Para iniciar segue a seguinte frase do Grande Chomsky onde ele afirma que “a propaganda representa para a democracia aquilo que o cacetete (isto é, a polícia política) significa para o estado totalitário. – Referindo-se ao controle dos meios de comunicação pelo estado e no caso do Brasil por outros estados através de ONGS estrangeiras, sendo algumas proibidas de participarem da campanha do desarmamento por este motivo.
Vou tentar elucidar melhor no decorrer do texto, no entanto, a introdução é esta, o controle do Brasil pelos EUA custa mais barato pela compra dos corruptos políticos (pleonasmo) do que guerrear com armas. Então pagam para deputados (que recebem mais do que valem) ficar do lado da campanha do desarmamento e facilitar a possível tomada da amazônia se for necessário por exemplo conspiratório, mas, que surgiu de um diálogo com um militar de alta patente da aeronáutica esta informação de uma possível investida na amazonia, no entanto, ja estão comprando grandes áreas e nos livros deles a amazonia é apresentada como território internacional comum á todos. Mais barato do que revivier o vietnã e Afeganistão.
Antes de pensarem em redução da violência meus queridos leitores devem verificar as estatísticas, pois, não houve número significativo de redução da violência após a campanha do desarmamento, pois, as armas dos bandidos não são vendidas em lojas com notas e nem mesmo são restritas ao mísero calíbre 380 proporcionado por uma Glock G25 ou G28.
Devido à grande procura que estou recebendo de pessoas interessadas em exame psicotécnico para compar arma legalmente e mantê-la em casa, decidi estudar e escrever sobre o tema, vamos assistir ao vídeo abaixo, veja,
Após assistir a reportagem acima percebemos que as fronteiras são desprovidas de vigilância e a realização da promessa de novos policiais federais para cobrir estas áreas cada vez fica mais distante devido aos cortes de gastos no setor de segurança feitos pelo governo.
Os baixos salários somados aos modelos de corrupção observados no alto escalão do governo fazem com que alguns falsos policiais sigam o modelo dos vagabundos de terno tornando-se vagabundos de patente e com mais um motivo: Compensar os baixos salários e péssimos armamentos somados ao excesso de horas trabalhadas. Então: “Para passar na barreira tem que dar meio kilo para o polícia, ai passa com as armas e tudo”. Ficcão Científica.
Mas antes de falar sobre o estatuto do desarmamento vamos falar sobre armas de uma forma superficial para leigos?
Existem diversas fábricas de armas que apresentam diferentes modelos em determinados calibres que vão, para pistolas, desde o 6,35 (a famosa beretinha) que dispara uma bala menor do que um grão de feijão, que foi suficiente para matar o Secretário de Segurnaça Pública aqui em Porto Velho com um tiro certeiro no coração disparado por um marginal que comprou a arma sem fazer exame psicotécnico de três horas de duração nem provas teórica e prática na Polícia Federal e muito menos pagou impostos exorbitantes acrescentados ao preço da pistola italiana nem pagou a taxa do SINARM. Para revólver são: 45, 44, 38, 36 e 22 os mais conhecidos, sendo de uso permitido para pessoas de bem até o calibre 38, mas, os bandidos atravessam a fronteira sem serem incomodados com os mais potentes calibres.
Depois do calibre 6,35 temos comumente o 7,65 – 0,38 – 0,4 – 0,45 – 0,5 ou .50. Significa que a potência, peso e formato das armas varia muito comprometendo a portabilidade, peso e potencial de parar o agressor, ou seja, enquanto os calibres permitidos para o cidadão idôneo (que demonstrou através de certidões negativas de antecedentes nas esferas federal, estadual, municipal e militar e é maior de 25 anos de idade, foi aprovado em duas provas na Polícia Federal e tem dinheiro para comprar armas carregadas de impostos) alcança até o magro 380 ou .38 sendo que os marginais compram facilmente os .40, .45 e não comum por ser muito pesado o .50 (veja no vídeo acima).
O formato da bala também é crucial na defesa pessoal: recomenda-se uma bala de perfuração e uma espansiva e assim por diante no tambor ou pente porque se o marginal esconde atrás de um carro as chances da bala espansiva atingí-lo é pouca, então, entra em ação a bala de perfuração para atravessar a lataria. Enquanto a bala de perfuração pode passar pelo organismo do bandido sem causar muitos danos a espansiva (dum-dum) vai resolver o resto.
Enquanto com o 380 (mínimo aceitável para defesa pessoal) permitido para o cidadão de bem, após a sabatina de comprovantes e provas, a chance de parar o agressor é de 50% devido aos seus 300 joules de força, com a .45 atinge-se por volta de 800 joules e as chances estão acima dos 90% ja o .50 atinge mais de 1.600 joules de força sendo a mais brutal e letal pistola do mundo ja fabricada e á venda no paraguai e bolívia nossos vizinhos de fronteira quase isenta de policiais.
Um fator interessante e misterioso: bandidos são baleados com 6 tiros geralmente e vão parar no presídio vivinhos da silva (gerando gastor com fisioterapia, escolta e tudo mais) enquanto policiais e demais cidadãos de bem levam um tiro somente e adeus papai adeus mamãe.
Então para sair ganhando o melhor é não reagir e entregar os bens materiais, mas, quando a vida está em risco tem que ser bom de tiro porque acertar no momento da adrenalina nao é fácil ainda mais com a pistola 380 que comprovadamente pela física e pela biologia necessitaria geralmente mais de um acerto para tirar o agressor de combate.
Comumente vemos nas ruas de Porto Velho alguns agentes escoltando presos e munidos de pistolas de calibre .40 da Taurus… Pergunte se ja deram algum tiro neste calibre e observem a resposta… Geralmente nenhum porque são autorizados através da carterira funcional (fundamentado em um artigo que foi retirado do estatuto do desarmamento) a portarem uma pistola e a lei diz que é até 380 então são “acostumados” com o calibre 380 e pelo bem deles próprios estão comprando Glock (na faixa de R$3.500,00) com dinheiro do próprio bolso, isto é uma vergonha, o Brasil tem dinheiro sobrando para dar e roubar. O treinamento rotineiro também sai por conta dos mesmos a R$5,50 (cinco reais e cinquenta centavos) a bala.
Esta classe deve unir-se para obter melhores condições de armamento o mais breve possível porque dinheiro o governo tem e muito, pois, somos a oitava economia do mundo e os bandidos estão aguardando os mesmos com suas .40 baratinhas e precisas e sem provas práticas, teóricas, psicotécnico e impostos. Os agentes penitenciários de Rondônia são submetidos aos mesmos trâmites que os cidadão civil para comprarem suas armas e pagem do próprio bolso o que determina na maioria das vezes a compra de pistolas inferiores (aquelas da fábrica de alicates) devido a carga de impostos e baixos salários.
Promotor critica estatuto do desarmamento: O promotor de Justiça Criminal de São Paulo, Ricardo Antônio Andreucci, afirma que o estatuto do Desarmamento precisa ser aperfeiçoado. Ele explica que a nova lei, embora no aspecto geral apresente pontos positivos, deixou a desejar na prevenção da violência e no combate à impunidade. Ele cita, como exemplo negativo do estatuto, o combate frouxo ao contrabando. Fonte: http://www.mail-archive.com/penal@grupos.com.br/msg02373.html. Acesso em: 25/06/2011.
Dados estatísticos revelam que o estatuto do desermamento não reduziu a violência, veja matéria sobre advogado estudioso do assunto: O referendo sobre desarmamento realizado em 2005 recebeu um sonoro não por parte da sociedade brasileira. Mesmo assim, volta e meia o assunto vem à baila, com figuras do governo insistindo na necessidade de tirar as armas dos cidadãos comuns sob argumento de que isso diminuiria os índices de crimes. Não é o que pensa o advogado paulista Benedito Barbosa, presidente da ONG Movimento Viva Brasil, que teve destacada atuação durante o referendo, sendo a única instituição que se colocou frontalmente contra a tese do desarmamento, encampada por praticamente toda a mídia nacional.
Bené Barbosa, como o advogado e professor de 40 anos é conhecido, mostra números e compara dados que ele acredita que sustentam sua tese, de que o desarmamento não resolve o problema do crescente aumento dos assassinatos por armas de fogo. “Bandido não quer saber de arma de pequeno calibre, como revólver 38, que o cidadão comum adquire legalmente. Bandido quer é arma pesada que entra contrabandeada no País.”
Segundo o advogado, o governo tem de atuar firmemente contra o contrabando de armas e melhorar o combate à criminalidade nas ruas, investindo na segurança pública e valorizando os policiais: “O governo federal não faz isso, infelizmente.”
Esses e outros temas estão na entrevista concedida por telefone na segunda-feira, 14, um dia depois que a exemplo do Brasil, em referendo, um país de Primeiro Mundo, a civilizadíssima Suécia, disse não ao desarmamento. Fonte: http://www.jornalopcao.com.br/posts/entrevista/desarmar-o-cidadao-nao-diminui-os-indices-de-violencia. Acesso em 25/06/2011.
O mesmo advogado critica ONGs que recebem dinheiro gringo e do nossos impostos pagos a duras penas, observe um trecho da entrevista do ilustre integrante da ONG viva brasil.
Cezar Santos — O referendo de 2005 foi derrotado, contudo, algumas ONGs continuam a insistir na necessidade de desarmar a população. Quem são os agentes financiadores dessas organizações? Há dinheiro externo envolvido?
Tem dinheiro de fora e não é pouco. Eles têm financiamento da Organização das Nações Unidas (ONU), por meio do Unicef, de ONGs estrangeiras como a Fundação Ford, da Anistia Internacional e contam também com muito dinheiro governamental, do bolso do contribuinte.
Se considerarmos a prestação de contas de algumas dessas ONGs que mostram ao público de onde vêm seus aportes, percebemos que há realmente muita verba entrando. Embora não haja uma declaração explícita por parte dessas instituições que nos mostra o que exatamente esses financiadores pretendem.
Cezar Santos — Mas qual seria a motivação? Por que essas instituições investem tanto nisso? A tese mais bem aceita é de que realmente há uma pressão muito forte da ONU. Em 1954, eles adotaram a ideia do microdesarmamento, como é chamado o desarmamento civil pela ONU.
Por quê? Porque eles consideram que, mesmo com um exército desmobilizado e com pouca capacidade de ataque, um país ainda contaria com as forças policiais, com seus atiradores, caçadores e com os civis armados que poderiam, sim, representar perigo a outros países ou representar ameaça no caso de intervenções militares.
O que está por trás disso é, na verdade, uma tentativa de enfraquecer a defesa e a soberania nacional. Esse enfraquecimento não está acontecendo somente no Brasil, mas em várias outras nações. Ou seja, a ideia não foi inventada aqui, sendo que, por trás dela, estão as mesmas ONGs e os mesmos agentes financiadores.
E agora? Qual a próxima peça teatral .gov.br vai surgir? Porque não proíbem a fabricação de armas? O advogado citado acima está correto ou é somente mais uma teoria da conspiração?
Um militar de alta patente da aeronáutica afirmou-me que: “o cidadão que viver mais vinte anos aqui na amazônia terá que defendê-la de um coalisão do tipo Inglaterra e Estados Unidos…. e não devemos disparar um tiro, temos que deixar entrar e fazer tocaias aqui dentro.”
Estes soldados cowboys irão entrar em nossas residências e estuprar, torturar e matar como de costume? O estatudo do desarmamento quer isto? O E.U.A ja invadiu o Brasil? Saiu mais barato comprar os políticos e grande parte da amazônia ou bancar uma guerra e serem massacrados como no vietnã?
No afeganistão os homens não se vendem e recebem menos do que valem – como nossos políticos em maioria absoluta – por princípios. Então teve a coalisão que escolher a guerra mais dispendiosa do que propinas, mas, os nossos políticos são confiáveis? Está saindo barato para os países ricos desarmar os brasileiros para invadir? Porque o cidadão de bem que prova não ter antecedentes, estar apto psicologicamente e conhecer armas e o estatudo assim como manuseá-la não pode comprar calibres como .50, .45 .40, pistolas automáticas, metralhadoras e fuzís como nos EUA? (AR 15 lá é arma de caçar coelhos e mais fácil de comprar do que bebidas alcoólicas).
Você acha que não…. o estatuto do desarmamento é necessário mesmo. Está reduzindo a criminalidade, mas, as estatísticas não mostram ainda…
A teoria de Herman e Chomsky explica a existência de um viés sistêmico dos meios de comunicação em termos de causas econômicas e estruturais ao invés de uma conspiração criada por algumas pessoas contra a sociedade.
Em resumo, o modelo mostra que esse viés deriva da existência de cinco filtros que todas as notícias precisam ultrapassar antes de serem publicadas e que, combinados, distorcem sistematicamente a cobertura das notícias pelos meios de comunicação.
1. O primeiro filtro – o da propriedade dos meios de comunicação – deriva do fato de que a maioria dos principais meios de comunicação pertencem às grandes empresas (isto é, às “corporations”).
2. O segundo – o do financiamento – deriva do fato dos principais meios de comunicação obterem a maior parte de sua receita não de seus leitores mas sim de publicidade (que, claro, é paga pelas grandes empresas). Como os meios de comunicação são, na verdade, empresas orientadas para o lucro a partir da venda de seu produto – os leitores! – para outras empresas – os anunciantes! – o modelo de Herman e Chomsky prevê que se deve esperar a publicação apenas de notícias que reflitam os desejos, as expectativas e os valores dessas empresas.
3. O terceiro filtro é o fato de que os meios de comunicação dependem fortemente das grandes empresas e das instituições governamentais como fonte de informações para a maior parte das notícias. Isto também cria um viés sistêmico contra a sociedade.
4. O quarto filtro é a crítica realizada por vários grupos de pressão que procuram as empresas dos meios de comunicação para pressioná-los caso eles saiam de uma linha editorial que esses grupos acham a mais correta (isto é, mais de acordo com seus interesses do que de toda a sociedade).
5. As normas da profissão jornalista, o quinto filtro, referem-se aos conceitos comuns divididos por aqueles que estão na profissão do jornalismo.
O modelo descreve como os meios de comunicação formam um sistema de propaganda descentralizado e não conspiratório que, no entanto, é extremamente poderoso. Esse sistema cria um consenso entre a elite da sociedade sobre os assuntos de interesse público estruturando esse debate em uma aparência de consentimento democrático mas atendendo os interesses dessa elite.
No entanto, isso é feito às custas da sociedade como um todo que, naturalmente, compõem-se de mais pessoas que aquelas que compõe sua elite. Uma conspiração, nos Estados Unidos da América, é um acordo entre duas ou mais pessoas para cometer um crime ou realizar uma ação ilegal contra a sociedade. Para os autores o sistema de propaganda não é conspiratório porque as pessoas que dele fazem parte não se juntam expressamente com o objetivo de lesar a sociedade, mas é isso mesmo que acabam fazendo em função dos vieses descritos.
Chomsky e Herman testaram seu modelo empiricamente tomando “exemplos pareados”, isto é, pares de eventos que são objetivamente muito semelhantes entre si, exceto que um deles se alinha aos interesses da elite econômica dominante, que se consubstanciam no interesse das grandes empresas, e o outro não se alinha.
Eles citam alguns de tais exemplos para mostrar que nos casos em que um “inimigo oficial” da elite realiza “algo” (tal como o assassinato de um líder religioso), a imprensa investiga intensivamente e devota uma grande quantidade de tempo à cobertura dessa matéria. Mas quando é o governo da elite ou o governo de um país aliado que faz a mesma coisa (assassinato do religioso ou coisa ainda pior) a imprensa minimiza a cobertura da história.
De maneira crucial, Herman e Chomsky também testam seu modelo num caso que muitas vezes é tomado como o melhor exemplo de uma imprensa livre e agressivamente independente: a cobertura dos meios de comunicação da Ofesiva do Tet durante a Guerra do Vietnã. Mesmo neste caso, eles encontram evidências que a imprensa estava se comportando subservientemente aos interesses da elite.
A despeito de todas as evidências – e exatamente como ele próprio prediz! – o modelo de propaganda (e a maior parte da política de Chomsky) tem sido olimpicamente ignorada ou distorcida pelos meios de comunicação (e sem nenhuma refutação).
Aqui vai minha opinião para puxar a fila: Acredito que desarmando todo mundo inclusive a polícia como exemplo e destruindo todas as armas não haverá paz ainda… Quem não se lembra daquela frase no filme: Armas não matam pessoas, pessoas matam pessoas.
Então as armas não são a causa dos homicídios e assaltos?
A causa são as potências gananciosas e o capitalismo imperalista que vem para a amazônia com suas ONGs evangelizar em nome de Deus, mas, estão na verdade provando que querem é distância de nós pobres de dinheiro pois esquecem do ensinamento de Jesus:
Um jovem perguntou pra Jesus: Mestre que farei para herdar a vida eterna? Jesus respondeu: Hora não conheces os mandamentos? O jovem retrucou eu tenho obedecido os mandamentos, mas Jesus disse pro jovem falta ainda um coisa, O jovem pergunta o que?
Jesus disse: vai vende tudo o que tens e divide com os pobres, então o jovem saiu de mansinho e foi embora.
Jesus afirmou: é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino de Deus.
Para finalizar segue a seguinte frase do Grande Chomsky onde ele afirma que “a propaganda representa para a democracia aquilo que o cacetete (isto é, a polícia política) significa para o estado totalitário. – Referindo-se ao controle dos meios de comunicação pelo estado e no caso do Brasil por outros estados através de ONGS estrangeiras, sendo algumas proibidas de participarem da campanha do desarmamento por este motivo.
Então para terminar meu veridicto quero dizer que não tenho nadinha mesmo de riqueza material para vender e dividir com os pobres, mas, tenho a certeza que vou ficar longe desses tipos de gringos…. vou estar seguro lá no céu e como Lázaro não poderei molhar se quer o dedo para oferecer-lhes água. Eu tenho o reino dos céus!
“Disse Jesus aos seus discípulos: Havia um certo rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo e que, todos os dias, se regalava esplendidamente. “Ora, havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de feridas, que jazia à porta daquele; e desejava alimentar-se das migalhas que caíam da mesa do rico; e até os cães vinham lamber-lhe as suas feridas. Aconteceu que, ao morrer o mendigo foi levado pelos anjos para o seio de Abraão, morreu também o rico e foi sepultado.
O rico, no inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu al longe a Abraão e Lázaro no seu seio. Então, clamando, disse: Pai Abraão,tem misericórdia de mim! Manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém. Abraão: Filho lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro igualmente, os males. Agora, porém, aqui, ele está consolado, mas tu, em tormentos.
E além de tudo há um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que querem passar daqui para vós outros não conseguem, e nem os que querem passar daí para aqui. Então, o rico replicou: Pai Abraão. Eu te imploro que mandes Lázaro à minha casa paterna, porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho; afim de não venham também para este lugar de tormentos.
Respondeu-lhe, então, Abraão: seus irmãos têm Moisés e os Profetas; basta que os ouçam. Mas o rico condenado insistiu: Não, Pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com meus irmãos, eles arrepender-se-ão. Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que se ressuscite alguém, dentre os mortos”.
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Bene Barbosa
20/07/2011 at 15:37
Parabéns pelo excelente e completíssimo artigo! Conte conosco para divulgação.