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Diferentes linhas da Psicologia aprovam a Musicoterapia

por: Roberto Lazaro Silveira

O texto a seguir foi retirado da internet através de um programa de troca de arquivos. Peço a gentileza para o internauta que souber do nome do autor ou mesmo o próprio autor se manifeste por favor. Trata-se de um texto que demonstra uma dedicação e capacidade de sítese acima da média. Vale a pena ler, observem: A música é utilizada por diversas culturas, para diferentes finalidades. Nos tempos atuais, apenas a música performática comercial tem sido valorizada, mas seu caráter lúdico é ancestral na humanidade.

A ciência que estuda e investiga a utilização do som para atingir objetivos terapêuticos é a Musicoterapia, que surge definitivamente neste século, tratando dos neuróticos da segunda guerra, nos Estados Unidos e dos sobreviventes de uma epidemia de poliomelite, na Argentina. A musicoterapia tem se baseado em quatro suportes teóricos distintos:

Psicanalítico – A música é usada para liberar pulsões sexuais e agressivas reprimidas.

Behaviorista – A música é usada para eliminar associações inapropriadas que o indivíduo aprendeu e substituí-las por outras, mais apropriadas.

Existencial Humanista – A música é usada para ajudar o indivíduo a desenvolver seu maior potencial humano.
Interpessoal – A música é usada para ajudar o indivíduo a desenvolver a capacidade de relacionamento e comunicação.

Novos modelos também têm surgido nestes últimos anos:

Sociológico – Considera que a sociedade atual é orientada principalmente para a necessidade de encontrar a identidade e o valor pessoal, e não para a luta pelas necessidades básicas e sucesso.

Músico organicista – A música é utilizada como instrumento de expansão da consciência, de individuação e de saúde.

A Biomúsica desenvolve-se a partir de um trabalho diferenciado com musicoterapia, música popular tradicional (folclore), expressão corporal, educação, e música africana.

O Musicoterapeuta Luis Kinugawa é o criador da Biomúsica e contou com a grandeza e dedicação de seus amigos “Biomúsicos” para o desenvolvimento do trabalho, desde dezembro de 1998. O trabalho realizado na África no período de 2000 a 2002 evidenciou o valor da Biomúsica, sua adaptabilidade e muitos resultados benéficos junto a refugiados, vítimas de guerra e crianças de rua.

 

Faça seu comentário

 

 
  1. Nadia Cafruni

    29/07/2011 at 20:53

    Este artigo está excelente. Muito claro e muito completo. Parabéns.

     
  2. Josilene

    19/05/2012 at 08:30

    Adorei, sua boa articulação da musicoterapia com as diversas linhas. Para tanto, como achei tao bom, que pretendo usar como referencia em meu trabalho.