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Paranóia – Bem Simples

por: Roberto Lazaro Silveira

Paranóia é uma desconfiança ou suspeita altamente exagerada ou injustificada. Pode ser provocada por algumas substâncias utilizadas em locais errados em funções erradas como no caso da cocaína por exemplo. Nos Andes esta substância presente em meio por cento das folhas de Coca aproximadamente, de acordo com a espécie, é utilizada no cotidiano em função de proporcionar o trabalho em grandes altitudes e assim compensar uma deficiência do organismo.

Principalmente no maior financiador do mundo: Estados Inimigos da América! é diferente. Utiliza-se a cocaína etc… para prejuízo mesmo! E o resultado é a paranóia! Pense nisto: Um jovem ao ver sua namorada conversando com um amigo dela…. bem de longe…. ganha de presente da cocaína (ou da mistureira presente no pó branco que não passa de 15% de coca dependendo do ponto onde comprou) um delírio de ciúme regado a Acting-out – então começa a pular em cima do carro e a gritar e dar socos nos vidros do pobre carro, empurra a namorada para dentro do veículo, entra no carro, e sai atropelando todo mundo….

Depois de dois ou três anos de cadeia… procura o terapêuta para saber porquê… De forma bem simplista pode-se adiantar que as drogas não são boas opções para suprir as carências humanas. Mas… cada indivíduo deverá ser analisado como o sujeito enunciante do problema enunciado! porque possui sua verdade personalizada e somente esta é a verdade que conhecendo liberta!

A verdade enunciada em torno do arquétipo do Louco enunciante em busca do seio bom, no aqui agora através de comportamentos que devem ser extintos através de exercícios de bio energética corporal!?

Obs: Existem diversos outros fatores, causadores da paranóia, sem qualquer ligações com substâncias psicoativas exógenas;-)

Então Raul Seixas e Paulo Coelho escreveram e dedicaram e o Raul cantou: Para Nóia

Quando esqueço a hora de dormir
E de repente chega o amanhecer
Sinto a culpa que eu não sei de que
Pergunto o que que eu fiz?
Meu coração não diz e eu…
Eu sinto medo!
Eu sinto medo!

Se eu vejo um papel qualquer no chão
Tremo, corro e apanho pra esconder
Com medo de ter sido uma anotação que eu fiz
Que não se possa ler
E eu gosto de escrever, mas…
Mas eu sinto medo!
Eu sinto medo!

Tinha tanto medo de sair da cama à noite pro banheiro
Medo de saber que não estava ali sozinho porque sempre…
Sempre… sempre…
Eu estava com Deus!
Eu estava com Deus!
Eu estava com Deus!
Eu tava sempre com Deus!

Minha mãe me disse há tempo atrás
Onde você for Deus vai atrás
Deus vê sempre tudo que cê faz
Mas eu não via Deus
Achava assombração, mas…
Mas eu tinha medo!
Eu tinha medo!

Vacilava sempre a ficar nu lá no chuveiro, com vergonha
Com vergonha de saber que tinha alguém ali comigo
Vendo fazer tudo que se faz dentro dum banheiro
Vendo fazer tudo que se faz dentro dum banheiro

Para…nóia

Dedico esta canção:
Para Nóia!
Com amor e com medo (com amor e com medo)
Com amor e com medo (com amor e com medo)
Com amor e com medo (com amor e com medo)
Com amor e com medo (com amor e com medo)…

Com amor e com medo…

 

O texto mais legal da semana de todos os tempos: Medicina o Trampolim Social

por: Roberto Lazaro Silveira

Caros amigos, encontrei este texto na grande rede mundial de computadores e gostaria de apresentar-lhes já que quem apresenta apresenta alguma coisa a alguém…. Então direta e indiretamente boa leitura, o texto parece que foi escrito por um gênio. A fonte é citada no final do artigo, oportunidade de serem abençoados por outros textos do mesmo autor. Boa leitura.

“Espanta-me a situação da saúde no Brasil, a medicina passa por uma grave crise existencial. O cenário atual é deprimente e não adiantam chorumelas, os doutores são os principais vilões desta tragédia. A classe sustenta que a democratização da medicina é responsável pela crise.

Médicos atribuem a falta de tempo para assistir os pacientes às árduas jornadas de trabalho a que são submetidos, em tese, para garantirem a manutenção da dignidade de seus proventos. Pelo contrário! Sujeitam-se à irresponsável maratona por ganância, e o problema também não é falta de tempo, é falta de compromisso com a profissão.

Aos menos favorecidos, resta o famigerado Sistema Único de Saúde. Madrugadas em claro são necessárias à obtenção de uma chance: a disputada senha para o atendimento. Tendo êxito, passa-se à etapa seguinte, a agonia da espera sem fim. Se atendidos, pioram, pois, à enfermidade soma-se a angústia frente ao desprezo por sua pessoa.

Uma medida desesperada é a adesão ao sistema de saúde espiritual, milhares de crentes rogam pela cura, enquanto o Estado assiste, inerte, ao lamentável desfecho.

A classe média se rendeu aos planos particulares de saúde. Além da sufocante carga tributária, o contribuinte viu-se obrigado a bancar uma assistência privada. Este fenômeno deve ser a tal democratização da medicina, citada pelos doutores como a vilã do sistema de saúde. Porém, o “Novo SUS” dos emergentes já nasceu fadado ao fracasso.

Privatizar a saúde em Pindorama – o país do jeitinho – sem agências reguladoras sérias, nunca vai funcionar… Como ganham por carimbos em prontuários, montam suas próprias linhas de produção de atendimentos. Dezenas de pessoas se amontoam nos consultórios, enquanto aguardam, por horas, um despacho no receituário.

E quando estes missionários do capital conseguem o primeiro milhão, passam a sacanear com o sistema. Consulta pelo plano? Só na próxima primavera… Manipulam as regras forçando o enfermo a pagar pelo serviço pela TERCEIRA vez. E no mais esculachado estilo “uma mão lava a outra”, caridosamente, dão descontos no atendimento sem recibo.

Se precisar pagar por um atendimento complexo e de urgência, prepare-se para habitar a base da pirâmide de renda, suas economias serão sugadas sem piedade. E, sobrevivendo, mesmo pobre e endividado, ainda sentirá gratidão ao xxx que financia suas extravagâncias às custas da tragédia pessoal dos “pacientes”… fenômeno parecido com a Síndrome de Estocolmo… #NilsBejerotExplica

A maioria dos que exercem a medicina, em essência, é igual ao homem médio contemporâneo: competitivo, imediatista, egoísta e oportunista… No entanto, sua missão não suporta tais pecados, não se joga com a higidez física e mental de um ser humano.

Os mercadores de saúde justificam a perversidade de suas mentes através da prosaica premissa de que a indiferença é uma necessidade da profissão. Absurdo! A nadificação do paciente é, no mínimo, falta de culhão para encarar o luto frente a uma possível derrota. A banalização da vida é uma péssima opção de defesa, quando não caracteriza deformação de caráter, sinaliza covardia e falta de vocação.

A omissão médica não pode ser tratada apenas como uma questão ética. É caso de polícia, de justiça e de cadeia… faz vítimas a cada segundo em nosso país. As lesões e homicídios deveriam ser apurados e punidos. Por que não são? Porque morto não fala. E os sobreviventes, parentes e amigos? Como bons brasileiros, são acomodados até para reivindicarem seus direitos. E se reivindicam?

Também termina em pizza… A polícia tupiniquim é corrupta e incompetente; o Judiciário, além de moroso, depende da interpretação técnica de um perito, que, além de corporativista, normalmente é tão mau caráter quanto o denunciado.

A origem das mazelas está no seio da família brasileira. Pais da classe média burguesa, no intuito de satisfazer os próprios egos, empurram seus filhos para o que consideram ser um trampolim social. A vocação é negligenciada em favor do lustro da profissão.

Como exercer o sacerdócio da medicina sem a adesão voluntária da alma à missão de cuidar de pessoas? Impossível! Dá para começar a entender porque o profícuo relacionamento médico-paciente está desaparecendo.

Em seguida, entra o sistema. E esse é xxx A admissão nos cursos de medicina ou é concorrida ou é dispendiosa… Como o ensino público nacional está falido e a geral é pobre, fica, então, fora da partida. Assim, patricinhas e pit-boys dominam a Academia, onde desfilam – prepotentes – com suas alvejadas batas e seus reluzentes acessórios de grife.

Como os mestres são futuros pares, acadêmicos recebem as instruções necessárias ao sucesso na profissão: aprendem sobre mercado de capitais, sobre acúmulo de funções públicas, sobre gerenciamento de plantões… Assim nascem nossos anjos da guarda.

Reclamam do mercado de trabalho porque não almejam da profissão nada além dos tostões que financiarão sua ascensão social. Querem enriquecer rápido e sem sujar o jaleco. Dizem que o mercado está saturado. Mentira! Mera demagogia médica. Faltam médicos nas unidades básicas de saúde e nos programas de saúde da família, faltam especialistas nos hospitais públicos…

Por quê? Ganância! As pequenas fortunas pagas pelas prefeituras não são suficientes para saciar a sede mercenária… preferem vender curas aos que podem pagar mais por elas. Saúde virou bem de consumo!

A falta de comprometimento dos profissionais da medicina vem minando a dignidade do ofício neste país. É necessária e urgente a retomada da humanização da medicina. A formação ética do profissional depende de inúmeros fatores, principalmente, de berço. É nele que se adquire visão de mundo, adota-se crenças e elege-se princípios.

Mas depende também da Academia. Considerando a premissa de Marx, de que o sujeito é fruto do meio, torna-se razoável sugerir que as reformas iniciem-se pelo meio acadêmico. O aspirante a salvador deve aprender que seu ofício não é apenas um negócio, a medicina deve ser encarada como a arte de auxiliar pessoas a se manterem saudáveis.

Deve aprender a enxergar o paciente sob uma ótica sistêmica, o ser humano não é apenas um organismo; ao corpo, somam-se: mente, alma e espírito. Mais do que especialista, precisa aprender a ser solidário.”

Fonte: El Panda em http://sempapasnalingua.com/2011/11/14/medicina-o-trampolim-social/ Acessado em 27-03-2012.

 

O vício e a emergência espiritual

por: Roberto Lazaro Silveira

Este é um capítulo do livro entitulado A Busca do Ser, escrito por Grof e esposa, que vou apresentar-lhes na íntegra. Vale a pena ler e reler com muita atenção!

Há duas conexões entre a emergência espiritual e a dependência química que são baseadas em nossas observações informais; esperamos que elas ajudem para uma maior compreensão dos problemas do vício e da emergência espiritual.

Algumas pessoas apelam para o alcoolismo tornando-se dependentes de drogas ou de outros vícios durante uma emergência espiritual. Estamos encontrando cada vez mais pessoas em processo de transformação que apelaram para substâncias que causam dependência, numa tentativa de suavizar o desgaste desse período intenso.

O álcool, assim como as demais drogas, proporcionam uma fuga temporária das pressões, da dor, do caos do mundo interior e da alienação que uma pessoa pode sofrer em relação ao mundo exterior. Isso pode ser complicado se, num estado de perturbação, a pessoa buscar a ajuda de um psiquiatra solidário, mas desinformado, que prescreva tranqüilizantes que causem dependência.

Embora o uso moderado de tranqüilizantes possa ser indicado em algumas situações, seu uso freqüente para suprimir o processo é contrário à expressão máxima exigida durante uma emergência espiritual.

E para muitas pessoas — especialmente para aquelas com tendência para o vício — é fácil fazer uso desses medicamentos de maneira abusiva. Além disso, uma das manifestações primárias de experiências como o despertar da Kundalini é uma tremenda energia.

Em especial durante os estados altamente estimulantes, uma grande quantidade dessa energia é expressa através de movimentos físicos e exaltação emocional, em geral exaurindo os recursos físicos da pessoa.

Como conseqüência, ela se vê sonhando com doces, precisando substituir os carboidratos que foram consumidos. E dos doces às bebidas alcoólicas, como o vinho do Porto, que tem um elevado teor de açúcar, a distância é muito pequena.

Muitos viciados e alcoólatras têm uma sensibilidade, intuição ou natureza mística altamente desenvolvida que, embora buscadas em outras culturas, causam-lhes problemas no mundo moderno e contribuem para o seu comportamento de viciados.

Isso fica patente quando percebemos que uma das afirmações mais freqüentes feitas por pessoas em recuperação é “Sempre me senti diferente, como um pária. Mas quando tomei o primeiro drinque ou outro tipo de droga, a dor da separação desapareceu e senti como se eu tivesse o meu espaço”.

Como já mencionamos, para muitas pessoas essa sensação de ter um espaço pode ser a triste caricatura de um estado místico de união, a pseudo-satisfação de um desejo intenso por uma grande sensação de si mesmas.

Mas pode haver uma outra razão para esse comportamento, que também está ligado ao impulso inato do homem para a emergência espiritual. Um grande número de pessoas que se tornam viciadas em alcool ou outras drogas cresceu em famílias desorganizadas, muitas vezes em situações de abuso emocional, físico e sexual, em geral com pais quimicamente dependentes, seja de alcool ou outras drogas.

A médium Anne Armstrong descreve em suas palestras a violência emocional na sua família, o que a motivou a desenvolver e contar com sua aguçada natureza intuitiva como um modo de sobrevivência. Onde os mecanismos comuns de combate falhavam, ela se tornou capaz, através de uma forte intuição crescente, de passar a perna e superar as pessoas que a ameaçavam.

Este parece ser o caso de muitas pessoas que se desenvolveram nessa atmosfera: incapazes de progredir com êxito aproximando-se diretamente dos membros da família, elas aperfeiçoam suas inclinações psíquicas sensitivas e naturais.

Os filhos de pais embriagados e irritadiços aprendem rapidamente caminhos instintivos para cuidar de si mesmos; talvez ensinem a si próprios a compreender o humor e os gestos dos pais ou a prever suas ações através de impressões precognitivas.

Essas crianças em geral se voltam para o seu mundo interior em busca de proteção, conforto e sensação de ter um espaço; elas podem fugir sonhando acordadas, criando amigos e aventuras imaginárias ou lendo durante horas.

Sao capazes de passar grande parte do tempo junto à natureza ou praticando esportes, ou podem encontrar seu caminho na igreja local. Podem desenvolver um forte relacionamento com sua índole mística ou criativa e ter verdadeiras experiências espirituais ao longo do caminho.

Para essas pessoas, a emergência espiritual pode começar na infância — iniciada, como são muitos outros processos a transformação, por um desgaste físico ou emocional extremo. Então, depois de anos aprimorando sua intuição, elas ingressam na nossa cultura – vão à escola, formam o seu grupo e, depois, arranjam um emprego. Então são forçadas a viver diariamente numa sociedade em que a racionalidade é a maneira de agir aceita e a intuição é vista como debilidade ou fraqueza.

Elas passam a sofrer uma dor terrível e uma rejeição constante como se quisessem se enquadrar num mundo construído em torno da lógica e da razão. Podem também sentir um desejo estranho de voltar aos domínios interiores que lhes dão consolo, segurança e um relacionamento com algo além dos seus sofrimentos pessoais. Quando o primeiro gole ou droga acontecem, seus problemas parecem estar resolvidos.

Seu sofrimento diminui e suas diferenças se difundem à medida que seus limites individuais parecem dissolver-se e ingressar num estado de pseudo-unidade. Elas ficam mais à vontade socialmente quando participam de uma atividade altamente aceitável. Se têm predisposição para o alcoolismo ou para a dependência de outros tipo de drogas, como seus pais devem ter tido, podem tornar-se viciados num curto espaço de tempo.

Estas observações a respeito da relação complexa do vício do alcool e outras dependências químicas com a emergência espiritual são apenas um começo; com o tempo, muitas outras observações surgirão e também poderão ser o assunto de uma pesquisa séria.

Sentimos que isso é essencial tanto no tratamento da dependência química como no da emergência espiritual para a pessoa em crise, assim como para seus familiares, para que tenham consciência da ligação entre os dois tratamentos.

Se a pessoa estiver numa emergência espiritual, é preciso tomar cuidado com o abuso de drogas, (em especial quanto às permitidas por lei como alcool e tabaco); se tiver problemas com dependência química, poderá ser-lhe útil procurar por outros indícios de uma emergência espiritual.

É importante para os profissionais que trabalham na área do vício reconhecer e encorajar as dimensões intuitivas, criativas e espirituais dos seus clientes e oferecer-lhes programas nos quais esses aspectos possam ser desenvolvidos.

O fato de o alcoolismo e de a dependência de drogas, assim como de outros vícios, serem em muitos casos uma forma de emergência espiritual, tem implicações de longo alcance. Por exemplo, há milhões de pessoas nos Estados Unidos, na União Soviética, no Japão, na Europa e na Austrália, assim como em outras regiões do mundo, que estão sofrendo a destruição causada pelo vício que leva ao alcoolismo e outras drogas.

Um dos nossos sonhos é que, com uma orientação dedicada e com compreensão, cada um dos incontáveis viciados e alcoólatras que estão oscilando à margem do renascimento dêem o passo em direção a um estilo de vida espiritual; talvez, se essas pessoas encontrarem um grau de serenidade interior, terão um impacto positivo na comunidade mundial enquanto ela luta pela paz.

 

Ribeirinhos de Porto Velho, vítimas das Usinas do Madeira, foram massacrados com a remoção à Nazismo!

por: Roberto Lazaro Silveira

Clique aqui para salvar meu artigo científico sobre o tema.

Modernizando as Usinas Hidrelétricas existente no Brasil, que foram construídas antes da sacanagem com o Rio Madeira, torna-se possível aumentar a produção de energia elétrica até a estratosfera. Mas, em um país do PCC/FARC/PT/PMDB/PSDB, ou seja, sem oposição, quanto vale a cultura, a natureza e a vida das minorias?

Então tomei a decisão de realizar este artigo acima em homenagem àqueles que lutam contra as excessões de uma República. O estudo comprovou através de uma análise do inconsciente dos mesmos, que os danos psicológicos possuem o potencial de destruir toda a descendência Ribeirinha por estarem ligados aos mais profundos desejos de permanência no local e usurparem o lar doce lar.

Retiraram o habitat natural, colocaram os mesmos em apartamentos minúsculos e o governo diz que irá providenciar cultura e educação para todos. Uma violência a mais, pois, não foram perguntados se queriam a nossa cultura!

 

Janelas Modernas: Fofoqueiras Windows adotam as Janelas com vista para o Facebook, Twitter, etc.

por: Roberto Lazaro Silveira

Então vamos para o lado bibliográfico da coisa: Segundo Carlos Byingto, psiquiátra Junguiano, criador da Psicologia Byingtoniana que apresenta a Sombra e Persona Patológicas dentre outros conceitos modificados, a fofoca pode não ser boa coisa! “Os símbolos se expressam de forma inadequada por estarem indiscriminados. A fofoca, como meio de comunicação marginal e semi-sigilosa (segredo é o que se conta para uma pessoa de cada vez), é ideal para a comunicação sombria”.

Explicando a citação acima para os não Psicólogos ou que não conhecem a psicologia Junguiana e quanto menos Byitoniana: Os símbolos interagem com nossa realidade inconsciente, sendo assim possuem a parte profana, sombria no sentido de patológica o joio no meio do trigo.

Abaixo um trecho do capítulo que o Brilhante Carlos Byington dedicou à fofoca. Este trecho foi retirado do livro Estruturas da Personalidade – Persona e Sombra que ganhei do Gigante Carlos Byington, autografado pelo mesmo cara a cara comigo! Convido então para a leitura do trecho abaixo com pequenos comentários meus entre parênteses, boa leitura.

A fofoca, às vezes, contamina a atmosfera social com tanta sombra (patológica), que esta pode subitamente estourar em escândalos e invadir a consciência coleliva através da difamação e da calúnia.

A fofoca simboliza muito bem as vantagens e desvantagens da comunicação social. Por um lado, se não fosse por ela, muitos desses símbolos não seriam expressos e a psique individual e coletiva ficareia sem uma carga preciosa de energia diferenciadora.

Nesse sentido, a fofoca é um verdadeiro antídoto higiênico da persona defensiva e posuda, que varre o lixo para debaixo do tapete e arrisca apodrecer o edifício (a igreja, o colégio, o trabalho).

Só que, a fofoca, ao invés de levantar o tapete e varrer a sala, liga o ventilador com a ponta do tapeta levantada, enquanto a família está dormindo. No dia seguinte…

O fofoqueiro é, de um modo geral, um covarde e um manipulador. Quando fofocamos subtraímos ao ego a dignidade do relacionamento humano, pois a franqueza é uma das funções simbólicas mais corajosas e pujantes.

Saímos da luz do sol para conversarmos ao abrigo fedorento dos esgotos, que sujeitam o símbolo da mensagem, por mais pujante e necessária que seja para a vida psíquica, a veicular toda sordidez e imundície de que é capaz a alma.

Todos fofocamos pelo simples fato que todos temos sombra e os símbolos da sombra se expressam à sua maneira.

O oposto da fofoca é a comunicação direta, franca e corajosa que elabora e humaniza os símbolos, pois permite ao outro se colocar e elaborar na discriminação. Quanto isso acontece, a sombra se torna luz. Pena é que tantos não aquentam dar ou receber a verdade e, por isso, favorecem a continuação da fofoca e a propagação da sombra (patológica).

Simbolicamente, a fofoca se enraíza no inconsciente coletivo, na sombra do arquétipo do intermediador, tão bem expresso por Hermes, o guia das almas e deus do comércio (das transações) e por Exu no candomblé ioruba-nagô. Trata-se aqui da imagem mitológica da comunicação. Hermes é o mensageiro de Zeus; Exu, orixá das encruzilhadas, abre os trabalhos de comunicação e culto aos orixás.

Ora, o fenômeno da comunicação diz respeito à própria essência da elaboração simbólica que transforma energia inconsciente em consciente. Simbolicamente, podemos falar na transformação psicológica da escuridão na luz, equivalente ao crescimento da consciência individual e coletiva.

Mas, para isso, há que se mergulhar na escuridão, lá mesmo onde floresce o lótus e fedem os esgotos. Isso explica por que os deuses intermediadores ligam-se na marginalidade com o arquétipo do trickster, do bufão. Hermes começa a roubar logo depois de nascer. Exu, frustrado, é um aprontador pior que o saci endiabrado.
A sombra do intermediador é proporcional ao seu poder.

Ao indiscriminar sua função, Hermes pode soltar almas penadas entre nós ao invés de conduzi-las ao outro mundo. É o que faz o fofoqueiro muitas vezes, fato expresso, em grau extremo na magia negra, pelos feiticeiros que invocam as almas nos cemitérios para fazer o mal contra uma pessoa viva.

Cristo é também expressão do arquétipo de intermediador no dinamismo de alteridade, cuja sombra comentaremos adiante.

A sombra da confissão cristã desrespeitada pode se tornar diz-que-diz-que e fofoca. O mesmo acontece com o analista que abre o segredo de seus clientes. Colhido pela sombra, o sacerdote intermediador entre os abismos da alma a consciência se transforma num perigoso e desprezível alcoviteiro e fofoqueiro. Para comprar e/ou baixar grátis alguns textos do Carlos Byington visite o site: http://www.carlosbyington.com.br/home.html

 

Documentários sobre Psiquiatria

por: Roberto Lazaro Silveira

A Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos conta com a colaboração de Médicos Psiquiátras do mundo todo (muitos deles são Phds, Doutores e Especialistas na matéria discutida) para publicar alguns Documentários em vídeos e livros. São realmente impressionantes por serem fundamentados em provas como filmagens. Entrevistam alguns charlatões em seguida Psiquiátras sérios e dignos. Também trazem julgamentos e condenações – Trata-se realmente de fatos reais. Também apresentam processos contra médicos envolvidos com fraudes da indústria farmacêutica e muito mais!

Geralmente os vídeos estão presentes no Youtube. Os documentários contam com a participação de médicos Phds do mundo todo. Clique aqui para visitar o site! – Veja uma amostra abaixo retirada do Youtube: “Psiquiatria: Sem ciência sem cura”