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30 sintomas que podem caracterizar uma mentira

por: Roberto Lazaro Silveira

1. A pessoa fará pouco ou nenhum contato direto nos olhos;
2. A expressão física será limitada, com poucos movimentos dos braços e das mãos. Quando tais movimentos ocorrem, eles parecem rígidos e mecânicos. As mãos, os braços e as pernas tendem a ficar encolhidos contra o corpo e a pessoa ocupa menos espaço;
3. Uma ou ambas as mãos podem ser levadas ao rosto (a mão pode cobrir a boca, indicando que ela não acredita – ou está insegura – no que está dizendo). Também é improvável que a pessoa toque seu peito com um gesto de mão aberta;
4. A fim de parecer mais tranqüila, a pessoa poderá se encolher um pouco;
5. Não há sincronismo entre gestos e palavras;
6. A cabeça se move de modo mecânico;
7. Ocorre o movimento de distanciamento da pessoa para longe de seu acusador, possivelmente em direção à saída;
8. A pessoa que mente reluta em se defrontar com seu acusador e pode virar sua cabeça ou posicionar seu corpo para o lado oposto;
9. O corpo ficará encolhido. É improvável que permaneça ereto;
10. Haverá pouco ou nenhum contato físico por parte da pessoa durante a tentativa de convencê-lo;
11. A pessoa não apontará seu dedo para quem está tentando convencer;
12. Observe para onde os olhos da pessoa se movem na hora da resposta de sua pergunta. Se olhar para cima e à direita, e for destra, tem grandes chances de estar mentindo.
13. Observe o tempo de demora na resposta de sua pergunta. Uma demora na resposta indica que ela está criando a desculpa e em seguida verificando se esta é coerente ou não. A pessoa que mente não consegue responder automaticamente à sua pergunta.
14. A pessoa que mente adquire uma expressão corporal mais relaxada quando você muda de assunto.
15. Se a pessoa ficar tranqüila enquanto você a acusa, então é melhor desconfiar. Dificilmente as pessoas ficam tranqüilas enquanto são acusadas por algo que sabem que são inocentes. A tendência natural do ser humano é manter um certo desespero para provar que é inocente. Por outro lado, a pessoa que mente fica quieta, evitando a todo custo falar de mais detalhes sobre a acusação;
16. Quem mente utilizará as palavras de quem o ouve para afirmar seu ponto de vista;
17. A pessoa que mente continuará acrescentando informações até se certificar de que você se convenceu com o que ela disse;
18. Ela pode ficar de costas para a parede, dando a impressão que mentalmente está pronta para se defender;
19. Em relação à história contada, o mentiroso, geralmente, deixa de mencionar aspectos negativos;
20. Um mentiroso pode estar pronto para responder as suas perguntas, mas ele mesmo não coloca nenhuma questão.
21. A pessoa que mente pode utilizar as seguintes frases para ganhar tempo, a fim de pensar numa resposta (ou como forma de mudar de assunto): “Por que eu mentiria para você?”, “Para dizer a verdade…”, “Para ser franco…”, “De onde você tirou essa idéia?”, “Por que está me perguntando uma coisa dessas?”, “Poderia repetir a pergunta?”, “Eu acho que este não é um bom lugar para se discutir isso”, “Podemos falar mais tarde a respeito disso?”, “Como se atreve a me perguntar uma coisa dessas?”;
22. Ela evita responder, pedindo para você repetir a pergunta, ou então responde com outra pergunta;
23. A pessoa utiliza de humor e sarcasmo para aliviar as preocupações do interlocutor;
24. A pessoa que está mentindo pode corar, transpirar e respirar com dificuldade;
25. O corpo da pessoa mentirosa pode ficar trêmulo: as mãos podem tremer. Se a pessoa estiver escondendo as mãos, isso pode ser uma tentativa de ocultar um tremor incontrolável.
26. Observe a voz. Ela pode falhar e a pessoa pode parecer incoerente;
27. Voz fora do tom: as cordas vocais, como qualquer outro músculo, tendem a ficar enrijecidos quando a pessoa está sob pressão. Isso produzirá um som mais alto.
28. Engolir em seco: a pessoa pode começar a engolir em seco.
29. Pigarrear: Se ela estiver mentindo têm grandes chances de pigarrear enquanto fala com você. Devido à ansiedade, o muco se forma na garganta, e uma pessoa que fala em público, se estiver nervosa, pode pigarrear para limpar a garganta antes de começar a falar.
30. Já reparou que quando estamos convictos do que estamos dizendo, nossas mãos e braços gesticulam, enfatizando nosso ponto de vista e demonstrando forte convicção? A pessoa que mente não consegue fazer isso.

Fonte: Mehrabian e Ferris, “Inference of attitudes from noverbal communication in two channels”, in The Journal of Counselling Psychology, vol. 31, 1967, pp. 248-52.

 

Recurso contra Psicotécnico – Agente Penitenciário

por: Roberto Lazaro Silveira

Liminar garante participação de candidato em concurso!

Por meio de uma liminar (pedido antecipado), em Mandado de Segurança – MS, um candidato ao cargo de agente penitenciário conseguiu garantir sua participação nas demais fases do concurso público. A decisão, publicada no Diário da Justiça desta terça-feira, 09/08, foi do juiz Jorge Luiz dos S. Leal, convocado para compor as Câmaras Especiais Reunidas do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia.

Consta nos autos que o candidato foi aprovado nas duas primeiras fases do certame, sendo, entretanto, considerado inapto na avaliação psicológica. Diante da reprovação, ele atribuiu ilegalidade em função da ausência de previsão legal da avaliação psicológica e respectivos critérios, como condição de ingresso no cargo de agente penitenciário.

Em seu despacho, o juiz Jorge Luiz disse que a legislação apresentada apenas fala da exigência de capacidade física ou mental dos candidatos. “Isso, por si só, não pode ser cobrado como forma de se exigir o teste físico e o psicotécnico, já que a capacidade física e mental é necessária para qualquer cargo público, e nem por isso todos os cargos exigem os referidos testes”.

O magistrado fez mensão ainda a outros julgados do TJRO, no qual o entendimento foi de que “a exigência em concurso público de exame de capacidade física, depende de lei expressa, não se podendo entender que, na expressão genérica capacidade física e mental, esteja compreendido o exame físico e psicológico”.

Mandado de Segurança nrº 0008324-10.2011.8.22.0000

 

Recurso contra Psicotécnico – Decreto nº 6.944/09 (infelizmente foi revogado)

por: Roberto Lazaro Silveira

Como psicólogo assessor jurídico dentre as minhas várias áreas de atuação, estou sendo contactado para assessorar pessoas que foram classificadas em concursos sendo submetidos à testes físicos e teóricos, no entanto, reprovadas em exames psicotécnicos. Desta forma uma breve pesquisa sobre a legalidade dos mesmos elucidou uma leituta do Decreto nº 6.944/09 que determina os limites do exame psicoténico.

O primeiro fator que o advogado deve levar em consideração ao entrar com o recurso é que o teste psicológico retrata um momento atual da vida da pessoa, mesmo os de personalidade ou projetivos, pois, um traço de personalidade pode ser mais evidenciado diante de um fator ambiental percursor de resposta extressora, então será detectado como patológico, mas, se repetir o teste em outro momento não será mais “fotografado”.

Como prova disto temos pessoas que foram reprovadas no psicotécnico em concurso da Polícia Rodoviária Federal, no entanto, em concurso posterior foram aprovadas e esta é a grande fragilidade dos testes psicoltécnicos, pois, o ser humano é capaz de superar e ter seus traços de personalidade indesejados para a profissão melhorados através de psicoterapia, exercícios físicos, terapia Bioenergética Corporal com exercícios de controle da respiração, etc…

Sendo assim como psicólogo acredito que o teste deve agir como uma maneira da entidade conhecer melhor seus novos membros aprovados em concurso e fornecer auxílio para os mesmos em determinados aspéctos ao contrário de descartá-los.

Quanto ao teste físico de resistência podemos citar como exemplo a Polícia Militar que exige ao candidato que corra determinados kilometros e faça dez barras em média, no entanto, não precisa andar muito para ver policiais barrigudões, hipertensos, diabéticos e descontrolados emocionalmente por fatores extressores incidentes no cotidiano do policial que arrisca a vida por nós.

Então se os testes físicos fossem realizados a cada seis mesês e de acordo com os resultados fosse proporcionado um programa de promoção de saúde através da contratação de uma equipe multidisciplinar composta por nutricionista, psicólogo, fisioterapêutas e pacotes de viagens para os policiais o efeito provavelmente seria melhor para a corporação do que simplismente descartar os candidados reprovados em testes físicos, e com os aprovados negligenciar estes aspectos até que os mesmos adoeçam e sejam descartados posteriormente. Fator que se compara à manutenção das viaturas por exemplo, chegam novinhas “em plena forma”, mas, sem manutenção, em pouco tempo estão sucateadas, entretanto, as viaturas não protestam.

Art. 14 do Decreto nº 6.944/09.
§ 1o O exame psicotécnico limitar-se-á à detecção de problemas psicológicos que possam vir a comprometer o exercício das atividades inerentes ao cargo ou emprego disputado no concurso.
§ 2o É vedada a realização de exame psicotécnico em concurso público para aferição de perfil profissiográfico, avaliação vocacional ou avaliação de quociente de inteligência.

Viola, contudo, a Constituição a realização de psicotécnico cujo escopo não é aferir a existência de traço de personalidade que impeça o regular exercício do cargo, mas a adequação do candidato a perfil profissional sigiloso. Mesmo quando previsto em lei, o psicotécnico deve limitar-se, sob pena de inconstitucionalidade, à verificação da existência de traço de personalidade exacerbado, patológico, ou desvio de comportamento incompatível com as atribuições do cargo.

 

Relatório do Teste de Colúmbia – Escala de Maturidade Mental Colúmbia

por: Roberto Lazaro Silveira

Antes de apresentar o laudo gostaria de deixar uma orientação aos pais que consideram vantagem a criança estar em uma série “adiantada” em relação à idade cronológica e para isto costuma “conversar” com o professor e/ou diretor de escola utilizando-se de influência etc… para o filho “passar de ano”.

Existe a maturidade ou idade mental e este tipo de avaliação é muito importante para a adaptação da criança na turma, ou seja, uma criança tende a “pensar igual” ás demais da mesma idade, no entanto, é comum a preocupação sobre a criança estar somente em compania de outras mais velhas ou mais novas….

Dentre os vários motivos que podem causar este desencontro pode estar o cronologismo, ou seja, levar em conta somente a  idade cronológica gera o preconceito consistente em determinar que crianças de 10 anos de idade tem que andar com crianças de 10 anos. Concordo plenamente, no entanto, considerando a maturidade mental e consonância entre o grupo.

Uma crinaça de 15 anos na terceira série á vários anos significa, dentre muitos outros possíveis fatores, que a mesma pode não estar alfabetizada e necessita de cumprir com esta etapa para ingressar em uma série mais avançada até mesmo do que a terceira série.

Geralmente esta criança não frequenta as aulas – falta muito – e quando está em sala de aula a professora geralmente adota uma postura punitiva para com o mesmo que por não conseguir entender as aulas passa a “atrapalhar” – sinalizar que algo está errado com o ensino. Aprendizagem é uma via de mão dupla!

No caso de adolescentes que foram “empurrados” até o colegial sem ter a base necessária para aprender o conteúdo pertinente – operações básicas de matemática, análise sintática em português etc – é necessário contratar um profissional pedagogo competente para diagnósticas onde o adolescente “parou” e construir um cronograma de nivelamento.

Acredito que o vestibular em faculdades particulares atrapalha um pouco este procedimento, pois, é comum notícias de analfabetos sendo aprovados em vestibulares. Então o ciclo do empurra estende-se até o diploma de curso superior. Observe,

O ministério tomou essas medidas (exigir redação como requisito obrigatório para aprovação em vestibular)  em resposta a duas reportagens veiculadas no “Fantástico”, da Rede Globo, que mostraram que um semi-analfabeto, o padeiro Severino da Silva, foi aprovado nos vestibulares das universidades Estácio de Sá e Gama Filho, no Rio. O padeiro, que marcou apenas as alternativas A e B em todas as questões de múltipla escolha e deixou a redação em branco, foi aprovado em nono lugar para o curso de direito da Estácio de Sá. (Fonte: http://www2.uol.com.br/aprendiz/n_noticias/cbn/id181201.htm)

A questão não é generalizar ou colocar em dúvida a qualidade do ensino em faculdades e universidades particulares e sim a capacidade de aprender dos alunos, pois, a exigência dos vestibulares não colabora devido ao fato de o fator financeiro ser eliminatório, ou seja, um pessoa que estudou a vida toda e possui uma boa base, no entanto, não ingressou na USP por 10 colocações passaria com absoluta  certeza entre os primeiros lugares em uma universidade particular.

Pense nisto: Tal aluno foi aprovado em primeiro lugar, no entanto, não passou na prova eliminatório financeira. Como exemplo podemos notar as mensalidades dos  cursos de medicina – R$ 3.000,00 (três mil reais em média). Então podemos pensar também nisto: um playboy filho de papai que sempre às márgens da lei e estudante de colégios particular pague-passe irá ser gratificado com o diploma de médico (daqueles que esquece a tesoura costurada dentro do paciente no SUS por ter tomado morfina).  Enquanto o outro de atitudes desejáveis pela sociedade é punido por ser pobre, no entanto, consegue ser enfermeiro, mas, tem que obedecer o playboy no plantão.

Os vídeos abaixo comprovam o material cirúrgico esquecido, no entanto, não sabemos onde formou-se os médicos envolvidos, mas, sabemos  que se fossem postados os vídeos de sucessos médicos não caberia neste site. O que não justifica este tipo de erro médico.

“Quanto menos as pessoas conseguem governar-se mais querem governar os outros”. Ato Médico. Obs: Nem todo médico formado em particular é ruim e vice-versa, o que temos de comprovado são fatos que indicam uma reflexão mais aprofundada ao assunto dinheiro x potencial humano: o que vale mais para a sociedade?

Então fica a orientação aos pais: aproximem-se dos seus filhos. Vocês devem adotá-los antes que os traficantes cheguem primeiro tonando ainda mais difícil o ensino devido aos efeitos das drogas. A vaidade somada à pressa por passar de ano poderá resultar em prejuízo à real capacidade de colaboração para a sociedade contida na juventude brasileira.

Agora sim, segue o modelo de laudo abaixo. Espero que seja aperfeiçoado, melhorado, melhor elaborado, que fique muito melhor do que este modelo quando o colega for formular este tipo de documento psicológico. Peço que colaborem através de comentários.

LAUDO PSICOLÓGICO

Identificação
Psicólogo : Roberto Lazaro Silveira – CRP/SP 113.682
Solicitante : Colégio Vida Boa
Assunto : Avaliação de maturidade mental

Descrição da Demanda
A criança Fulana Beltrana, estudante do colégio Vida Boa na cidade de Igarapava/SP, pretende cursar o primeiro ano do ensino fundamental, no entanto, sua idade cronológica de 5 (cinco) anos e 3 (três) meses não está compatível segundo as leis do Ministério da Educação.

Para tornar possível à criança cursar a série em questão torna-se necessário está avaliação psicológica com a finalidade de elucidar a idade mental da criança e por conseqüência revelar se a mesma possui condições para matricular-se na série pretendida.

Procedimento
A criança foi submetida á avaliação psicológica através da Escala de Maturidade Mental Colúmbia, um teste individual de fácil aplicação, que fornece uma estimativa da capacidade de raciocínio geral de crianças com idade entre 3 (três) anos e 6 (seis) meses e 9 (nove) anos e 11 (onze) meses.

Análise
Fulana Beltrana obteve um desempenho indicativo, segundo dados estatísticos, que dentre as crianças da mesma faixa de idade, somente 1 (uma) em cada 10 (dez) apresentam a mesma capacidade.

De acordo com o resultado obtido foi indicado a idade mental compatível com crianças de 6 (seis) anos e meio até 6 (seis) anos e 11 (onze) meses de idade.

Conclusão
De acordo com os dados obtidos na avaliação psicológica através da Escala de Maturidade Mental Colúmbia, a criança avaliada possui idade mental compatível com a idade exigida para cursar a série pretendida.

Porto Velho, 20 fev. 2050.

ROBERTO LAZARO SILVEIRA
Psicólogo – CRP/SP 113.682

Antes da aplicação do teste houve um entrevista com o pai da criança o qual informou que a professora elogiou a condição de aprender da criança em relação às outras, a criança relaciona-se de forma desejável com as demais da mesma série de ensino, então o teste psicológico confirmou que existe maturidade suficiente para seguir na série pretendida. Esta avaliação é multidisciplinar e envolve o diagnóstico pedagógico que é feito na própria instituição de ensino onde a criança está matriculada.

Obs: Laudo e Relatório são sinônimos e classificados identicamente pelo Conselho Federal de Psicologia.

 

Psicotécnicos

por: Roberto Lazaro Silveira

Qualquer informação sobre como ser aprovado em testes psicotécnicos servirá para prejudicar o candidato. Estes testes são na maioria das vezes aplicados por profissionais psicólogos especializados em testagem psicológica, isto é, existe uma preparação para saber se o candidato tentou utilizar alguma dica de alguém sobre os testes para forjar resultados.

Para tanto são aplicados uma combinação de testes. Então marcar a resposta: Sou muito feliz e motivado em algum teste é muito fácil, mesmo a pessoa estando profundamente triste e depressiva. Entretanto no teste seguinte como no caso do Rorschach por exemplo aparece uma prancha com um desenho abstrato e a pessoa começa enxergar coisas mínimas em pequenos pontos de tinta etc… e o conjunto indica que está depressiva e triste. Então não vai confirmar a tentativa de se dar bem.

Gostaria de lembrar também que quando você é submetido à algum teste psicológico é para seu próprio bem! Como exemplo prático posso relatar o caso de um jovem que me procurou para fazer um reteste: aplicar novamente o teste psicológico para verificar se houve erro de correção.

Então em entrevista o examinando disse que o examinador afirmou que ele possue condições que impediam ser piloto de avião, pois, a atenção concentrada era mínima e soma-se com outros aspéctos indesejáveis para pilotos obtidos em outros testes como PMK por exemplo.

Desta forma não foi feito o reteste (acho desnecessário a não ser nos casos onde a pessoa passou por algum choque do tipo: quase foi atropelada antes do teste ou bateu o carro e não informou ao psicólogo na hora da aplicação tendo seu resultado comprometido), no entanto, foi possível esclarecer que o exame psicotécnico não foi um empecílio ou inimigo e sim um amigo que poupou o mesmo de colocar sua vida em risco assim como a vida de outras pessoas.

Outro exemplo é de um amigo que solicitou-me algumas folhas de teste psicológico para treinar… Antes de negar as folhas perguntei porque? “Porque me reprovei”. Disse o rapaz! Mas porque se reprovou? “Porque naquele teste de setinhas (AC) eu marquei somente umas dez e fiquei parado aguardando o tempo passar….” Então ficou claro observem: O rapaz completou: “Me disseram que eu não deveria marcar muitas setinhas porque senão o psicólogo poderia achar que eu sou nervoso”.

Então a dica sobre como ser aprovado causou a reprovação, pois, neste teste ele deveria marcar o maior número possível por tratar-se de um teste de atenção.