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Paranóia – Bem Simples

por: Roberto Lazaro Silveira

Paranóia é uma desconfiança ou suspeita altamente exagerada ou injustificada. Pode ser provocada por algumas substâncias utilizadas em locais errados em funções erradas como no caso da cocaína por exemplo. Nos Andes esta substância presente em meio por cento das folhas de Coca aproximadamente, de acordo com a espécie, é utilizada no cotidiano em função de proporcionar o trabalho em grandes altitudes e assim compensar uma deficiência do organismo.

Principalmente no maior financiador do mundo: Estados Inimigos da América! é diferente. Utiliza-se a cocaína etc… para prejuízo mesmo! E o resultado é a paranóia! Pense nisto: Um jovem ao ver sua namorada conversando com um amigo dela…. bem de longe…. ganha de presente da cocaína (ou da mistureira presente no pó branco que não passa de 15% de coca dependendo do ponto onde comprou) um delírio de ciúme regado a Acting-out – então começa a pular em cima do carro e a gritar e dar socos nos vidros do pobre carro, empurra a namorada para dentro do veículo, entra no carro, e sai atropelando todo mundo….

Depois de dois ou três anos de cadeia… procura o terapêuta para saber porquê… De forma bem simplista pode-se adiantar que as drogas não são boas opções para suprir as carências humanas. Mas… cada indivíduo deverá ser analisado como o sujeito enunciante do problema enunciado! porque possui sua verdade personalizada e somente esta é a verdade que conhecendo liberta!

A verdade enunciada em torno do arquétipo do Louco enunciante em busca do seio bom, no aqui agora através de comportamentos que devem ser extintos através de exercícios de bio energética corporal!?

Obs: Existem diversos outros fatores, causadores da paranóia, sem qualquer ligações com substâncias psicoativas exógenas;-)

Então Raul Seixas e Paulo Coelho escreveram e dedicaram e o Raul cantou: Para Nóia

Quando esqueço a hora de dormir
E de repente chega o amanhecer
Sinto a culpa que eu não sei de que
Pergunto o que que eu fiz?
Meu coração não diz e eu…
Eu sinto medo!
Eu sinto medo!

Se eu vejo um papel qualquer no chão
Tremo, corro e apanho pra esconder
Com medo de ter sido uma anotação que eu fiz
Que não se possa ler
E eu gosto de escrever, mas…
Mas eu sinto medo!
Eu sinto medo!

Tinha tanto medo de sair da cama à noite pro banheiro
Medo de saber que não estava ali sozinho porque sempre…
Sempre… sempre…
Eu estava com Deus!
Eu estava com Deus!
Eu estava com Deus!
Eu tava sempre com Deus!

Minha mãe me disse há tempo atrás
Onde você for Deus vai atrás
Deus vê sempre tudo que cê faz
Mas eu não via Deus
Achava assombração, mas…
Mas eu tinha medo!
Eu tinha medo!

Vacilava sempre a ficar nu lá no chuveiro, com vergonha
Com vergonha de saber que tinha alguém ali comigo
Vendo fazer tudo que se faz dentro dum banheiro
Vendo fazer tudo que se faz dentro dum banheiro

Para…nóia

Dedico esta canção:
Para Nóia!
Com amor e com medo (com amor e com medo)
Com amor e com medo (com amor e com medo)
Com amor e com medo (com amor e com medo)
Com amor e com medo (com amor e com medo)…

Com amor e com medo…

 

O vício e a emergência espiritual

por: Roberto Lazaro Silveira

Este é um capítulo do livro entitulado A Busca do Ser, escrito por Grof e esposa, que vou apresentar-lhes na íntegra. Vale a pena ler e reler com muita atenção!

Há duas conexões entre a emergência espiritual e a dependência química que são baseadas em nossas observações informais; esperamos que elas ajudem para uma maior compreensão dos problemas do vício e da emergência espiritual.

Algumas pessoas apelam para o alcoolismo tornando-se dependentes de drogas ou de outros vícios durante uma emergência espiritual. Estamos encontrando cada vez mais pessoas em processo de transformação que apelaram para substâncias que causam dependência, numa tentativa de suavizar o desgaste desse período intenso.

O álcool, assim como as demais drogas, proporcionam uma fuga temporária das pressões, da dor, do caos do mundo interior e da alienação que uma pessoa pode sofrer em relação ao mundo exterior. Isso pode ser complicado se, num estado de perturbação, a pessoa buscar a ajuda de um psiquiatra solidário, mas desinformado, que prescreva tranqüilizantes que causem dependência.

Embora o uso moderado de tranqüilizantes possa ser indicado em algumas situações, seu uso freqüente para suprimir o processo é contrário à expressão máxima exigida durante uma emergência espiritual.

E para muitas pessoas — especialmente para aquelas com tendência para o vício — é fácil fazer uso desses medicamentos de maneira abusiva. Além disso, uma das manifestações primárias de experiências como o despertar da Kundalini é uma tremenda energia.

Em especial durante os estados altamente estimulantes, uma grande quantidade dessa energia é expressa através de movimentos físicos e exaltação emocional, em geral exaurindo os recursos físicos da pessoa.

Como conseqüência, ela se vê sonhando com doces, precisando substituir os carboidratos que foram consumidos. E dos doces às bebidas alcoólicas, como o vinho do Porto, que tem um elevado teor de açúcar, a distância é muito pequena.

Muitos viciados e alcoólatras têm uma sensibilidade, intuição ou natureza mística altamente desenvolvida que, embora buscadas em outras culturas, causam-lhes problemas no mundo moderno e contribuem para o seu comportamento de viciados.

Isso fica patente quando percebemos que uma das afirmações mais freqüentes feitas por pessoas em recuperação é “Sempre me senti diferente, como um pária. Mas quando tomei o primeiro drinque ou outro tipo de droga, a dor da separação desapareceu e senti como se eu tivesse o meu espaço”.

Como já mencionamos, para muitas pessoas essa sensação de ter um espaço pode ser a triste caricatura de um estado místico de união, a pseudo-satisfação de um desejo intenso por uma grande sensação de si mesmas.

Mas pode haver uma outra razão para esse comportamento, que também está ligado ao impulso inato do homem para a emergência espiritual. Um grande número de pessoas que se tornam viciadas em alcool ou outras drogas cresceu em famílias desorganizadas, muitas vezes em situações de abuso emocional, físico e sexual, em geral com pais quimicamente dependentes, seja de alcool ou outras drogas.

A médium Anne Armstrong descreve em suas palestras a violência emocional na sua família, o que a motivou a desenvolver e contar com sua aguçada natureza intuitiva como um modo de sobrevivência. Onde os mecanismos comuns de combate falhavam, ela se tornou capaz, através de uma forte intuição crescente, de passar a perna e superar as pessoas que a ameaçavam.

Este parece ser o caso de muitas pessoas que se desenvolveram nessa atmosfera: incapazes de progredir com êxito aproximando-se diretamente dos membros da família, elas aperfeiçoam suas inclinações psíquicas sensitivas e naturais.

Os filhos de pais embriagados e irritadiços aprendem rapidamente caminhos instintivos para cuidar de si mesmos; talvez ensinem a si próprios a compreender o humor e os gestos dos pais ou a prever suas ações através de impressões precognitivas.

Essas crianças em geral se voltam para o seu mundo interior em busca de proteção, conforto e sensação de ter um espaço; elas podem fugir sonhando acordadas, criando amigos e aventuras imaginárias ou lendo durante horas.

Sao capazes de passar grande parte do tempo junto à natureza ou praticando esportes, ou podem encontrar seu caminho na igreja local. Podem desenvolver um forte relacionamento com sua índole mística ou criativa e ter verdadeiras experiências espirituais ao longo do caminho.

Para essas pessoas, a emergência espiritual pode começar na infância — iniciada, como são muitos outros processos a transformação, por um desgaste físico ou emocional extremo. Então, depois de anos aprimorando sua intuição, elas ingressam na nossa cultura – vão à escola, formam o seu grupo e, depois, arranjam um emprego. Então são forçadas a viver diariamente numa sociedade em que a racionalidade é a maneira de agir aceita e a intuição é vista como debilidade ou fraqueza.

Elas passam a sofrer uma dor terrível e uma rejeição constante como se quisessem se enquadrar num mundo construído em torno da lógica e da razão. Podem também sentir um desejo estranho de voltar aos domínios interiores que lhes dão consolo, segurança e um relacionamento com algo além dos seus sofrimentos pessoais. Quando o primeiro gole ou droga acontecem, seus problemas parecem estar resolvidos.

Seu sofrimento diminui e suas diferenças se difundem à medida que seus limites individuais parecem dissolver-se e ingressar num estado de pseudo-unidade. Elas ficam mais à vontade socialmente quando participam de uma atividade altamente aceitável. Se têm predisposição para o alcoolismo ou para a dependência de outros tipo de drogas, como seus pais devem ter tido, podem tornar-se viciados num curto espaço de tempo.

Estas observações a respeito da relação complexa do vício do alcool e outras dependências químicas com a emergência espiritual são apenas um começo; com o tempo, muitas outras observações surgirão e também poderão ser o assunto de uma pesquisa séria.

Sentimos que isso é essencial tanto no tratamento da dependência química como no da emergência espiritual para a pessoa em crise, assim como para seus familiares, para que tenham consciência da ligação entre os dois tratamentos.

Se a pessoa estiver numa emergência espiritual, é preciso tomar cuidado com o abuso de drogas, (em especial quanto às permitidas por lei como alcool e tabaco); se tiver problemas com dependência química, poderá ser-lhe útil procurar por outros indícios de uma emergência espiritual.

É importante para os profissionais que trabalham na área do vício reconhecer e encorajar as dimensões intuitivas, criativas e espirituais dos seus clientes e oferecer-lhes programas nos quais esses aspectos possam ser desenvolvidos.

O fato de o alcoolismo e de a dependência de drogas, assim como de outros vícios, serem em muitos casos uma forma de emergência espiritual, tem implicações de longo alcance. Por exemplo, há milhões de pessoas nos Estados Unidos, na União Soviética, no Japão, na Europa e na Austrália, assim como em outras regiões do mundo, que estão sofrendo a destruição causada pelo vício que leva ao alcoolismo e outras drogas.

Um dos nossos sonhos é que, com uma orientação dedicada e com compreensão, cada um dos incontáveis viciados e alcoólatras que estão oscilando à margem do renascimento dêem o passo em direção a um estilo de vida espiritual; talvez, se essas pessoas encontrarem um grau de serenidade interior, terão um impacto positivo na comunidade mundial enquanto ela luta pela paz.

 

Vigorexia – Entrevista ao Câmera 11 da Record

por: Roberto Lazaro Silveira

A entrevista acima foi realizada pela TV Candelária, a Rede Record de Rondônia. Os entrevistadores foram os apresentadores Emerson Lopes e Everton Leoni.

O Câmera 11 é a revista eletrônica de maior sucesso na televisão de Rondônia. Apresentado por Emerson Lopes, Léo Ladeia e Luana Najara o programa leva notícias, opiniões, entrevistas e reportagens, tudo isso recheado de muita irreverência e bom humor. No ar de segunda a sexta , animando o horário do almoço do telespectador, o Câmera 11 inovou o jeito de se fazer televisão no Estado, unindo muita informação com alto astral e os comentários inteligentes de Léo Ladeia.

 

A alma não cabe em um tubo de ensaio! Psicólogo = Estudante da alma; Psicoterapêuta = Terapêuta da alma!

por: Roberto Lazaro Silveira

Não é novidade que psicologia é o estudo da alma, ou seja, psi vem de psiquê que significa alma e logia de logos que significa estudo. Psicoterapêuta significa Terapêuta da Alma.

Freud notando que seus métodos médicos positivistas eram impotentes em relação às doenças mentais psicossomáticas e com alternâncias entre corpo e mente desistiu das ciências positivas tornando-se psicólogo, ou seja, deixou de lado experimentos em laboratório, pois, a alma não pode ser medida nem mesmo tornar-se um experimento científico.

O ser humano, por possuir uma alma, é maior do que isto! Por isto Freud – ao filiar-se à psicanálise – deixou de explicar e passou a acreditar.

Então é inútil retroceder, ou seja, é impossível e inútil ser psicólogo científico positivista. Quando alguém diz: Isto não é positivamente científico, poderá com certeza referir-se á psiquê e aos seus estudiosos: os psicólogos.

Entretanto o benefício da psicoterapia, ou seja, terapia da alma (psiquê) é comprovado através do testemunho e da grande procura por psicoterapia no mundo assim como a valorização e reconhecimento da psicologia em diversos setores como direito, educação, etc.

Após algumas sessões a pessoa geralmente retoma o controle de sua vida, melhora, através do autoconhecimento proporcionada pela análise fica mais fácil resolver seus problemas cotidianos.

Pense nisto: uma pessoa melhorou bastante e está satisfeita com os efeitos da terapia da alma (psicoterapia) Como? Perguntaram para ela.

Ela responde: Através do diálogo com o terapêuta e de exercícios de bioenergética, técnicas de respiração, hipnose: Terapia de Memórias Profundas etc… Reiki em conjunto com psicoterapia. Outra pessoa também melhora com outro terapêuta da alma (psicoterapêuta) Como?

Ela responde: O psicoterapêuta correlacionou minha psiquê a quatro deuses mitológicos e desta forma pôde me fornecer o autoconhecimento necessário para que eu conseguisse vencer os psicotrópicos e tomar posse de uma vida saudável através do autoconhecimento proporcionado pela brilhante psicóloga Junguiana.

===ciência negativa com efeitos positivos===

Jung alertava seus discípulos: “Diante de outro ser Humano esqueça tudo que aprendeu sobre terapia e seja somente outro ser Humano”. Então esta é a chave para o sucesso, ninguém será capaz de explicar como, muito menos científicamente, mas, todos podem ouvir os testemunhos de pessoas beneficiadas pelos terapêutas da Alma Humana.

Houve tentativas de demonstrar, explicar ou comprovar por parte de alguns “”psicólogos””. Esta característica – positivista – é comum aos Behaveurista ou Comportamentalistas os quais se dizem científicos. Veja algumas das mais desastrosas tentativas de colocar a alma em tubo de ensaio:

DAVID REIMER
Em 1965 um menino nasceu no Canadá com o nome de David Reimer. Com oito meses de idade ele recebeu um procedimento comum, uma circuncisão. Infelizmente, durante o processo o seu pênis foi severamente queimado por casa do cauterizador que foi utilizado no lugar de um bisturi.

Quando seus pais visitaram o psicólogo John Money, ele sugeriu uma solução simples para um problema complicado: uma mudança de sexo. Seus pais estavam perturbados pela situação, mas finalmente concordaram com o procedimento. Eles não sabiam que a intenção verdadeira do terapeuta era provar que a criação e não a natureza determinava a identidade sexual. Para o seu próprio ganho pessoal ele decidiu usar David como o seu estudo de caso privado.

David, agora com o nome Brenda, teve uma vagina construída e recebia suplementos hormonais. John disse que seu experimento foi um sucesso, ignorando os efeitos negativos da cirurgia de Brenda. Ela agia como um menino e tinha sentimentos confusos e conflitantes sobre uma série de tópicos. O pior é que seus pais não o informaram do acidente de infância. Isso causou um tremor na família. A mãe de Brenda era suicida, o pai alcoólatra e seu irmão era extremamente depressivo.

Finalmente os pais de Brenda contaram sobre seu verdadeiro sexo quando ela tinha 14 anos de idade. Ela decidiu então tornar-se David novamente e parou de tomar estrogênio, e fez uma reconstrução peniana. John não reportou outro resultado insistindo que seu experimento havia sido um sucesso, deixando de fora muitos fatos sobre a luta de David sobre sua identidade sexual. Em 2004, então com 38 anos, David tirou a própria vida.

ESTUDO MONSTRUOSO
Em 1939, 22 crianças órfãs foram submetidas a experimentos por Wendell Johnson, da Universidade do Iowa, EUA. Ele escolheu Mary Tudor, sua estudante de graduação, para conduzir os experimentos e apenas supervisionou a pesquisa.

Depois de separar as crianças em grupos um grupo experimental e outro de controle, Mary falou para um grupo de crianças sobre a boa fluência de suas maneiras de falar as elogiando, isso é chamado de terapia da fala positiva, em tradução literal. Em seguida ela fez o oposto com as outras crianças, depreciando-as por cada imperfeição da sua fala e dizendo que elas eram gagas.

Muitas das crianças que receberam o tratamento negativo no experimento sofreram de efeitos psicológicos negativos e outras tiveram problemas de fala durante toda a vida.

Apelidado de “Estudo Monstruoso” por alguns dos colegas de Wendell, que ficaram horrorizados com o fato de que ele havia feito experimentos em crianças para provar uma teoria. O experimento foi ocultado por medo de que ferisse a reputação de Wendell se fosse ligado aos experimentos realizados em humanos durante a Segunda Guerra Mundial. A Universidade de Iowa se desculpou publicamente pelo estudo em 2001.

PEQUENO ALBERT

Em 1920, quando começaram os experimentos, o pequeno Albert era um bebê de nove meses. O doutor John B. Watson (comportamentalista) e sua ajudante Rosalie Rayner pegaram o filho de uma das enfermeiras de sua universidade sem seu consentimento e submeteram-no a todo tipo de teste para condicionar sua conduta da maneira que Pavlov (outro comportamentalista) tinha condicionado seus cães.

Em uma primeira fase dos experimentos, cujas gravações ainda existem até hoje, o doutor ensinava o bebê uma série de animais e objetos para demonstrar que não causariam nenhum temor. Depois, enquanto o garoto se familiarizava com um pequeno rato branco, a assistente produzia um ruído estrondoso com uma barra metálica atrás de sua cabeça, de modo que o menino associasse a presença do animal com o terrível susto.

Nas seguintes sessões, os experimentadores descobriram que o menino não só chorava ante a simples visão do ratinho, senão que reagia com o mesmo medo ante os outros animais como coelhos, cães e macacos que antes não lhe assustavam. E Watson chegou ao resultado como parte da demonstração de que o condicionamento de Pavlov também funcionava em humanos.

Os experimentos daquele comportamentalista, no entanto, foram interrompidos quando a mãe de Albert levou a criança do hospital e desapareceu sem deixar rastro.

Então vou afirmar: “Existe uma alma entre o ambiente e o sujeito”. Roberto Lázaro Silveira.

 

Identifique o Gyodai

por: Roberto Lazaro Silveira

Gyodai era um personagem inimigo dos Changemans, seriado apresentado em 1988 pela rede Manchete. Os Changemans era composto por cinco integrantes do exército dos Defensores da Terra banhados pela Força Terrestre (Earth Force) e adquirem cada um os poderes de um densetsu-ju (animal lendário): Dragão (Change Dragon), Grifo (Change Griphon), Pégaso (Change Pegasus), Sereia (Change Mermaid) e Fênix (Change Phoenix).

Suas missões era lutar contra monstros espaciais. Então quando venciam o mostro, entrava em cena o famoso Gyodai que tornava gigantes os monstros vencidos.

Este personagem foi escolhido para ilustrar alguns casos clínicos que tenho tratado e estão relacionados aos conflitos que temos com outros no dia a dia e depois levamos a pessoa para casa em nossa mente e ficamos imaginando algumas possíveis respostas ou até mesmos agressões físicas e premeditando um possível reencontro para vingança.

Talvez nem veremos mais a pessoa com quem tivemos o contratempo que durou apenas minutos e ampliamos para dias meses… Então inclua este conhecimento tornando-o capaz de gerar um autoconhecimento sobre ti mesmo. Procure identificar o Gyodai dentro de você e conhecer as razões que o fazem aparecer, desta maneira será possível vencê-lo. Ja ouviu falar em fazer tempestade em copo d’agua ou tornar um probleminha um problemão? ….. são complexos identificáveis ao redor do mesmo núcleo arquetípico. Ajuda muito à derrotar o Gyodai quando assumimos a seguinte linha de pensamento: “Eu tenho valor, sou único no mundo….” Ninguém é inferior ou superior em tudo ou nada. Pense nisto!

 

Psiquiatra Treina Paciente Para Fraudar Teste de Sanidade Mental

por: Roberto Lazaro Silveira

http://www.youtube.com/watch?v=WRn9dhCM1aA&feature=relmfu

Autor do livro Doença Mental um Tratamento Possível – Observe o vídeo acima onde o acusado fala sobre seu livro – é denunciado por fraude processual e falsidade ideológica – Acredito que cabe também um processo ético no CFM caso comprove-se a marginalidade. Observe matéria abaixo, veja,

O procurador regional da República Ronaldo Albo denunciou o psiquiatra Luis Altenfelder Silva Filho pelos crimes de formação de quadrilha, fraude processual e falsidade ideológica por ter treinado a promotora Deborah Guerner a simular desequilíbrio mental em um teste de sanidade mental. Altefender foi filmado pelas câmeras de vídeo instaladas na casa da promotora às vésperas do exame médico no Instituto Médico Legal de Brasília.

O doutor Altenfelder é especialista em psicodrama. De acordo com os investigadores, nas quase duas horas de gravação, o psiquiatra orienta como Deborah deve responder a um questionário médico. Na simulação do exame, o marido de Deborah, empresário Jorge Guerner, representou o médico enquanto Altenfelder respondia como se fosse a promotora. Ao final da consulta, o psiquiatra disse a Deborah que se ela respondesse à junta médica da maneira como ele a ensinou, sairia do IML com um diagnóstico de transtorno bipolar múltiplo. Na gravação também aparece Altenfelder dando conselhos a Deborah de como ela deveria se vestir, que tipo de batom usar e como se comportar na frente da junta médica.

Fonte: http://melcarvalhoimagemevideo.blogspot.com/2011/04/mpf-denuncia-medico-por-treinar.html

 

Plano de saúde que não permite acesso direto ao psicólogo é plano de doença!

por: Roberto Lazaro Silveira

Fico surpreso em saber que existe plano de saúde obrigando seus associados a passar pelo psiquiátra antes de procurar o psicólogo e depois de algumas consultas com o psicólogo obriga ainda a passar por uma avaliação do psiquiátra para saber se precisa de novas sessões de terapia.

Isto é um conto do vigário, pois, psicologia não é nem mesmo área médica, logo, médico algum possui competência para avaliar o trabalho de psicólogo e isto consiste em falta de ética do lado do psicólogo que aceita e do psiquiátra que experimenta este ridículo caso de narcisísmo. Observe abaixo o princípio de número 6 que fundamenta a existência da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), observe,

“6 – A diferença entre a saúde e a enfermidade psiquiátrica é antes de tudo uma questão da qualidade das manifestações mentais e comportamentais apresentadas pelos indivíduos e pelos seres humanos grupalmente, que definem sua clara patologia.”

Nota-se claramente que a pessoa além de pagar altos impostos e ainda o plano de saúde medíocre, é obrigada a estar doente mental (quando as qualidades das manifestações mentais e comportamentais são intensas) para usufruir do plano pago a duras penas. Não tem direito a procurar o psicólogo enquanto ainda está saudável evitando a enfermidade e necessidade de psiquiátra e o que é mais terrível: ficar dependente de remédios psicotrópicos que matam por ano mais do que os acidente de trânsito.

Para promoção de saúde o contratante do plano de saúde, ou seja, você! deve exigir de seu plano o livre acesso ao psicólogo antes que necessite da psiquiatria  – doutrina das doenças mentais e do respetivo tratamento. Se a psiquiatria consta no dicionário como tal doutrina das doenças, então o plano de saúde necessita de doentes. Pense nisto:

Você passa por um constrangimento e isto fica perturbando seu dia-a-dia. Seu plano de saúde não permite o acesso ao psicólogo para sanar este pequeno incomodo e com o passar do tempo outro acontecimento não resolvido soma energia ao primeiro.

Após determinado tempo ocorre algo muito grave e somado aos pequenos fatos anteriores surge a doença mental e em decorrência a psicossomática – ex. hipertensão arterial, logo, uma doença pré-exitente irá aumentar  o valor do plano de “saúde” (seguradora)!,  o lucro da  indústria farmacêuta e dos psiquiátras inescrupulosos que submetem-se ao terror em questão. Observe o pronunciamento do PHD. Gary Null e outros no vídeo abaixo denominado “PSIQUIATRIA, UMA INDÚSTRIA DE MORTE” e tire suas próprias conclusões!

http://www.youtube.com/watch?v=Q3mIlvg4vQ0

PARA RECEBER ESTE VÍDEO DE GRAÇA EM SUA RESIDÊNCIA BASTA CLICAR AQUI E PREENCHER O FORMULÁRIO. PARA VIR LEGENDADO EM PORTUGUÊS SELECIONE BRASIL NO CAMPO “Country” DO FORMULÁRIO.

 

Don Juanismo

por: Roberto Lazaro Silveira

A síndrome de Don Juanismo ou compulsão por sedução é um transtorno caracterizado por necessidade compulsiva por sedução, envolvimento sexual fácil mas fracasso no envolvimento emocional, sendo assim, determinada por relacionamentos íntimos pouco duradouros ou até mesmo inexistentes.

Os indivíduos que têm esta síndrome são excessivamente sedutores e, em geral, têm como alvo pessoas “difíceis” ou “proibidas” de serem alcançadas.

As outras pessoas facilmente se apaixonam por eles, entretanto, o indivíduo com a síndrome logo se apercebe de que o parceiro ou o relacionamento não há mais graça e, por fim, acaba por abandonar a pessoa.

Esses indivíduos não se apegam aos seus parceiros, pois possuem apenas uma atração fugaz em que quando o outro é conquistado, este mesmo vira enjoativo, sem graça e a atração desaparece.

A expressão “don juanismo” aparece por conta do mítico Don Juan, jovem conquistador e sedutor que após conquistar inúmeras mulheres, abandonava-as.

Don Juan é um personagem literário tido como símbolo da libertinagem. O primeiro romance com referência ao personagem foi a obra El Burlador de Sevilla, de 1630, do dramaturgo espanhol Tirso de Molina.

Posteriormente Don Juan aparece em José Zorrilla com a estória de Don Juan Tenorio. A figura de Don Juan foi também cultuada na música, em obras de Strauss e Mozart, este último com a ópera Don Giovanni, composta em 1787.

Mas a figura do eterno sedutor continua atrelada à Don Juan, que aparece ainda na obra de Molière, em Le Festin de Pierre, no poema satírico de Byron chamado simplesmente Don Juan, no drama de Bernard Shaw, chamado Man and Superman.

Segundo Jung, o mito Don Juan apresenta de forma pura o comportamento do ser humano que emite ações reconhecíveis independentemente da época em que se passa, pois, é um veículo para a expressão do inconsciente coletivo.

Trata-se de um padrão (arquétipo) de personalidade caracterizado por uma pessoa narcisista, enamorada , inescrupulosa, amada e odiada e que faz tudo valer para a conquista de uma mulher.

Para o donjuan só interessa o instante do prazer e o triunfo sobre sua conquista, principalmente quando a presa de seu interesse tem uma situação civil proibida (casada, freira, irmã ou filha de amigo, etc).

Normalmente essas pessoas ignoram a decência e a virtude moral mas seu papel social tenta mostrar o contrário; são eminentemente sedutores. Sobre essa característica o escritor Carlos Fuentes, alega ao seu Don Juan a frase: “Porque nenhuma mulher me interessa se não tiver um amante, marido, confessor ou Deus, ao qual pertença …”.

Por outro lado, segundo Kaplan, deve haver significativos sentimentos homossexuais latentes desses indivíduos. Esse autor considera que, levando para a cama a mulher de outro, o donjuan estaria inconscientemente se relacionando com o marido, motivo maior de seu prazer. Tanto que é maior o prazer quanto mais expressivo é o marido ou namorado traído.

Existe também o Don Juanismo feminino. Observe,

João 4:17 ao que lhe respondeu a mulher: Não tenho marido. Replicou-lhe Jesus: Bem disseste, não tenho marido;

João 4:18 porque cinco maridos já tiveste, e esse que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade.

João 4:19 Senhor, disse-lhe a mulher, vejo que tu és profeta.

Jesus Cristo como um grande psicólogo conhecedor dos padrões de comportamentos humanos ou arquétipos, não demorou para diagnosticar tal transtorno quando a mulher disse não ter marido; Jesus respondeu que ela estava certa em dizer a frase e completa que cinco maridos ja tiveste (quer dizer de forma ironica porque nunca teve um marido) e este que agora tens não é teu marido (pois ela era insaciável).

Jesus disse a Samaritana que lhe daria água viva e nunca mais ela teria sede (a saciedade através da relação com Deus). Esta cura ocorre em virtude do fortalecimento do vínculo paterno, pois, Deus nunca erra ou mente nem mesmo desampara seus filhos, não abandona jamais por ser eterno e mesmo depois que morrermos estaremos com ele caso nossa vida aqui na terra seja em obediencia e devoção a Ele através de seu Filho Jesus, observe,

João 4:13 Afirmou-lhe Jesus: Quem beber desta água tornará a ter sede;
João 4:14 aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna.

Fontes:
Wikipedia
Bíblia Sagrada
Ballone GJ – Síndrome de Don Juan e “Ficar com”

 

Gagueira Infantil

por: Roberto Lazaro Silveira

A disfemia, conhecida popularmente como gagueira ou gaguez, é a mais comum desordem de fluência da fala, atingindo cerca de 2 milhões de pessoas no Brasil e mais de 60 milhões de pessoas em todo o mundo.

Os sintomas mais evidentes da gagueira são a repetição de sílabas, os prolongamentos de sons e os bloqueios dos movimentos da fala, sobretudo na primeira sílaba, no momento em que o fluxo suave de movimentos da fala precisa ser iniciado.

Também usam-se os termos tartamudez, disfemismo ou disfluência. Além de gago, o indivíduo que apresenta disfemia recebe o nome de disfêmico, tartamudo, balbo (de balbuciar) ou tardíloquo. Tal desordem além de dificultar a comunicação da pessoa faz com essa se sinta diferente das outras, diminuindo seus diálogos dentro e fora de casa.

Na mairia dos casos inicia-se entre 2 e 5 anos de idade com uma gagueira normal, já que falam há pouco tempo e não se sentem seguros ao pronunciar frases montadas. Nessa fase é que a gagueira pode ser fixada (caso seja psicológica).

Normalmente, este distúrbio é transitório, apenas uma minoria das crianças que apresentam disfemia em tenra idade, cerca de 1% ou 2%, necessitará de tratamento especializado. Estes poucos casos que persistem por mais tempo do que o habitual podem estar associados a uma história familiar de gagueira, sugerindo uma predisposição hereditária.

Uma característica que pode estar relacionada com a tendência de a gagueira tornar-se um problema persistente é o surgimento de sintomas adicionais, como: fazer caretas, contrair os olhos ou bater o pé. Nestes casos em que a criança já tem plena consciência do problema e também percebe que sua fala pode ser julgada como fora do padrão normal, ela tende a adotar comportamentos de evitação, muitas vezes preferindo ficar em silêncio a interagir verbalmente.

Neste estágio, na falta de tratamento especializado, a maioria das crianças com gagueira começa a se retrair e ter sua auto-estima prejudicada. O bullying escolar é uma possível complicação à qual pais e professores devem estar muito atentos.

Não se sabe ao certo as causas para este distúrbio que pode ter ligações a fatores genéticos, psicológicos e neurológicos. A gagueira genética é provocada por uma disfunção de áreas cerebrais responsáveis pela fala ou por alterações estruturais nestas áreas.

A gagueira neurológica é mais rara, porém pode ser detectada facilmente, pois esta é a única forma de gagueira que não melhora ao cantar, ao interpretar ou ao mudar a tonalidade de voz. A gagueira classificada como psicológica deve ser tratada com um psicanalista que estudará o caso e aplicará o tratamento adequado. Já a gagueira genética e neurológica deve ser tratada com um fonoaudiólogo que deverá fazer uma avaliação e logo após iniciar terapias planejadas.

A gagueira psicológica é adquirida, ou seja, desenvolve quando a pessoa tem pais ansiosos, exigentes e agressivos, quando a pessoa passa por momentos traumáticos como acidentes, assalto, estupro, etc., problemas insuportáveis que geram conflitos interiores e outros que são liberados na hora de falar.

O tratamento da gagueira psicológica sendo a mais comum, consiste em tratar a família de forma em que todos estejam envolvidos no processo. Os pais devem procurar o psicoterapêuta para fazer um provável diagnóstico através de uma entrevista detalhada. Caso fique comprovado que a atitude dos pais em relação á criança contribui para a cagueira, os mesmo devem manter-se em terapia visando o autoconhecimento a fim de identificar quais suas ações agravam o quadro da criança.

Geralmente a criança torna-se disfêmica ou gaga em determinado momento de sua vida, ou seja, não nasce gaga, este momento pode ser em resposta a atitudes punitivas dos pais. Vejamos o seguinte caso clínico: Os pais de Joãozinho (5 anos) eram considerados ausentes, pois, trabalhavam em período integral saindo de casa de manhã e retornando somente á noite.

Por chegarem em casa estressados qualquer pergunta do menino, típica da idade onde aflora a curiosidade, era respondida de forma ríspida pelos pais que estavam cansados e cheios de problemas para resolver, haviam recebido do chefe grosserias e automaticamente por falta de autoconhecimento devolvia as mesmas para o filho.

Certo dia Joãozinho estava aguardando o pai junto com a mãe que estava de folga e quando o pai de Joãozinho chegou percebeu que o menino estava na janela do quarto e poderia cair e ferir-se, então o menino espera que o pai que estava o dia fora de casa, o pegasse no colo e desse algum carinho, no entanto, levou a maior bronca por estar na janela antes de qualquer outro gesto.

O pai agiu daquela forma porque não queria que o filho se machucasse, no entanto, colocou muita energia que estava reprimida em seu inconsciente devido ao estresse daquele dia, então “descontou” no Joãozinho que a partir daquele dia passou a gaguejar.

Os pais de Joãozinho me ligara após 6 meses do acontecimento, pois, o menino não parou de gaguejar e estava sendo vítima de colegas de escola que zombavam do menino, logo, não queria ir mais a escola. Em entrevista detectei os problemas.

O pai se comprometeu a entrar em terapia onde discutimos formas de descarregar as energias negativas, entre elas a redução da carga de trabalho e prática de exercícios físicos. Através do autoconhecimento adquirido pelo pai, o mesmo pode fornecer as informações para a mãe de Joãozinho e ambos comprometeram-se a negociar sua carga de trabalho de froma que pudessem passar algumas horas com Joãozinho de corpo e alma, ou seja, seria para ele mesmo toda a atenção e paciência necessária.

Após 4 meses de terapia e mudança de rotina o menino havia parado totalmente de gaguejar ao mesmo tempo em que melhorava seu desenpenho na escola. Observem que não foi necessário neste caso o auxílio do fonoaudiólogo nem mesmo a criança estar em terapia ou ser medicada com psicotrópicos o que poderia causar sequelas irreversíveis. Através da colaboração do pai e autoconhecimento proporcionado pela psicoterapia foi possível melhorar o dia a dia assim como a comunicação na família e curar a gagueira do menino de 5 anos de idade.

 

Emagrecer… Seria Necessário Mesmo?

por: Roberto Lazaro Silveira

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Saiba ser linda como você é… Nasceu gordinha… Linda… Vale procurar um psicoterapeuta para descobrir os inimigos invisíveis que estão dizendo para você ser outra pessoa…

Cuide da sua beleza… Aceite-se!

Vou apresentar agora, antes de descrevê-los fundamentados na medicina chinesa, algumas questões sobre biótipos para quem nunca ouviu falar. Vamos então começar pelo simples trio – Ectomorfo, Mesomorfo, Endomorfo.

Ectomorfo: Difícil de ganhar peso. Pernas e braços grandes, pequena porcentagem de gordura corporal e poucos músculos. Esses são os Ectomorfos. Enquanto algumas mulheres não veriam problema nenhum em ter essas características, os homens geralmente tem uma visão diferente.

Mesomorfo: São aqueles mais bem dotados geneticamente falando porque são mais pré-dispostos a terem maiores ganhos musculares. Geralmente tem um visual mais atlético e sarado, tem boa postura e são simétricos. Mesomorfos são conhecidos por ganharem massa muscular muito mais rapidamente do que a maioria das pessoas e da mesma forma podem perder gordura rapidamente seguindo uma dieta apropriada.

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Endomorfo: As pessoas com esse tipo corporal são geralmente mais pré-dispostas a um maior acúmulo de gorduras. Conhecidas por terem um visual menos definido, é mais difícil para elas conseguirem um corpo em forma através de exercícios e dieta. A boa notícia é que a estrutura óssea dos endomorfos é larga e forte. Isso pode ser uma vantagem no seu esforço em ganhar massa muscular.

Obser abaixo as imagens exemplificando os biótipos acima em mulheres, no entanto, existem misturas entre esses biótipos que resultam em aproximações, porém, o tipo predominante é na maioria das vezes identificável, veja,

Acima os biótipos Endomorfo (maça) e Mesomorfo (pêra) em mulheres.

Então para ter um físico satisfatório para seu biótipo podemos pensar em comprar uma consulta com o Nutricionista e contratar o Personal Trainer que tiver bons resultados com seus alunos. Observe o trabalho e converse com os alunos de alguns personais para tirar suas próprias conclusões, não se deixe enganar pelo físico do personal apenas.

O bom Personal Trainer irá garantir um trabalho adequado ao equilíbrio do seu corpo. Por exemplo: Mulher com quadril desproporcional aos ombros deve fazer exercícios para queimar as gorduras do quadril e para hipertrofia de ombro, logo, são dois trabalhos diferentes que exigem o auxílio do profissional e a manutenção constante da ficha de exercícios (o exemplo citado é apenas ilustrativo).

No caso de pessoas que ficaram muito tempo no sedentarismo vale a visita ao fisioterapêuta para auxiliar no condicionamento físico assim como verificar algumas particularidades como hipotrofia do vasto medial, e encurtamentos musculares dentre vários outros fatores que necessitam de um trabalho prévio, ou seja, antes de voltar para a academia ou futebol etc.

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Caso você identifique que não está conseguindo cumprir sua meta e não sabe porque não consegue controlar o apetite e fazer os exercícios… lembre-se do que leu no início do artigo, contrate um Psicoterapêuta para descobrir. Através do autoconhecimento proporcionado pela psicoterapia você atingirá seu objetivo.

Não apele para os psicotrópicos, pois, os mesmos matam mais do que os acidentes de trânsito e geram bilhões para indústria farmacêuta além de não terem seus efeitos comprovados, o que se tem são meramente hipóteses do tipo, funciona em 30% da pupulação os outros 70% usufluem apenas dos efeitos colaterais do tipo cegueira, impotência sexual, irritabilidade, depressão, surtros psicóticos dentre outros. Vai pagar para ver?

Os efeitos colaterais podem destruir você e sua família…. Se você chegou até este artigo buscando por remédios para emagrecer espero que tenha encontrado amor próprio e autoaceitação….

Quando é realmente necessário emagrecer? Existem casos que o trio nutricionista + personal + psicólogo irá resolver, no entando, existe doenças genéticas, disfunções da tireóide e hormonais assim como outros distúrbios que necessitam de ajuda do médico, acupunturista, fitoterapêuta. Geralmente as especializações médicas mais indicadas são a dupla gastro + endócrino, ou seja, gastrologia e endocrinologia.

Procure obter informações sobre o médico como casos bem sucedidos, formação, caráter, etc. Visite uns três especialistas e procure comparar sempre os diagnósticos antes de qualquer procedimento. Com o preço da consulta pago por alguns planos de saúde e pelo SUS nem se fala…. Errar torna-se mais humano ainda.

O governo assim como alguns planos de saúde estão tratando de forma desumana os profissionais responsáveis pelo nosso corpo. A consequência… infelismente é que o descaso muitas vezes é repassado para os contribuintes. “Nem olhou na cara do meu filho e receitou remédio controlado – Ritalina, disse que era déficit de atenção…” – Depoimento de uma mãe que luta pelos Diretos Humanos.

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O diagnóstico de Déficit de Atenção é impossível em segundos… observe um texto retirado da revista veja online publicado em 17 de fevereiro de 2010, observe,

“Na raiz do problema está a dificuldade no diagnóstico de TDAH. Ao contrário de outros males, não há um exame laboratorial que possa complementar ou confirmar a análise realizada em consultório.

Para descobrir se uma criança possui o transtorno, é preciso observar se os sintomas ocorrem há pelo menos seis meses em ambientes diferentes, como escola e família. Além disso, o médico especialista deve, por meio de entrevista, analisar se o perfil do paciente se encaixa em uma lista de 18 sintomas. Isso pode dar margem a que um médico menos experiente realize um diagnóstico exagerado”. (http://veja.abril.com.br/noticia/saude/deficit-atencao-ainda-problema-subestimado#droga).

Mesmo esta lista de 18 sintomas é controversa, o que vale é a experiência, bom-senso e dedicação, ou seja, honrar o juramento de Hipócrates.

A equipe multidisciplinar deve atuar de forma horizontal, não exite profissional que sabe mais ou menos, o que existem são saberes e esperiências diversas que devem ser compartilhadas em prol dos cidadãos que pagam os impostos mais pesados da face da terra para ser administrados de forma duvidosa e como se não bastasse na maioria das vezes pagam planos de saúde que visam somente lucrar com a doença em parceria com a indústria farmacêutica.

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Fato que comprova tal mecanismo é a questão da psicoterapia que alguns planos exigem a indicação de um psiquiatra – que geralmente empurra o psicotrópico á moda da indústria farmacêutica… – e reavaliação pelo mesmo após as sessões cobertas pelo plano, ou seja, não trabalham com promoção de saúde, pois, preservando a autonomia do seu associado em contratar um psicólogo, o transtorno psiquiátrico teria sido evitado e desta forma ocorreria a promoção de saúde! Você contratou um plano de saúde ou de doença?

 

Personalidade

por: Roberto Lazaro Silveira

O termo personalidade é muito descutido e popular. De acordo com a literatura psicológica alemã persönlichkeit costuma ser usado de maneira ampla, incluindo temas como inteligência; o conceito anglófono de personality costuma ser aplicado de maneira mais restrita, referindo-se mais aos aspectos sociais e emocionais do conceito alemão.

Personalidade deriva do latim – persona – que significava máscara, ou seja aquilo que queremos parecer aos outros. Para os estudos psicológicos a personalidade pode ser vista como uma organização dos vários sistemas físicos, fisiológicos, psíquicos e morais que se interligam, determinando o modo como o indivíduo se ajusta ao ambiente em que vive.

Persona, no uso coloquial, é um papel social ou personagem vivido por um ator. É uma palavra italiana derivada do Latin para um tipo de máscara feita para resoar com a voz do ator – per sonare sigifica “soar através de” – permitindo que fosse bem ouvida pelos espectadores, bem como para dar ao ator a aparência que o papel exigia.

A palavra latina derivada da palavra etrusca “phersu”, com o mesmo significado, e seu significado no último período Romano alterado para indicar um “personagem” de uma performance teatral. Na psicologia analítica de Jung, é dado o nome de persona à função psíquica relacional voltada ao mundo externo, na busca de adaptação social.

Personalidade é uma organização interna e dinâmica dos sistemas psicofísicos que criam os padrões de comportar-se, de pensar e de sentir característicos de uma pessoa. No senso comum quanto mais autêntica esta organização se apresenta para diferenciar o indivíduo mais forte a personalidade.

Jung propos dois agrupamentos de traços que compreendem em si todas as características pessoais, a Introversão e a Extroversão. A extroversão consiste na tendência de focalizar o interêsse no mundo exterior, vivendo mais no presente, dando mais valor às pessoas e ao êxito social, sendo mais práticas. A Introversão consiste em concentrar interesse nos pensamentos e idéias próprias, visualizando mais o futuro, sendo mais intuitiva.

Um transtorno de personalidade ocorre quando em alguma etapa da vida do indivíduo surgem acontecimentos contrários ao processo de individuação, ou seja, prejudicam a adaptação do indivíduo às situações que enfrenta, causando a ele próprio, ou mais comumente aos que lhe estão próximos, sofrimento e incomodação.

As pessoas acometidas por transtornos de personalidade ás vezes não procuram por, uma vez que os traços de caráter pouco geram sofrimento para si mesmos, mas perturbam suas relações com outras pessoas, fazendo com que amigos e familiares aconselhem o tratamento. Geralmente aparecem no início da idade adulta podendo ser agravados durante o envelhecimento.

A pessoa faz o mal para seus familiares e amigos sem saber – a personalidade dele é assim mesmo dizem como forma de conformar-se – no entando, para evitar o sofrimento de seus entes queridos cabe ao cidadão a busca pelo autoconhecimento proporcionada pela psicoterapia. Desta maneira a ajuda de um psicoterapêuta poderá ser útil á você e toda sua família.

Dentre os vários transtornos de personalidade podemos citar:

Paranóide: Indivíduos desconfiados, que se sentem enganados pelos outros, com dúvidas a respeito da lealdade dos outros, interpretando ações ou observações dos outros como ameaçadoras. São rancorosos e percebem ataques a seu caráter ou reputação, muitas vezes ciumentos e com desconfianças infundadas sobre a fidelidade dos seus parceiros e amigos.

Esquizóide: Indivíduos distanciados das relações sociais, que não desejam ou não gostam de relacionamentos íntimos, realizando atividades solitárias, de preferência. Pouco ou nenhum interesse em relações sexuais com outra pessoa, e pouco ou nenhum prazer em suas atividades. Não têm amigos íntimos ou confidentes, não se importam com elogios ou críticas, sendo frios emocionalmente e distantes.

Dependente: Indivíduos que têm necessidade de serem cuidados, submissos, sempre com medo de separações. Têm dificuldades para tomar decisões, necessitam que os outros assumam a responsabilidade de seus atos, não discordam, não iniciam projetos. Sentem-se muito mal quando sozinhos, evitando isso a todo custo.

Esquizotípica: Indivíduos excêntricos e estranhos, que têm crenças bizarras, com experiências de ilusões e pensamento e discurso extravagante. Falta de amigos e muita ansiedade no convívio social.

Borderline: Indivíduos instáveis em suas emoções e muito impulsivos, com esforços incríveis para evitar abandono (até tentativas de suicídio). Têm rompantes de raiva inadequada. As pessoas a sua volta são consideradas ótimas, mas frente a recusas tornam-se péssimas rapidamente, sendo desconsideradas as qualidades anteriormente valorizadas. Costumam apresentar uma hiper reatividade afetiva, em que as situações boas são ótimas ou excelentes, e as ruins ou desfavoráveis são péssimas ou catastróficas.

Narcisista: Indivíduos que se julgam grandiosos, com necessidade de admiração e que desprezam os outros, acreditando serem especiais e explorando os outros em suas relações sociais, tornando-se arrogantes. Gostam de falar de si mesmos, ressaltando sempre suas qualidades e por vezes contando vantagens de situações. Não se importam com o sofrimento que causam nas outras pessoas e muitas vezes precisam rebaixar e humilhar os outros para que se sintam melhor.

Histriônica: Indivíduos facilmente emocionáveis, sempre em busca de atenção, sentindo-se mal quando não são o centro das atenções. São sedutores, com mudanças rápidas das emoções. Tentam impressionar aos outros, fazendo uso de dramatizações, e tendem a interpretar os relacionamentos como mais íntimos do que realmente são.

Anti-social: Indivíduos que desrespeitam e violam os direitos dos outros, não se conformando com normas. Mentirosos, enganadores e impulsivos, sempre procurando obter vantagens sobre os outros. São irritados, irresponsáveis e com total ausência de remorsos, mesmo que digam que têm, mais uma vez tentando levar vantagens. Podem estabelecer relacionamentos afetivos superficiais, mas não são capazes de manter vínculos mais profundos e duradouros.

Obsessivo-Compulsiva: Indivíduos preocupados com organização, perfeccionismo e controle, sempre atento a detalhes, listas, regras, ordem e horários. Dedicação excessiva ao trabalho, dão pouca importância ao lazer. Teimosos, não jogam nada fora (“pão-duro”) e não conseguem deixar tarefas para outras pessoas.

Esquiva: Indivíduos tímidos (exageradamente), muito sensíveis a críticas, evitando atividades sociais ou relacionamentos com outros, reservados e preocupados com críticas e rejeição. Geralmente não se envolvem em novas atividades, vendo a si mesmos como inadequados ou sem atrativos e capacidades.

 

As Drogas são Todas Ilícitas

por: Roberto Lazaro Silveira

Não acredito que exista drogas lícitas, pois, o significado de ilícito não permite, observe: "Contrário à lei, à moral ou à consciência" – Dicionário Michaellis. Existem drogas proibídas e permitidas. Vejamos o cigarro, a grande maioria que fuma sabe que faz mal e ninguém em sã consciencia desejaria ser auto-maltratado. A pessoa não consegue parar de fumar devido á forte ação da nicotina que causa dependência física, a dependência emocional do cigarro dentre outros fatores, mas, sabe no fundo da consciência que não é lícito e sim permitido por lei.

As drogas não permitidas por lei são substâncias proibidas de serem produzidas, comercializadas e consumidas. Em alguns países, determinadas drogas são permitidas sendo que seu uso é considerado normal e integrante da cultura. Estas dorgas podem ser estimulantes, depressivas ou perturbadoras do sistema nervoso central, o que perceptivelmente altera em grande escala o organismo.

São drogas proibídas: maconha, cocaína, crack, ecstasy, LSD, heroína, morfina, skank, ópio dentre outras. Por serem proibidas, estas drogas entram no país ou são produzidas de forma ilegal através do tráfico e de laboratórios clandestinos que promovem a comercialização no mercado negro.

As drogas causam destruição da família, arritmia cardíaca, trombose, AVC, necrose cerebral, insuficiência renal e cardíaca, depressão, disforia, alterações nas funções motoras, perda de memória, disfunções no sistema reprodutor e respiratório, câncer, espinhas, convulsões, desidratação, náuseas e exaustão.

É importante esclarecer que a dependência das drogas é tratável através da psicoterapia e de medicamentos similares aos princípios ativos das drogas que causam dependência física juntamente com o tratamento psicoterápico da família em prol de melhorar o auxílio ao drogadicto a dependência poderá ser vencida a vida voltará ao normal – a pessoa retornará á viver livre da auto-destruição.

 

Psicose

por: Roberto Lazaro Silveira


Ao contrário da neurose, a psicose é um estado mental onde ocorre a perda da realidade, ou seja, o indivíduo que desenvolve sintomas psicóticos não tem conhecimento de seu estado.

O psicótico não percebe que perdeu completamente a noção do pensamento, percepção ou julgamento. A psicose é aquilo que costumamos denominar “loucura” ou comportamento de “louco”.

Exitem alguns fatores como intoxicação por alcool, medicamentos psicotrópicos e demais drogas que podem desencadear uma psicose, no entando, ocorre a psicose pela reação do indivíduo á estas causas, ou seja, “o importante não é o que fizeram da pessoa e sim o que a pessoa fez com o que fizeram dela”.

Os pacientes que estão em um estado psicótico, em geral, agem de modo estranho, ou seja, ficam balançando o corpo, vestem-se bizarramente, agem de acordo com suas alucinações, têm crenças falsas e delirantes e, consistentemente, confundem a realidade dos eventos.

Eles são, freqüentemente, impulsivos e em perigo constante de agir, baseados em percepções distorcidas ou idéias delirantes, resultando em lesão ou morte não-intencionais.

A consciência de si mesmo e do ambiente é, consistentemente, velada. O indivíduo é incapaz de discriminar os estímulos que percebe. O pensamento é desorganizado e incoerente, o que se evidencia na fala do paciente.

A memória é prejudicada no registro, retenção e recuperação das lembranças. A orientação, especialmente quanto ao tempo, pode estar prejudicada. O comportamento psicomotor pode ser hipo ou hiperativo em relação aos movimentos e à fala. As emoções podem variar de apatia e depressão a medo e raiva.

Durante a perda da realidade na psicose, o indivíduo apresenta delírios e/ou alucinações. Os delírios são pensamentos destorcidos criados para compensar a sofrimento psiquico.

Como exemplos de delírios podemos citar:

Delírios de relação: o indivíduo diz que é filho do Bil Gates e acredita nisto, isto é uma psicose.

Delírio de grandeza: O indivíduo acredita que é Deus. Delírio de influência: O indivíduo acredita que recebeu órdens para matar do cachimbo que o mesmo utiliza para fumar ckack e executa as órdem matando pessoas aleatóriamente, isto é uma psicose.

As Alucinações estão relacionadas aos nossos sentidos: Audição, Visão, Olfato, Tato e Paladar.

Ocorrem quando o indivíduo tem certeza que percebeu algo, ou seja, são percepções sem um estímulo externo, enquanto outras pessoas não confirmam tal evento.

A pessoa alucinada acredita que a percepção é real, desta forma a percepção da alucinação é de origem interna, emancipada de todas as variáveis que podem acompanhar os estímulos ambientais como iluminação, ruídos e outros.

Alucinação Tátil: A pessoa acometida pode sentir por exemplo insetos andando em sua pele sem que o fato seja comprovado por outras pessoas, somente ela sente, mas são “invisíveis”.

Este tipo de alucinação – alucinação tátil – por intoxicação é comumente um dos sintomas de intoxicação pela Psilocibina e Psilocina, uma substancia extraída dos cogumelos da família dos Psilocibinos.

Foi Albert Hoffmann, o descobridor do LSD, juntamente com colegas de laboratório, quem isolou duas substâncias da Psilocybe mexicana.

A psilocibina foi isolada como componente principal e a psilocina foi encontrada em quantidades menores, porém igualmente ativa. Desde então, esses alcalóides têm sido pesquisados em muitas variedades de cogumelos.

A psilocibina produz uma série de efeitos similares aos produzidos pelo LSD e a mescalina, porém com potência menor e maior facilidade de acesso e extração através da simples coleta nos pastos onde contém esterco de vaca onde são coletados e fervidos em água potável para ser consumido em rituais de cura ou por jovens drogadictos.

As alucinações mais comuns são as visuais e as auditivas, onde o alucinado ouve vozes e tem visões de estímulos que não podem ser compartilhadas com outras pessoas.

Geralmente as alucinações caminham de mãos dadas com os delírios. Um jovem que tomou chá de cogumelo ou consumiu LSD pode ter uma alucinação visual do tipo ver gnomos e apresentar junto com esta um delírio de relação, onde o mesmo recebe órdens do mesmo para pular de um precipício ou matar alguém e obedece.

 

Transtrono Bipolar

por: Roberto Lazaro Silveira

Está é mais um doença inventada que era denominado até bem pouco tempo de psicose maníaco-depressiva. Esse nome foi abandonado principalmente porque este transtorno não apresenta necessariamente sintomas psicóticos, na verdade, na maioria das vezes esses sintomas não aparecem. Vejam nos vídeos como isto ocorre.

Os transtornos afetivos não estão com sua classificação terminada. Provavelmente nos próximos anos surgirão novos subtipos de transtornos afetivos, melhorando a precisão dos diagnósticos e desencadeando remédios psicotrópicos para cada um dos ramos para encher o bolso da indústria farmacêutica e dos médicos vinculados financeiramente á mesma.

A alternância de estados depressivos com maníacos é a tônica dessa psêudo patologia. Muitas vezes o diagnóstico correto só será feito depois de muitos anos, após vencer a patente de determinado medicamento…

Uma pessoa que tenha uma fase depressiva, receba o diagnóstico de depressão e dez anos depois apresente um episódio maníaco tem na verdade o transtorno bipolar, mas até que a mania surgisse não era possível conhecer diagnóstico verdadeiro, mas, que após algum tempo não é mais verdadeiro como de costume, e surgirá então novos remédios com novas patentes para o novo nome registrado no DSM, que por sua vez é um livro que enquadra qualquer pessoa da face da terra como doente mental e foi patrocinado pela indústri farmacêutica para vender remédios que mudam de nome quando vence a petente e continua vendendo por valores elevados, sendo necessário uma reclassificação no livrinho de doenças.

Pense nisto querido leitores: Acabamos de ganhar um carro de presente…. ficamos felizes e eufóricos…. então teremos que viver deste modo para o resto da vida mesmo com a morte de um ente querido caso contrário estaremos enquadrados como Bípolar e desenbolsaremos com o psicotrópico adequado.

Leia isto: Qual a causa da doença? A causa propriamente dita é desconhecida, mas há fatores que influenciam ou que precipitem seu surgimento como parentes que apresentem esse problema, traumas, incidentes ou acontecimentos fortes como mudanças, troca de emprego, fim de casamento, morte de pessoa querida.

Fica fácil notar o conto do vigário… Os psicotrópicos matam mais que acidentes de carro, e isto é fato!

Para comprovar solicite em seu idioma e receba em casa gratuitamente um vídeo da Comissão dos direitos humanos Clique aqui para preencher o formulário

 

Transtorno Obsessivo Compulsivo

por: Roberto Lazaro Silveira

Não é doença mental. Trata-se de um momento de desequilíbrio emocional onde a pessoa apresenta obsessões e compulsões, ou seja, possue idéias e promovem ações as quais a maioria das pessoas consideram anormais.

O indivíduo é dominada por pensamentos desagradáveis de natureza sexual, religiosa, agressiva entre outros, que são difíceis de afastar de sua mente, parecem sem sentido e são aliviados temporariamente por determinados comportamentos ritualísticos compensatórios.

Os rituais assim como as repetições são pensamentos recorrentes caracterizados por serem desagradáveis, repulsivos e contrários à índole da pessoa portadora de TOC.

Tais pensamentos não são controláveis pelos próprios pacientes e causam significativa perda de tempo, sofrimento pessoal e prejuízo aos afazeres cotidianos.

Ocorre o descontrole referente aos pensamentos, e às vezes surgem atitudes ou comportamentos que visam neutralizar a ansiedade causada por tais pensamentos. Assim, compulsões podem ocorrer secundariamente às obsessões.

As compulsões são comportamentos, gestos, rituais ou atitudes muitas vezes iguais e repetitivas, conscientes e quase sempre incontroláveis. Os pacientes mantêm a crítica sobre suas atitudes, percebem o fato como absurdo e não sabem ou não entendem o que está acontecendo.

Para melhorar o quadro e livrar-se de tais sentimentos é necessário a ajuda de um psicoterapêuta que promova o autoconhecimento para a pessoa em tratamento, este autoconhecimento irá sanar os sintomas produzidos assim como livrar a pessoa de algo devastador: Os medicamentos psicotrópicos. Vejam no vídeo abaixo como as doenças mentais são inventadas para a Indústria Farmacêutica.

 

Ansiedade

por: Roberto Lazaro Silveira


Geralmente pessoas ansiosas demais possuem em seu inconsciente grandes acontecimentos que foram parcialmente esquecidos e estes casos podem ser melhorados através do autoconhecimento proporcionda pela psicoterapia.

Observe acima o quadro ansiedade do Edvard Munch que a mãe morreu quando ele tinha 5 anos, a irmã mais velha faleceu aos 15 anos, a irmã mais nova sofria de doença mental e uma outra irmã morreu meses depois de casar; o próprio Edvard estava constantemente doente.

As manifestações físicas incluem inquietação motora, falta de ar, boca seca, sudorese, mal estar abdominal, aperto no coração, tensão muscular, dores, dificuldade para engolir.

A alternância psico-somática, ou seja, um mecanismo que temos para manter a lucidez o qual funciona enviando parte da dor mental para o corpo é notada em casos de ansiedade generalizada ou não. Pessoas ansiosas geralmente possuem alguma doença crônica, engordam – por comer demais e usam drogas – fumam demais, dentre outros mecanismos de fuga.

Possuem dificuldade de largar o vício do cigarro pois é um suporte ás emoções reprimidas, não conseguem seguir um plano saudável de vida embora estejam conscientes que certas ações são prejudiciais ás suas metas.

Se você percebe que algum transtorno como os citados acima te afetam, não os agrave com psicotrópicos para emagrecer ou largar o cigarro, procure pelo autoconhecimento através da psicoterapia.

Ansiedade, ânsia ou nervosismo é uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax e transpiração dentre outros sintomas particulares para cada indivíduo.

Geralmente a ansiedade surge frente ás adaptações, ou seja, ao mudar de cidade, de emprego… frente ao desconhecido, desafios como vestibular, concursos e entrevistas de empreto. Onde há ameaça ocorre comumento a ansiedade.

Juntamente com a ansiedade o corpo libera neuro-transmissores como a adrenalina que prepara para luta ou fuga.

Vejamos este parágrafo do companheiro Mário Rodrigues Louzã Neto: “Ansiedade é um sentimento humano normal, imprescindível para a vida cotidiana. Até uma certa intensidade ela é útil pois permite que a pessoa possa levar adiante seus projetos e anseios, impulsionando-a para a frente. A asniedade se torna uma doença quando sua intensidade é tal que começa a prejudicar o desempenho da pessoa em suas atividades.” (Neto, Mário R. Louzã, Psiquiatria Básica).

Freud em 1895 escreve sobre a “neurose de ansiedade” identificando duas categorias a saber:

1ª era um sentimento difuso de medo que surgia a partir de um desejo ou pensamento, tratável através da psicoterapia;

2ª um sentimento aterrorizante de pânico, acompanhado de descargas orgânicas e sentimento subjetivo de um terror tão intenso que muitas vezes chegava a sensação de morte. (Freud, S. _-Vol.II – Estudos Sobre a Histeria (1893-1895)). Dentro dos quadros de ansiedade, ele classificou essa última de “Neurose Atual”, que hoje é conhecida como “Síndrome de Pânico”.

Para controlar a ansiedade existem diversas técnicas como praticar exercícios físicos, meditação e psicoterapia. Desta maneira, através dos exercícios físicos estamos drenando o excesso de energia que agrava o quadro ansioso, meditação através da Youga, Tai-Chi dentre outros passamos a relaxar a mente e através da psicotapia garantiremos o autoconhecimento para que a fonte deste mal seja cessada e possamos atingir nossos objetivos de vida!