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A Musicoterapia Tibetana e os Instrumentos de Rituais Sagrados

por: Roberto Lazaro Silveira

Abaixo um texto do Mestre Joacir que há muito tempo compartilha seus conhecimentos no site www.joacir.com, leia,

Nos últimos vinte anos muitos terapeutas do mundo inteiro tomaram outro rumo, o das terapias holísticas com base nos conhecimentos tibetanos. Entre elas, a musicoterapia baseada em instrumentos musicais utilizados nos rituais sagrados.

Há registro da utilização por parte dos tibetanos de música para transportar objetos e até pedras para a construção de templos e edifícios. Há também registro do uso do som para a construção e outros fins nos antigos impérios egípcios. Partindo do princípio de que tudo é sagrado, o ser humano é sagrado e o seu equilíbrio está ligado ás coisas sagradas. Sinos, gongos, tingshas, pratos de metal e tigelas tibetanas têm comprovado efeito terapêutico porque vibram em tonalidades que sintonizam os elementos primordiais.

Os tibetanos jamais viram os metais preciosos, por exemplo, o ouro, com a ganância manifestada pelos ocidentais. Todos eles foram sempre vistos como parte integrante do universo e o seu uso esteve sempre ligado ao equilíbrio físico, emocional e espiritual. Os instrumentos musicais eram fabricados com metais cuja vibração sintoniza-se com os planetas. As tigelas usadas para a colheita do leite dos animais também servem para conduzir as oferendas espirituais em rituais religiosos. Tanto o alimento que dá vida ao corpo quanto a oferenda ás divindades fazem parte da mesma sintonia harmônica universal. Portanto, as tigelas são fabricadas com metais de alto teor vibracional:

Ouro – representa o Sol, a fonte de energia Yang;
Prata – representa a Lua, fonte da energia Yin;
Cobre – representa Vênus;
Ferro – representa Marte;
Latão – representa Júpiter;
Chumbo – representa Saturno;
Zinco – representa Mercúrio.

Ao bater numa tigela ou em um sino o indivíduo está entrando em conexão com as forças cósmicas dos planetas e da Lua como se digitasse um número telefônico em seu celular. Todas as células e memórias registram as vibrações dos instrumentos musicais e vibram. Dependendo da vibração há ou não uma mudança de freqüência.

A intenção e a vontade são o corpo da mensagem a ser enviada e com um objetivo: os registros de todas as nossas vidas, que se encontram em um arquivo aqui e agora, o nosso corpo. Há teorias segundo as quais os nossos registros ficam gravados em algum lugar e só são abertos depois da morte. Eu discordo disso. Somos livrarias andantes, carregamos conosco todas as memórias, conscientes ou não. Deve haver uma razão muito forte para que não lembremos de todas as nossas vidas, mesmo porque se assim fosse, como conseguiríamos administrar tanta informação?

A sensação de ter só esta vida aqui já dá pano pra mangas, imagine só conviver com todas as outras ao mesmo tempo! Voltar a algumas vidas passadas em um processo de regressão pode ajudar o indivíduo a entender a dinâmica desta vida, aqui e agora, dando ânimo e compreensão para seguir em frente.

Quais os efeitos que uma tigela de colher leite de cabra exerceria sobre o leite a ser bebido? Já se conhece o problema dos alimentos cozidos em panelas de alumínio! Lembremos que cada tom gera uma onda colorida e que cada planeta vibra em uma tonalidade. Vista do espaço, por astronautas, a Terra é azul, a cor vibratória do chácra da garganta, que representa a expressão, a voz, a fala. Que elo existiria entre a cor azul, a sintonia, equilíbrio e a garganta? A resposta parece fácil.

As tigelas cantantes são comprovadamente capazes de influenciar positivamente o bem-estar das pessoas: estimula a energia vital, relaxa, combate a insônia, melhora a concentração, normaliza a pressão sangüínea, restaura o equilíbrio do sistema imunológico, sincroniza os lados direito e esquerdo do cérebro, aumenta a criatividade, harmoniza a respiração, entre outros.

Quem afirma isso é a musicoterapeuta Anneke Huyser em seu livro “Singing bows, exercises for personal harmony”. Nos Estados Unidos existem inúmeros terapeutas holísticos trabalhando com as tigelas tibetanas como apoio terapêutico.

Antes de utilizar as tigelas em clientes, fiz inúmeros testes comigo mesmo. Um deles foi o controle da pressão e da pulsação. Verifiquei que ambos se alteram e se estabilizam com o som produzido pelas tigelas.

A sensação é de paz e equilíbrio. O grande problema dos terapeutas brasileiros é a importação dessas tigelas e demais instrumentos tibetanos, fartamente vendidos nos Estados Unidos e na Europa, mas taxados em 60% sobre seu valor em dólar pela alfândega brasileira.

Fonte: http://www.joacir.com

 

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