atendimento médico.

Fontes:

  • ASSIS, F.S.L. – Uso Ritual da Hoasca: Recomendações e Cuidados, The Newsletter of the Multidisciplinary Association pharmafor Psychedelic Studies MAPS 7(1); 25-6; 1996-7.
  • CALLAWAY, J.C.; AIRAKSINEN, M.M.; MCKENNA, D.J. et al. – Platelet serotonin uptake sites increase in drinkers of ayahusca, Psychopharmacology 116:385-7, 1994.
  • CALLAWAY, J.C.; GROB, C.S. – Ayahuasca preparations and serotonin re-uptake inhibitors: A potential combination for severe adverse interaction. J Psychoactive Drugs (in press) 1998.
  • CALLAWAY, J.C.; MCKENNA, C.S.; GROB, G.S., et al. – Pharmacokinetics of Hoasca alkaloids in healthy humans. J Ethnopharmacology 65; 243-56, 1999.
  • CAZENAVE, S.O.S. – Alucinógenos. In: Olga, S. Fundamentos de Toxicologia, Atheneu, São Paulo, 1996, pp 329-43.
  • CAZENAVE, S.O.S. – Banisteriopsis caapi: ação alucinógena e uso ritual, Rev Psiq Clín 27;(1), 2000, pp. 1-6.
  • FREUD, S. – Introdução à Psicanálise. Imago, Rio de Janeiro,1969.
  • JASPERS, K. – Psicology der Weltanschauungen. Springer, Berlin,1954.
  • KATSZUNG, B.G. – Farmacologia Básica e Clínica. 6ª edição, Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 1998, pp 204-6.
  • LABATE, B.C.; ARAÚJO, W.S. – O uso Ritual da Ayahuasca. Mercado das Letras FAPESP, São Paulo, 2002.
  • LABIGALINE, E.J. – O uso de Ayahuasca em um contexto religioso por ex-dependentes de álcool. São Paulo, 1998, Dissertação de mestrado, Universidade Federal de São Paulo/Escola Paulista de Medicina, área de concetração Saúde Mental.
  • MACRAE, E. – Guiado pela Lua: O Xamanismo e o uso ritual da Ayahuasca no culto do Santo Daime. Brasiliense, São Paulo, 1992.
  • MAYER-GROSS, W.; ROTH, M.; SLATER, E. – Clinical Psiquiatric. Grunner and Stratton. New York, 1969.
  • MCKENNA, D.J.; CALLAWAY, J.C.; GROB, CS. – The Scientific Investigation of Ayahuasca: A Review of Past and Current Research. The Heffer Review of Psychedelic Reseach, Volume 1, 1998.
  • NOBRE DE MELO, A.L. – Psiquiatria. Guanabara, Rio de Janeiro, 1981.
  • REZA-BRAVA – Ana Vitória Vieira Monteiro
  • STRERNBACH, H. – The Serotonin Syndrome. Am J Psychiatry 148(6):705-13, 1991.
  • UMEZAWA, K.; SHIRAI A. et al. – Comutagenic effect of norharman and harman with 2-acetylaminofluorene derivates. Proc. Natl. Acad. Sci. USA, 75(2) 928-30, 1978.
 

Álcool pode aumentar chance de recorrência do câncer de mama

por: Roberto Lazaro Silveira


Mulheres na menopausa que tomam três ou quatro doses semanais de bebida alcoólica têm uma chance significativamente maior de recorrência do câncer de mama, disseram pesquisadores dos EUA na quinta-feira.

De acordo com eles, mulheres diagnosticadas com câncer de mama devem considerar a ideia de limitar a três doses semanais o seu consumo de álcool, especialmente se estiverem acima do peso.

Não encontramos qualquer elevação do risco em mulheres que consumiam menos de meia dose por dia. Não houve associação alguma com a recorrência do câncer – disse Marilyn Kwan, pesquisadora de Permanente em Oakland, Califórnia, que apresentou suas conclusões num simpósio da Associação Americana da Pesquisa do Câncer em San Antonio.

Outros estudos já haviam demonstrado que o uso de álcool pode agravar as chances de que a mulher desenvolva um tumor de mama, mas poucos haviam examinado o papel do álcool em mulheres que já haviam tido câncer de mama.

Kwan e seus colegas estudaram 1.900 mulheres no Registro do Câncer Kaiser Permanente do Norte da Califórnia, todas elas sobreviventes de tumores de mama invasivos em estágio inicial entre 1997 e 2000. As próprias mulheres relataram o seu nível de consumo de álcool.

As mulheres foram acompanhadas ao longo de oito anos. As que tomavam três a quatro doses semanais de bebida alcoólica tiveram um aumento de 30 por cento no risco de que seu câncer de mama voltasse.

Metade dessas mulheres consumia álcool em alguma quantidade, e o estudo as comparou a sobreviventes de câncer de mama que não bebiam. Quanto mais álcool as mulheres ingeriam, maior era a recorrência do câncer, disse Kwan.

De acordo com ela, outros estudos já haviam demonstrado que o álcool altera os níveis e ritmo de processamento do estrogênio no organismo. Como muitos tumores de mama são alimentados pelo estrogênio, ela supõe que um consumo moderado a intenso do álcool possa estar alimentando muitos casos da doença.

Para Kwan, reduzir o consumo de álcool após a menopausa seria uma decisão inteligente para as mulheres. Mais de 400 mil mulheres morrem de câncer de mama por ano no mundo.

Fonte: O Globo

 

As Drogas são Todas Ilícitas

por: Roberto Lazaro Silveira

Não acredito que exista drogas lícitas, pois, o significado de ilícito não permite, observe: "Contrário à lei, à moral ou à consciência" – Dicionário Michaellis. Existem drogas proibídas e permitidas. Vejamos o cigarro, a grande maioria que fuma sabe que faz mal e ninguém em sã consciencia desejaria ser auto-maltratado. A pessoa não consegue parar de fumar devido á forte ação da nicotina que causa dependência física, a dependência emocional do cigarro dentre outros fatores, mas, sabe no fundo da consciência que não é lícito e sim permitido por lei.

As drogas não permitidas por lei são substâncias proibidas de serem produzidas, comercializadas e consumidas. Em alguns países, determinadas drogas são permitidas sendo que seu uso é considerado normal e integrante da cultura. Estas dorgas podem ser estimulantes, depressivas ou perturbadoras do sistema nervoso central, o que perceptivelmente altera em grande escala o organismo.

São drogas proibídas: maconha, cocaína, crack, ecstasy, LSD, heroína, morfina, skank, ópio dentre outras. Por serem proibidas, estas drogas entram no país ou são produzidas de forma ilegal através do tráfico e de laboratórios clandestinos que promovem a comercialização no mercado negro.

As drogas causam destruição da família, arritmia cardíaca, trombose, AVC, necrose cerebral, insuficiência renal e cardíaca, depressão, disforia, alterações nas funções motoras, perda de memória, disfunções no sistema reprodutor e respiratório, câncer, espinhas, convulsões, desidratação, náuseas e exaustão.

É importante esclarecer que a dependência das drogas é tratável através da psicoterapia e de medicamentos similares aos princípios ativos das drogas que causam dependência física juntamente com o tratamento psicoterápico da família em prol de melhorar o auxílio ao drogadicto a dependência poderá ser vencida a vida voltará ao normal – a pessoa retornará á viver livre da auto-destruição.

 

Psicose

por: Roberto Lazaro Silveira


Ao contrário da neurose, a psicose é um estado mental onde ocorre a perda da realidade, ou seja, o indivíduo que desenvolve sintomas psicóticos não tem conhecimento de seu estado.

O psicótico não percebe que perdeu completamente a noção do pensamento, percepção ou julgamento. A psicose é aquilo que costumamos denominar “loucura” ou comportamento de “louco”.

Exitem alguns fatores como intoxicação por alcool, medicamentos psicotrópicos e demais drogas que podem desencadear uma psicose, no entando, ocorre a psicose pela reação do indivíduo á estas causas, ou seja, “o importante não é o que fizeram da pessoa e sim o que a pessoa fez com o que fizeram dela”.

Os pacientes que estão em um estado psicótico, em geral, agem de modo estranho, ou seja, ficam balançando o corpo, vestem-se bizarramente, agem de acordo com suas alucinações, têm crenças falsas e delirantes e, consistentemente, confundem a realidade dos eventos.

Eles são, freqüentemente, impulsivos e em perigo constante de agir, baseados em percepções distorcidas ou idéias delirantes, resultando em lesão ou morte não-intencionais.

A consciência de si mesmo e do ambiente é, consistentemente, velada. O indivíduo é incapaz de discriminar os estímulos que percebe. O pensamento é desorganizado e incoerente, o que se evidencia na fala do paciente.

A memória é prejudicada no registro, retenção e recuperação das lembranças. A orientação, especialmente quanto ao tempo, pode estar prejudicada. O comportamento psicomotor pode ser hipo ou hiperativo em relação aos movimentos e à fala. As emoções podem variar de apatia e depressão a medo e raiva.

Durante a perda da realidade na psicose, o indivíduo apresenta delírios e/ou alucinações. Os delírios são pensamentos destorcidos criados para compensar a sofrimento psiquico.

Como exemplos de delírios podemos citar:

Delírios de relação: o indivíduo diz que é filho do Bil Gates e acredita nisto, isto é uma psicose.

Delírio de grandeza: O indivíduo acredita que é Deus. Delírio de influência: O indivíduo acredita que recebeu órdens para matar do cachimbo que o mesmo utiliza para fumar ckack e executa as órdem matando pessoas aleatóriamente, isto é uma psicose.

As Alucinações estão relacionadas aos nossos sentidos: Audição, Visão, Olfato, Tato e Paladar.

Ocorrem quando o indivíduo tem certeza que percebeu algo, ou seja, são percepções sem um estímulo externo, enquanto outras pessoas não confirmam tal evento.

A pessoa alucinada acredita que a percepção é real, desta forma a percepção da alucinação é de origem interna, emancipada de todas as variáveis que podem acompanhar os estímulos ambientais como iluminação, ruídos e outros.

Alucinação Tátil: A pessoa acometida pode sentir por exemplo insetos andando em sua pele sem que o fato seja comprovado por outras pessoas, somente ela sente, mas são “invisíveis”.

Este tipo de alucinação – alucinação tátil – por intoxicação é comumente um dos sintomas de intoxicação pela Psilocibina e Psilocina, uma substancia extraída dos cogumelos da família dos Psilocibinos.

Foi Albert Hoffmann, o descobridor do LSD, juntamente com colegas de laboratório, quem isolou duas substâncias da Psilocybe mexicana.

A psilocibina foi isolada como componente principal e a psilocina foi encontrada em quantidades menores, porém igualmente ativa. Desde então, esses alcalóides têm sido pesquisados em muitas variedades de cogumelos.

A psilocibina produz uma série de efeitos similares aos produzidos pelo LSD e a mescalina, porém com potência menor e maior facilidade de acesso e extração através da simples coleta nos pastos onde contém esterco de vaca onde são coletados e fervidos em água potável para ser consumido em rituais de cura ou por jovens drogadictos.

As alucinações mais comuns são as visuais e as auditivas, onde o alucinado ouve vozes e tem visões de estímulos que não podem ser compartilhadas com outras pessoas.

Geralmente as alucinações caminham de mãos dadas com os delírios. Um jovem que tomou chá de cogumelo ou consumiu LSD pode ter uma alucinação visual do tipo ver gnomos e apresentar junto com esta um delírio de relação, onde o mesmo recebe órdens do mesmo para pular de um precipício ou matar alguém e obedece.

 

Transtrono Bipolar

por: Roberto Lazaro Silveira

Está é mais um doença inventada que era denominado até bem pouco tempo de psicose maníaco-depressiva. Esse nome foi abandonado principalmente porque este transtorno não apresenta necessariamente sintomas psicóticos, na verdade, na maioria das vezes esses sintomas não aparecem. Vejam nos vídeos como isto ocorre.

Os transtornos afetivos não estão com sua classificação terminada. Provavelmente nos próximos anos surgirão novos subtipos de transtornos afetivos, melhorando a precisão dos diagnósticos e desencadeando remédios psicotrópicos para cada um dos ramos para encher o bolso da indústria farmacêutica e dos médicos vinculados financeiramente á mesma.

A alternância de estados depressivos com maníacos é a tônica dessa psêudo patologia. Muitas vezes o diagnóstico correto só será feito depois de muitos anos, após vencer a patente de determinado medicamento…

Uma pessoa que tenha uma fase depressiva, receba o diagnóstico de depressão e dez anos depois apresente um episódio maníaco tem na verdade o transtorno bipolar, mas até que a mania surgisse não era possível conhecer diagnóstico verdadeiro, mas, que após algum tempo não é mais verdadeiro como de costume, e surgirá então novos remédios com novas patentes para o novo nome registrado no DSM, que por sua vez é um livro que enquadra qualquer pessoa da face da terra como doente mental e foi patrocinado pela indústri farmacêutica para vender remédios que mudam de nome quando vence a petente e continua vendendo por valores elevados, sendo necessário uma reclassificação no livrinho de doenças.

Pense nisto querido leitores: Acabamos de ganhar um carro de presente…. ficamos felizes e eufóricos…. então teremos que viver deste modo para o resto da vida mesmo com a morte de um ente querido caso contrário estaremos enquadrados como Bípolar e desenbolsaremos com o psicotrópico adequado.

Leia isto: Qual a causa da doença? A causa propriamente dita é desconhecida, mas há fatores que influenciam ou que precipitem seu surgimento como parentes que apresentem esse problema, traumas, incidentes ou acontecimentos fortes como mudanças, troca de emprego, fim de casamento, morte de pessoa querida.

Fica fácil notar o conto do vigário… Os psicotrópicos matam mais que acidentes de carro, e isto é fato!

Para comprovar solicite em seu idioma e receba em casa gratuitamente um vídeo da Comissão dos direitos humanos Clique aqui para preencher o formulário

 

Transtorno Obsessivo Compulsivo

por: Roberto Lazaro Silveira

Não é doença mental. Trata-se de um momento de desequilíbrio emocional onde a pessoa apresenta obsessões e compulsões, ou seja, possue idéias e promovem ações as quais a maioria das pessoas consideram anormais.

O indivíduo é dominada por pensamentos desagradáveis de natureza sexual, religiosa, agressiva entre outros, que são difíceis de afastar de sua mente, parecem sem sentido e são aliviados temporariamente por determinados comportamentos ritualísticos compensatórios.

Os rituais assim como as repetições são pensamentos recorrentes caracterizados por serem desagradáveis, repulsivos e contrários à índole da pessoa portadora de TOC.

Tais pensamentos não são controláveis pelos próprios pacientes e causam significativa perda de tempo, sofrimento pessoal e prejuízo aos afazeres cotidianos.

Ocorre o descontrole referente aos pensamentos, e às vezes surgem atitudes ou comportamentos que visam neutralizar a ansiedade causada por tais pensamentos. Assim, compulsões podem ocorrer secundariamente às obsessões.

As compulsões são comportamentos, gestos, rituais ou atitudes muitas vezes iguais e repetitivas, conscientes e quase sempre incontroláveis. Os pacientes mantêm a crítica sobre suas atitudes, percebem o fato como absurdo e não sabem ou não entendem o que está acontecendo.

Para melhorar o quadro e livrar-se de tais sentimentos é necessário a ajuda de um psicoterapêuta que promova o autoconhecimento para a pessoa em tratamento, este autoconhecimento irá sanar os sintomas produzidos assim como livrar a pessoa de algo devastador: Os medicamentos psicotrópicos. Vejam no vídeo abaixo como as doenças mentais são inventadas para a Indústria Farmacêutica.

 

A Psicoterapia Promove Saúde Através do Autoconhecimento

por: Roberto Lazaro Silveira

O autoconhecimento promove saúde e a psicoterapia promove autoconhecimento. Assista ao trecho do vídeo acima! (esta primeira frase da legenda diz respeito aos artigos escritos pela indústria farmacêuta que paga á médicos para assinaram). Receba o vídeo original em casa sem custo algum, maiores informações sobre o vídeo no final deste artigo – não esqueça de mudar o idioma para português no campo language do formulário: Clique aqui para preencher o formulário.

Após assistir ao vídeo sobre psicotrópicos, o qual a comissão dos direitos humanos envia gratuitamente para qualquer residência do Brasil, e somar as informações fornecida aos meus conhecimentos sobre o sistema médico tradicional do oriente, chequei a conclusão que os lucros com a produção de doenças estende-se aos planos de saúde.

O médico na Medicina Oriental Chinesa, atendia pessoas como o imperador por toda a vida, e ganhavam um gordo salário, no entanto, se o seu paciente ficasse doente o salário do médico era cortado até o mesmo voltar á gozar de plena saúde – devemos lembrar que para a Organização Mundial de Saúde – OMS, não existe doenças e sim doentes.

No ocidente alguns médicos assim como alguns planos de saúde lucram com as doenças, ou seja, necessitam de doentes para engordar seus cofres e os da indústria farmacêutica.

PLANOUNIMERD – Plano de Saúde ou de Doença? – Alguns planos, no caso da saúde mental são ineficientes, pois, tratam seus afiliados como doentes e não preocupam-se em provover saúde porque lucram com a doença, logo, obrigam as pessoas que usufluem do mesmo, quando com alguma perturbação mental, á procurar um psiquiátra (são raros os psiquiatras que tornaram-se psicólogos como Freud, Jung e Nise da Silveira) e se necessário o mesmo indica para um psicólogo. Os planos estão pagando um valor ridículo se comparado á tabela de consultas proposta pelo Conselho Federal de Psicologia. Desta forma fere o direito á autonomia e promoção de saúde do cidadão conveniado, pois, antes mesmo do transtorno psiquiátrico surgir a pessoa poderia ter evitado através do autoconhecimento promovido pelo tratamento psicológico e consequentemente os lucros com as doenças deixariam de existir.

Qual seria então um plano de saúde?

Saúde para a Organização Mundial de Saúde é o bem-estar físico, mental e social. Talvez você compartilhe com outros cidadãos que o melhor plano de saúde é comer bem e de acordo com seu biotipo, dormir bem, praticar esportes, ter uma vida sexual de boa qualidade e frequentar locais agradáveis para você dentre outros aspéctos que podem ser acrescentados por cada querido leitor…

Bem-estar físico: Para comer bem e descobrir o que comer com qualidade procure um nutricionista, o mesmo irá aferir sua massa corporal, medir, verificar seu nível de gordura e montar um cardápio personalizado para você e sua família. Procure um academia, que traduzido do inglês significa clube de saúde – Health Club.

Não faça exercícios de forma a prejudicar-se, você merece um bom Personal-Trainner pelo menos por algum período, para adaptar-se aos exercícios de forma correta, no entando, antes do Personal, se você for sedentário principalmente, procure um Fisioterapêuta e faça uma avaliação postural e se necessário contrate o mesmo para programas como RPG dentre outros para corrigir problemas posturais. Mesmo para praticar algum esporte, como voltar á  jogar bola por exemplo, ás vezes é necessário algum programa anterior de preparação.

Bem-estar mental: O tipo de promoção de saúde que facilitará alcaçar seu bem estar físico e social. Todos temos algum aspectos em nossa vida que precisa ser conhecido através da psicoterapia, durante algum tempo, pois, algo pode ter acontecido em algum momento que nos fez guardar o fato em nosso inconsciente e isto tem nos empedido de seguir um verdadeiro PLANO DE SAÚDE, de sermos amados e agir de maneiras saudáveis, por exemplo, um indivíduo sabe que fumar faz mal e gostaria de parar mas não para, ja procurou comportamentalistas, terapêutas ocupacionais, médicos que receitaram remédios controlados com vastos efeitos colaterais como a impotência sexual. Fizeram quase todo o esforço possível, no entando, não conseguiram largar o vício…

A função do psicoterapêuta é fazer com que a pessoa conheça os motivos que levaram-na á dependência química e que agem no inconsciente boicotando seu tratamento, ou seja, os inimigos invisíveis…

Desta forma, entrando em contato com o material inconsciente e conhecendo a si mesmo e ao inimigo ás chances de vencê-lo é muito maior, pois, se você não se conhece e não conhece o inimigo as chances de vencer são poucas, se você se e não conhece o inimigo mais chance de vencer. Conhecendo a você mesmo e ao inimigo, a vitória está em suas mãos e este é o objetivo da psicoterapia para promoção de saúde.

Saiba ser linda como você é... Nasceu gordinha... Linda... Vale procurar um psicoterapêuta para descobrir os inimigos invisíveis que estão dizendo para você ser outra pessoa...

Bem-estar social:  “É o bem comum, o bem da maioria, expresso sob todas as formas de satisfação das necessidades coletivas. Nele se incluem as exigências naturais e espirituais dos indivíduos coletivamente considerados; são as necessidades vitais da comunidade, dos grupos e das classes que compõem a sociedade”. (Meireles, 1976).

Procure frequêntar locais agradáveis e conviver com grupos sociais que possa contribuir para sua saúde. Talvez aquele amigo beberrão possa também adequar-se e manter seu fígado saudável, praticar exercícios físicos e ajudar você no seu objetivo, caso contrário passe a conviver com alguém determinado a seguir seu plano de saúde. “Diga com quem andas que te direi quem tu és” – Sócrates.

Estamos todos doentes… Existe livros chamados – DSM – Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders e CID10… neles qualquer pessoa da face da terra pode ser enquadrado em alguma doença mental, hoje a moda é Bí Polar. Se você não se conhece poderá cair nesse conto do vigário. Quando próximos á eventos agradáveis como nascimento de um filho ficamos eufóricos, por outro lado, quando falece algum ente querido ficamos em luto. São mecanismos naturais da humanidade que a indústria farmacêuta está disposta á lucrar com isto através de seus rótulos.

DSM, CID10 e outros rotuladores – São cada vez mais notáveis os indícios que levam a crer que foram patrocinados pela indústria farmacêuta por necessitar de doentes para vender remédios controlados sem base científica alguma ou quando existe é na maioria das vezes forjada em benefício das empresas que engordam os cofres de alguns psiquiatras quando são desonestos ou sociopatas. – Receba gratuitamente (no formulário mude o espaço language para Português) em sua residência o vídeo que compra estes fatos clicando no seguinte link: http://www.cchr.org/freeinfo.html?&locale=pt_BR#/free-information. Neste vídeo contém o seguinte:

As drogas psicotrópicas formam uma história de muito dinheiro. São drogas que alimentam uma indústria de 330 bilhões de dólares, sem uma única cura. Estas drogas matam agora ao redor de 42.000 pessoas anualmente. E o número de mortes continua aumentando.

Mais de 175 entrevistas com advogados, peritos de saúde mental, as famílias das vítimas e os próprios sobreviventes, este chocante documentário retira a máscara das drogas psiquiátricas e expõe a brutal máquina de fazer dinheiro.

Ao documentar o impacto de uma indústria de multibilhões de dólares em drogas psiquiátricas, este vídeo revela a chocante verdade atrás da atual onda de violência que devasta nossos lares, escolas e comunidades.

Vale a pena investir em um Plano de Saúde Verdadeiro?